Vôlei nos EUA

Vôlei nos EUA Curioso sobre novidades e como funciona a sensacional escola de vôlei americana? Aqui você vai enc Espero que gostem and we will be talking soon!

Você ama voleibol e sempre foi fascinado pela escola de vôlei ameicana? Meu nome é Rodrigo Gomes e estou a mais de 10 anos nos EUA e sempre envolvido com o voleibol. Cheguei aqui depois de muita luta para conseguir uma bolsa de estudos por meio do esporte. Hoje, sou o Presidente de um dos maiores clubes de voleibol dos EUA. Nesse canal vou estar dividindo com vocês TUDO sobe o voleibol americano. Como conseguir uma bolsa de estudos, como são os treinamentos de vôlei, preparação fisica, technologia e muito mais.

Bom dia! John Wooden, o legendário treinador de basquete norte-americano,  ganhou 10 títulos universitários e passou a v...
08/31/2026

Bom dia! John Wooden, o legendário treinador de basquete norte-americano, ganhou 10 títulos universitários e passou a vida dizendo isso.

Recrutamento nos EUA é a mesma coisa: quase nenhuma família perde uma oportunidade por falta de talento. Perde por não saber como o processo funciona.

Siga o voleinoseua.com para entender o processo. Link na bio

Quinta-feira à noite, o vôlei feminino universitário jogou dentro do estádio do Dallas Cowboys.AT&T Stadium. Quatro dos ...
08/28/2026

Quinta-feira à noite, o vôlei feminino universitário jogou dentro do estádio do Dallas Cowboys.

AT&T Stadium. Quatro dos maiores programas dos Estados Unidos: Nebraska, Florida, Penn State e SMU. US$ 1 milhão em prêmios, o maior valor já pago no esporte universitário feminino. Ao vivo na TNT. (Nebraska ganhou tudo.)

Eu fui conferir os elencos das quatro equipes, um por um.

68 atletas. 5 estrangeiras: Itália, Eslovênia, Canadá, Sérvia e Bósnia.

Brasileiras: nenhuma.

O Brasil é uma das duas maiores potências do vôlei do mundo. E na maior noite da história do vôlei universitário americano, a gente não tinha ninguém em quadra.

Existe brasileira na NCAA. Mas quase sempre em programa pequeno, longe da elite.
Não é falta de talento. Nunca foi. É falta de informação chegando na hora certa, quando a menina ainda tem 14, 15 anos e dá tempo de se preparar: inglês, calendário de recrutamento, elegibilidade, vídeo.
Minha meta pros próximos 5 anos é simples: ligar a TV numa noite dessas e ver brasileira em quadra pelos maiores times do país.
É exatamente por isso que eu criei o Vôlei nos EUA.

Salva pra não perder e manda pra uma mãe que precisa ver isso.

O caminho completo, em português, está na newsletter (link na bio).

Imagens: Nebraska Volleyball, AT&T Stadium e NCAA Women's Volleyball

Seu filho é ponteiro? A conta dele nos EUA não é a mesma do vôlei feminino.No feminino americano o time troca 15 vezes p...
08/26/2026

Seu filho é ponteiro? A conta dele nos EUA não é a mesma do vôlei feminino.

No feminino americano o time troca 15 vezes por set. No masculino são 6, igual ao Brasil.

Parece detalhe de arbitragem. Não é. No feminino dá pra tirar a ponteira quando ela gira pro fundo e botar uma especialista no lugar. No masculino não dá.

Então lá o ponteiro joga as seis rotações. Passa, defende, saca, ataca da frente e ataca do fundo. Não tem onde se esconder.

Por isso os técnicos com quem eu converso olham a recepção antes do ataque. Ataque forte aparece em todo lugar. Passe ruim, com 6 trocas, não tem como esconder.

E a altura entra depois disso, não antes. Tem um slide com a régua de cada nível.

Toda semana eu escrevo sobre isso no voleinoseua.com, de graça. Link na bio.

Salva e manda pra uma mãe de ponteiro.

Quatro universidades, três jogos, uma noite só.E o dinheiro não f**a com a universidade. Vai para as atletas.Eu fui faze...
08/24/2026

Quatro universidades, três jogos, uma noite só.

E o dinheiro não f**a com a universidade. Vai para as atletas.

