Margarida Pires - Alquimia Feminina

Margarida Pires - Alquimia Feminina Coach de Gestão de Ansiedade
Professora de Yoga • corpo e mente
Yoga possível para a vida real
+20 anos de prática
Pratica de onde tu estiveres

"Não te ajudo a fazer mais. Ajudo-te a viveres com mais presença, equilíbrio e conexão contigo própria."Se o teu modo de...
12/06/2026

"Não te ajudo a fazer mais. Ajudo-te a viveres com mais presença, equilíbrio e conexão contigo própria."

Se o teu modo de vida é viver sempre a correr, o teu corpo acaba por apresentar a fatura.

E muitas vezes os sinais surgem de forma subtil:
🌿 Irritação constante
🌿 Cansaço persistente
🌿 Dificuldade em dormir
🌿 Falta de concentração
🌿 Sensação de sobrecarga
🌿 Perda de entusiasmo por aquilo que antes te fazia bem

Se te identif**as com vários destes sinais, talvez não precises de fazer mais.
Talvez precises de parar.

O corpo comunica conosco todos os dias.
Através da tensão.
Da ansiedade.
Da fadiga.
Da insónia.
Das dores.
Da sensação de estar sempre em alerta.

Mas fomos ensinadas a ignorar estes sinais e a continuar.
Até que o corpo já não consegue acompanhar o ritmo.

É precisamente por isso que o meu trabalho não se limita a ensinar posturas de Yoga.

Através do Yoga, da Yogaterapia, da Meditação, do Coaching de Gestão de Stress e Ansiedade e das Terapias Holísticas, ajudo mulheres a compreenderem o que o corpo lhes está a tentar dizer.

A regular o sistema nervoso.
A recuperar energia.
A criar espaço interior.
E a desenvolver ferramentas para viver com mais equilíbrio e menos sobrecarga.

Porque o objetivo não é apenas aliviar sintomas.
É recuperar a ligação contigo própria.

🌿 O primeiro passo para a mudança acontece quando deixas de ignorar os sinais e começas a escutá-los.

🤍Então, reflete: "O que em mim está a precisar de atenção?" Partilha comigo.

Vivemos numa época em que tudo parece ter de ser mostrado.As conquistas.Os projetos.As mudanças.Os resultados.Mas a natu...
09/06/2026

Vivemos numa época em que tudo parece ter de ser mostrado.

As conquistas.
Os projetos.
As mudanças.
Os resultados.

Mas a natureza lembra-nos que nem todo o crescimento acontece à vista de todos.

No inverno, parece que a árvore está parada.
Não floresce.
Não produz frutos.
Não chama a atenção.
Mas isso não signif**a que esteja inativa.
Debaixo da terra, as raízes continuam o seu trabalho silencioso.

Também nós temos fases assim.
Fases em que estudamos mais do que mostramos.
Em que refletimos mais do que falamos.
Em que nos recolhemos para compreender melhor o próximo passo.

Nos últimos tempos tenho estado mais presente na vida do que nas redes sociais.
Mais dedicada aos meus estudos.
À prática.
À observação.
Ao silêncio que tantas vezes antecede a transformação.

Nem todas as estações foram feitas para florescer.
Algumas foram feitas para criar raízes.
E talvez haja sabedoria em respeitar esse ritmo.🌿

E tu?
Estás numa fase de florescer ou de criar raízes?

09/06/2026

Conversas com Alma
1 minuto de reconexão contigo

"O privilégio de uma vida é tornares-te quem realmente és." (C. G. Jung)Durante muito tempo ensinaram-nos que deveríamos...
03/06/2026

"O privilégio de uma vida é tornares-te quem realmente és." (C. G. Jung)

Durante muito tempo ensinaram-nos que deveríamos estar sempre iguais.
Sempre produtivas.
Sempre disponíveis.
Sempre fortes.

Mas a natureza não funciona assim.
E nós também não.

Ao longo da vida, uma mulher atravessa diferentes estações.

