A génese da claque remonta a meados dos anos noventa, quando um grupo de jovens se juntou para formar os 'Red Xira Boys' que acompanharam o União desde a época 1995/96 e na disputa pelo título de campeão da 3ª Divisão Nacional na época de 1997/98, sendo uma presença regular no Campo do Cevadeiro e tendo apoiado a equipa em alguns jogos fora como no Restelo contra o Sporting da Covilhã, em Fátima o
u em Miranda do Corvo. Fruto da tenra idade dos seus membros e alguma inexperiência, a 'claque' foi-se desvanecendo como entidade, apesar de muitos continuarem a frequentar o Cevadeiro, quando o clube viveu a sua melhor fase desportiva. Durante a época de 2005/2006, mais concretamente a 02 de Abril de 2006 nasceu o grupo que viria a ser conhecido como ‘Os Piranhas do Tejo’. Acompanharam a Equipa de Seniores do UDV numa das épocas mais negras da História do Clube, inclusivamente fora de casa, como no jogo contra o Ouriquense, no Municipal do Cartaxo, aquele que é considerado para muitos como o primeiro jogo oficial como Piranhas do Tejo. Proporcionalmente à descida de escalões, que o Vilafranquense protagonizou desde 2005, a população da cidade infelizmente afastou-se um pouco do clube e foi-se cimentando nos nossos corações a necessidade de devolver o clube á cidade e aos sócios, mostrando apoio e carinho pela equipa e apelando aos nossos conterrâneos que se juntem a nós para a festa que é feita quinzenalmente no Campo do Cevadeiro, tudo por um dos únicos estandartes que a população de Vila Franca de Xira pode e deve ostentar e orgulhar-se. No inicio da época 2008/2009, reunimo-nos e decidimos marcar presença em todos os jogos do União Desportiva Vilafranquense. Começamos com o derby com o Alverca em casa á 2ª jornada, apesar do empate, a entrega que os jogadores mostraram, dando eco ao nosso apoio em conjunto com a festa que fizemos fora do relvado, catalisou-nos para não desistirmos. E em conjunto com os Jogadores e Equipa técnica, devolvermos o clube aos tempos gloriosos de um passado ainda recente. Inicialmente éramos cerca de uma dezena que marcávamos presença assídua; hoje, como podem constatar, chegamos a ser mais de uma centena de adeptos no topo norte do Campo do Cevadeiro. Aos Piranhas do núcleo duro, juntam-se homens e mulheres praticamente de todas as idades, numa demonstração daquilo que verdadeiramente deve ser o futebol: A comunhão entre Equipa e Adeptos num ambiente de Festa, independentemente do resultado.