Eu fui fazer a conta. Dividido em partes iguais, dá perto de 64 mil reais por atleta. Só por ter entrado em quadra.

Tem uma regra, e eu explico ela no post: atleta estrangeira estuda com visto de estudante, e o visto limita o que ela pode receber lá dentro. Não é a mesma conta para uma brasileira.

Mas repara no que esse número quer dizer. Esporte que paga assim é esporte que tem dinheiro entrando. E esporte com dinheiro entrando é esporte que abre vaga.

Ela não precisa encher um estádio.

Ela precisa que o estádio exista.

Salva e manda pra uma mãe que ainda acha que isso é sonho grande demais.

Imagens: Spikes Under the Lights (slides 1 e 3) e Hail Varsity (slide 7

Semana passada eu disse que existe vaga pra levantadora baixinha nos EUA. Disse sem número nenhum.Fui medir. Na Divisão ...
08/21/2026

Semana passada eu disse que existe vaga pra levantadora baixinha nos EUA.

Disse sem número nenhum.

Fui medir. Na Divisão I, 4 em cada 10 levantadoras têm 1,77 m ou menos.

Só que a conta não é tão fácil. O que todo técnico quer é uma levantadora completa, que jogue as seis rotações e resolva na rede. Isso é o 5x1, e é o que o time m***a quando pode.

O 6x2 vem depois, quando as levantadoras são novas ou nenhuma segura o 5x1 sozinha ainda.

Ou seja: sua filha não escolhe o sistema. O time escolhe. O que ela controla é quantos times conseguem usar ela.

Arrasta pras três perguntas que dizem o que ela entrega hoje.

Toda semana eu escrevo sobre isso no voleinoseua.com, de graça.

Link na bio.

Salva e manda pra uma mãe ou pai de levantadora.

A pergunta não é se ainda existe oportunidade para brasileiras nos Estados Unidos. Existe.A pergunta é o que o atleta va...
08/16/2026

A pergunta não é se ainda existe oportunidade para brasileiras nos Estados Unidos. Existe.

A pergunta é o que o atleta vai precisar mostrar para conquistar essa vaga nos próximos anos.

O time americano U17 chegou à final do Mundial sem perder um set. E isso não parece uma geração isolada: são quase 493 mil meninas jogando vôlei no colégio americano, com um programa nacional que observa e treina as mesmas atletas dos 15 aos 21 anos.

Isso não é um post contra o Brasil. O Brasil continua sendo referência, principalmente no U21.

É um recado prático para quem está planejando o processo: a atleta americana vai chegar mais pronta. Ser brasileira pode abrir a conversa. Não vai fechar a vaga.

Salve e envie para uma família que está pensando em jogar nos EUA.

Imagens: Portal Vôlei e USA Volleyball NTDP 🙏🏽

Sua filha pode ter vaga nos EUA mesmo sem jogar todas as rotações.Tem uma regra que ninguém te conta e é ela que abre es...
08/15/2026

Sua filha pode ter vaga nos EUA mesmo sem jogar todas as rotações.

Tem uma regra que ninguém te conta e é ela que abre essa porta: no vôlei feminino universitário americano, o time troca de jogadora quase o tempo todo. No Brasil, quase não troca.

Parece detalhe de arbitragem. Não é. É o que faz existir vaga pra levantadora baixinha, pra defensora que só joga o fundo, pra atacante que só joga na frente. Funções que o nosso vôlei quase não tem.

E antes que perguntem: no masculino americano a regra é outra, igual à daqui. Tem um slide só sobre isso.

Não estou dizendo que qualquer uma acha vaga. O que muda é que uma limitação deixa de fechar todas as portas.

Na segunda eu começo a série pelas posições. Antes, você precisava entender esta regra.

Salva e manda pra uma mãe do time da sua filha.

Quanto de inglês sua filha precisa pra jogar vôlei nos EUA?Menos do que você imagina pra ser recrutada. Mais do que você...
08/13/2026

Quanto de inglês sua filha precisa pra jogar vôlei nos EUA?

Menos do que você imagina pra ser recrutada. Mais do que você imagina pra se matricular.

São duas portas diferentes lá, e quem decide cada uma é gente diferente. A associação esportiva não pede prova de inglês nenhuma.