A Donzela.
A Mãe.
A Sábia.

Não apenas como fases biológicas, mas como arquétipos que vivem dentro de nós.

Há momentos de descoberta e expansão.
Momentos de criação, cuidado e nutrição.
E momentos de recolhimento, transformação e sabedoria.

Na tradição simbólica, a deusa Hécate representa precisamente essa mulher que aprende a caminhar entre ciclos.
Aquela que compreende que cada fim contém um novo começo.
Que a mudança não é uma ameaça mas sim parte da vida.

O problema é que muitas vezes resistimos às nossas próprias estações.
Queremos continuar a viver em verão quando o corpo pede outono.
Queremos produzir quando a Alma pede pausa.
Queremos manter uma versão de nós mesmas quando a vida nos está a convidar a transformar.
E é aí que surge o sofrimento.

O Yoga ensina-nos algo profundamente simples:
a prática não consiste em forçar.
Consiste em escutar.
Escutar o corpo.
A respiração.
A mente.
Os ciclos internos.

Há dias em que a prática pede força.
Há dias em que pede suavidade.
Há dias em que o maior ato de Yoga é simplesmente parar.

Porque Yoga não é apenas aquilo que fazemos no tapete.
É a capacidade de estar presente com a realidade de cada momento.
Sem resistência.
Sem comparação.
Sem julgamento.

O Yoga não nos pede para sermos sempre iguais. Ensina-nos a reconhecer que, tal como a natureza, também nós florescemos, recolhemos, transformamo-nos e renascemos. 🌿

Talvez esteja em aprender a honrar cada estação da nossa vida, tal como a natureza faz.

🌿 E tu?
Em que estação te encontras neste momento?

02/06/2026

Convesas com Alma - 1 minuto de reconexão contigo

Ando a ler a autobiografia de Carl Gustav Jung, "Memories, Dreams and Reflections" e tocou num ponto num ponto important...
01/06/2026

Ando a ler a autobiografia de Carl Gustav Jung, "Memories, Dreams and Reflections" e tocou num ponto num ponto importante: a ideia de que não somos uma unidade simples, mas uma tensão viva entre partes diferentes de nós.
Jung fala que existem duas pessoas nele. no meu caso, também.🎭
Essas duas pessoas - o "eu social" e algo mais ajustado ao mundo . aproxima-se muito do que Jung chamou de persona e Self (ou, nalguns contextos, a totalidade psíquica que nos transcende).
A persona já falei sobre ela em outros posts, é aquilo que precisamos de ser para funcionar no mundo. É necessária. O problema, para Jung, é quando nos confundimos com ela.
A "outra" pessoa que que sinto em mim - esse observador interno, mais estranho, mais profundo, às vezes desconfortável - é muitas vezes aquilo que ele associaria ao movimento de individuação: a tentativa de nos tornarmos inteiros, mais próximos da nossa totalidade interior, em vez de vivermos apenas como função social.
Quando Jung fala da segunda metade da vida, ele não está apenas a falar de idade cronológica nas dum deslocamento psicológico inevitável:
- Na primeira metade, construímos identidade, papel, estrutura, segurança.
- Na segunda, essas estruturas começam a deixar de ser suficientes.
- Surge a pergunta incómoda: "E eu, para além disto tudo?"
É aqui que muitas pessoas começam a sentir exatamente o que também venho a sentir: uma espécie de "duplo interior", ou uma distância entre que funcionamos ser e quem sentimos ser em profundidade.
E nesta fase da perimenopausa pode ser muito relevante psicologicamente. Esta fase muitas vezes traz:
- mudança na forma como o corpo regula energia e emoção
- maior sensibilidade emocional ou existencial
- perda de certas identidades antigas (mesmo que subtilmente)
- reavaliação espontânea de vida, escolhas, relações.
O que estou a fazer — ler, observar-me, notar essas camadas internas — já é, em si, um movimento de integração. O que é importante aqui é aprender a manter o diálogo entre as partes sem deixar que uma delas domine totalmente.
Às vezes esse “outro em nós” é apenas aquilo que foi f**ando sem espaço: desejos antigos, dores não digeridas, curiosidade, cansaço, necessidade de sentido, ou simplesmente uma vida interior que não cabia na estrutura anterior.
Posso talvez observar três níveis quando sinto este “duplo”:
- O eu funcional (o que resolve, trabalha, organiza)
- O eu sentido (o que sente desconforto, vazio, intensidade, dúvida)
- O espaço entre os dois (onde começa a consciência propriamente dita).
É nesse terceiro espaço que Jung diria que começa o trabalho psicológico mais interessante.
Jung diria que o encontro conosco próprias começa quando deixamos de acreditar que somos apenas a pessoa que o mundo vê — e começamos a escutar também aquela que só aparece quando ninguém está a olhar. Talvez o espelho nunca tenha mostrado apenas um rosto.
Se isto te fez sentido, gostava de ler a tua experiência nos comentários.

