07/08/2024
Carta Aberta para a proteção civil de Vila Nova de Famalicão
Durante décadas passou o comboio, pela dita via ciclo pedonal V.N. de Famalicão/ Povoa de Varzim, comboio esse que pesava muitas toneladas, passava tremia a terra com o peso, movimento e torpidação que esse mesmo comboio fazia.
Depois em 1995 acabaram com o mítico comboio na altura já automotoras mais modernas e com outras condições de viagem.
Tudo isto não seria para aqui chamado se a partir da intervenção para que a engenharia fez para implantação da dita VIA CICLO PEDONAL, obra cara, emblemática, para uso e apoio a quem quer praticar caminhadas e ciclismo, bandeira das camaras de V.N.de Famalicão e Póvoa de Varzim.
Limparam as bermas, tiraram as raízes que seguravam a terra dos taludos (paredes em terra de limitação da linha de comboio) , iniciando assim o descalabro total, aluimento da terra provocando várias situações delicadas e mesmo muito perigosas.
Foram alertadas as entidades locais para o nosso caso em específico, Junta da União de Freguesias Gondifelos, Cavalões e Outiz, na pessoa do seu Presidente, enviamos também carta registada para a Assembleia da dita união de freguesias e contactamos também a proteção civil.
Tivemos conhecimento que o Senhor Presidente da Junta e o Senhor Presidente da mesa de Assembleia deram seguimento ao assunto e, entretanto, estiveram no local uma equipa de estudo para encontrar uma solução.
Pensamos, mas pelos vistos pensamos mal, que esses senhores iriam fazer alguma coisa e fizeram ignoraram o problema.
Qual era e é o problema, entre a ponte do centro comercial da ponte e a ponte do café Figueiras, reportamos o aluimento de terra na nossa propriedade, relembro que o comboio passou lá durante décadas sem aluimento de terra, acontecendo que foram avisados de que a qualquer momento o muro da propriedade poderia cair e se por acaso caísse em cima de uma pessoa de quem seria a responsabilidade, pois bem aconteceu a queda do muro, com a sorte que não estava a passar ninguém naquela altura, chamamos uma maquina e derrubamos o resto do muro para o interior da nossa propriedade, tendo de fazer-se agora aquilo que deveria ter sido feito e não foi, segurar o derramamento das terras e fazer o muro de vedação da propriedade, alertamos, para que estaríamos na disposição de fazer o muro desde que resolvessem o problemas do aluimento das terras, nada feito, tudo igual, simplesmente ignoraram-nos.
Agora pergunto para que serve a proteção civil? Quem vai pagar o desmoronamento do muro e a reconstrução do mesmo? Onde nos devemos dirigir para a solução deste problema? Com quem estamos a lidar?
Espero com toda a minha força e determinação que esta carta aberta chegue ao seu destinatário (PROTEÇÃO CIVIL).
Esta casa é habitada por uma pessoa com 92 anos, filhos netos e pior ainda bisnetos que ainda são crianças e não têm a noção do perigo que correm.
Espero sinceramente ser contactado
Joaquim Oliveira