Quem pede é a faculdade, na matrícula.
E não existe “a nota”. A gente foi conferir escola por escola: tem faculdade pedindo 110 no Duolingo e tem faculdade que não pede prova nenhuma.

Arrasta pra ver as cinco que a gente checou, e o que dá pra fazer ainda essa semana.

O artigo completo, com o link oficial de cada escola, está no voleinoseua.com 👆🏾

Salva e manda pra uma família que acha que o inglês impede tudo. 🌉

Existe posição mais fácil pra seu filho ser recrutado nos Estados Unidos?A gente parou de achar e foi contar: 4.243 atle...
08/11/2026

Existe posição mais fácil pra seu filho ser recrutado nos Estados Unidos?

A gente parou de achar e foi contar: 4.243 atletas nos 243 programas masculinos que a gente acompanha, temporada 2025-26, entre NCAA D1, D2 e D3, NAIA e faculdades de 2 anos.

Tem um 1,6 no meio deste carrossel que quase ninguém no Brasil conhece.

Repara que as três não podem ser verdade ao mesmo tempo. Se levantador é difícil porque só tem um em quadra, e oposto é fácil porque tem pouca gente na posição, a mesma lógica está sendo usada pra dois lados contrários. Foi por isso que a gente foi contar em vez de opinar.

Renovado por ano quer dizer: quantos daquela posição terminam o ciclo e saem, dividido por quantos existem. As cinco caem entre 19% e 23%.

E antes que perguntem: são 243 dos 322 programas masculinos da AVCA. Toda taxa aqui é uma razão dentro da própria posição, então ela não depende de a gente ter os 322.

É isto que faz o número ser confiável: não é tendência de mercado, é a estrutura do calendário. Quatro anos de elegibilidade signif**a que uma turma inteira termina todo ano, em toda posição, ao mesmo tempo.

No masculino os elencos novos aparecem entre dezembro e janeiro, porque a temporada é no primeiro semestre.

Fila não é a mesma coisa que porta. A porta abre no mesmo ritmo em toda posição. A fila é quanta gente joga na mesma posição dentro daquele ginásio: um ponteiro divide o vestiário com mais cinco, um oposto com mais um ou dois. Isso muda a rotina dele lá dentro, não a frequência com que aquela porta se abre de novo.

(E sim, a gente diz “faculdades de 2 anos” e não NJCAA de propósito: quinze das vinte e nove da nossa base são californianas, de outra associação, com regras de elegibilidade próprias.)

Aqui está o 1,6 da capa. Na D1 masculina o líbero é a posição mais enxuta do elenco, e oito dos vinte e dois programas carregam no máximo um. Fora da D1 os times carregam quase o dobro.

Honestidade: a D1 masculina tem só 22 programas, então é uma base pequena e a média se mexe com pouco. Ainda assim o padrão é claro, e ele inverte a ordem em que um líbero deveria olhar as divisões.

Esta é a razão pra não importar conselho do feminino. Lá a oposta é a posição rar

“Levantadora é mais difícil.” “Oposta é mais fácil.” “Ponteira é impossível.”A gente já ouviu as três, na mesma semana. ...
08/10/2026

“Levantadora é mais difícil.” “Oposta é mais fácil.” “Ponteira é impossível.”

A gente já ouviu as três, na mesma semana. Então foi contar.

São 25.628 atletas em 1.520 programas do vôlei feminino universitário americano: NCAA D1, D2 e D3, NAIA e JUCO. Olhamos quanto de cada posição é renovado por ano:

Ponteira 23%. Central 24%. Líbero e especialista em defesa 23%. Levantadora 23%. Oposta 25%.

É a mesma taxa em todas. E o motivo é simples: a elegibilidade é de quatro anos, então uma turma se forma e sai todo ano, em toda posição ao mesmo tempo. Não é tendência. É calendário.

O que muda não é o ritmo. É o tamanho da fila. Num elenco médio de 17 atletas cabem quase 5 ponteiras e pouco mais de 1 oposta.

Ou seja: a sua posição não muda o ritmo com que a porta abre. Muda o seu mapa. A pergunta certa nunca foi “minha posição é boa?”. É “onde a minha posição abre?”.

Nas próximas semanas a gente abre uma posição por vez. Comenta a posição da sua filha (ou a sua) aqui embaixo que eu começo pela mais pedida. 👇

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