NOVO ARTIGO NO BLOG:
28/05/2026

NOVO ARTIGO NO BLOG:

Psyche no submundo de Paul Alfred Curzon Há uma pergunta que atravessa silenciosamente muitas fases da vida: o que signif**a viver de acordo...

Vivemos numa era de excesso de estímulo.Demasiada informação.Demasiado ruído.Demasiada presença constante.E nos últimos ...
27/05/2026

Vivemos numa era de excesso de estímulo.

Demasiada informação.
Demasiado ruído.
Demasiada presença constante.

E nos últimos tempos senti algo muito claro:
preciso de espaço.

Espaço para respirar. Para pensar. Para estudar. Para aprofundar conhecimentos.
Para estar mais presente na vida real… e menos no consumo constante das redes sociais.

Uma pausa para respirar.
Criar espaço.
Ouvir-me.
E perceber de que forma quero construir o próximo ciclo.

Por isso vou fazer uma pausa mais consciente das redes.
Um pequeno detox digital.
Não porque deixei de amar aquilo que faço.
Mas precisamente porque quero continuar a fazê-lo com verdade, profundidade e intenção.

Existe muito trabalho invisível por trás daquilo que partilho.
Muitos anos de estudo.
Prática pessoal.
Formações.
Investigação.
Leitura.
Experiência terapêutica.

E neste momento sinto necessidade de voltar mais para dentro e dedicar tempo a essa parte que tantas vezes f**a em segundo plano no meio da presença online.

De tempos a tempos irás continuar a ver novidades, informações importantes e alguns conteúdos 🌿

As aulas, acompanhamentos e restantes serviços continuam ativos:
✨ Yoga
✨ Yogaterapia
✨ Coaching de Gestão de Ansiedade e Stress
✨ Acompanhamento terapêutico
✨ Aulas individuais e em grupo, presenciais e online

Caso queiras informações ou acompanhar o meu trabalho, poderás continuar a contactar-me por:
📧 email
📱 WhatsApp

Voltarei brevemente para partilhar novidades e decisões relativamente ao próximo ano letivo.

Até lá…

que este também seja um convite para te perguntares:
quando foi a última vez que realmente te permitiste parar?

Com carinho e um até já!
Margarida 🌿

27/05/2026

Quando me perguntam sobre aulas online de Yoga, sou suspeita pois desde 2019 que ensino nesta modalidade.
No inicio, houve muita ansiedade e incerteza, se iria chegar às pessoas da mesma forma que no presencial.
Como tempo fui vendo que sim e acabei por continuar com esta modalidade.
Hoje sei que é possível criar conexões reais, guiar com presença e partilhar o Yoga de forma verdadeira e com um ecrã no meio!
O online tornou o Yoga mais acessível e é maravilhoso ver-se pessoas de vários sítios juntas com a mesma intenção.
Se sentes vontade de experimentar f**a o convite. Envia-me mensagem hoje mesmo.

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