Clube de Tiro a Chumbo da Freguesia de Santo Estêvão

Clube de Tiro a Chumbo da Freguesia de Santo Estêvão Caça desportiva, campo de tiro, bar e actividades desportivas. Clube de caça.

Mais um dia, não foi bom mas pelo menos não foi muito mau. Na parte da manhã 17 pombos mortos pelo nosso amigo Joaquim d...
16/11/2025

Mais um dia, não foi bom mas pelo menos não foi muito mau. Na parte da manhã 17 pombos mortos pelo nosso amigo Joaquim de moura e o seu filho. Parabéns aos dois e que na parte da tarde seja melhor. Grande abraço

21/09/2025
Hoje foi o dia dos nossos amigos do CBESSE
12/06/2025

Hoje foi o dia dos nossos amigos do CBESSE

02/04/2025

Portugal vai reabrir a caça à rola em 2025
Secretário de Estado das Florestas impõe bom senso e ICNF é obrigado a recuar

Contra todas as expectativas, o Instituto de Conservação da Natureza (ICNF) viu-se finalmente obrigado a reconhecer o erro da sua postura inflexível relativamente à caça à rola-comum. Apesar das orientações públicas e sensatas do Secretário de Estado das Florestas, Rui Ladeira, o ICNF insistia teimosamente em manter a moratória da caça à rola em 2025, ignorando a realidade e caminhando em sentido contrário aos demais países da rota migratória ocidental. Enquanto Espanha, França e Itália tudo faziam para retomar a caça em 2025, o ICNF reportava que: “O PT não apresenta uma proposta, uma vez que a posição atual do país é não permitir a caça até 2026/27. As autoridades portuguesas manifestam a intenção de apresentar uma proposta no futuro, para beneficiar da experiência de outros Estados-Membros” (relatório do NADEG- 10º reunião do TFRB, de 4 de março). Surpreendente! Não haverá uma alma no ICNF que saiba elaborar e implementar um programa de controle e fiscalização?

No entanto, prevaleceu a autoridade de quem governa. Na reunião do NADEG de 1 de abril, o ICNF foi foçado a mudar de posição, alinhando-se às diretrizes com os demais países da rota migratória ocidental e defendendo a reabertura da caça à rola. Este desfecho prova que a determinação do Secretario de Estado das Florestas foi essencial para corrigir uma decisão errada e garantir equilíbrio nesta matéria.

FENCAÇA garante reabertura da caça à rola e expõe distorções do ICNF
Jacinto Amaro, presidente da FENCAÇA, afirma: “Graças ao acompanhamento incansável da FENCAÇA nas reuniões do NADEG, conseguimos alertar de forma sistemática o Secretario de Estado das Florestas, Rui Ladeira, para a manipulação de informação praticada pelo ICNF. A entidade insistia em distorcer os factos, colocando obstáculos desnecessário e prejudicando tanto os interesses nacionais como os legítimos direitos dos caçadores portugueses.
A nossa firmeza e coerência foram decisivas para que a verdade viesse ao de cima. O que o ICNF garantia ser impossível transformou-se numa realidade da noite para o dia, provando que a FENCAÇA, com trabalho, conhecimento e persistência, continua a ser a principal voz da caça em Portugal.

O ICNF inoperante beneficia do trabalho dos outros e falha no essencial
Desde 2021, o ICNF nada reportou de relevante ao NADEG e não contribuiu em nada para o cumprimento dos dois requisitos essenciais para a retoma da caça à rola (veja-se as atas das reuniões do NADEG e os documentos de trabalho).
Felizmente, graças a posição geográfica de Portugal na rota migratória ocidental, o trabalho árduo de Espanha e França- que incluíram monitorização da população e da abundância, avaliação da sobrevivência, e análise da relação entre a espécie e os habitats- permitiu fornecer dados fundamentais para a gestão adaptativa e ações detalhadas de recuperação de habitats. Esses esforços foram determinantes para alcançar os objetivos traçados, e a esses países estamos verdadeiramente gratos.

Já o ICNF, sem qualquer mérito próprio, limitou-se a beneficiar do esforço dos outros. E quando lhe restava apenas a simples responsabilidade de criar um sistema de fiscalização e controlo dos abates da quota atribuída a Portugal- um dos requisitos para a abertura da caça em Portugal-não o conseguiu cumprir, dentro do prazo estipulado pelo NADEG, limitando-se a informar de que manteria a moratória e futuramente iriam apresentar uma proposta, para beneficiar da experiência de outros Estados-Membros”.
Hoje, começaram a trabalhar num Plano de Controle e Fiscalização- que deveriam ter desenvolvido ao longo de dois anos- terá agora de ser apresentado de forma apressada até 11 de abril, data-limite para que Portugal apresente a estrutura desse plano. Seguidamente resta-lhe desenvolver rapidamente uma aplicação digital (app) e começar a testá-la para que esteja operacional na data da abertura da caça.

Este é o triste reflexo do funcionamento do ICNF: desorganização, inércia e falta de compromisso com a caça e com os caçadores portugueses. Infelizmente, já não nos surpreende, há mais de seis anos que nada faz em prol do setor!

O ICNF deveria aprender com o trabalho realizado pelos Governos de Espanha e França em vez de tentar justificar a sua inoperância

Aconselhamos o ICNF a estudar os planos estratégicos de Espanha e França para o retorno da caça à rola, iniciados logo após a aplicação da moratória. Talvez assim aprenda o que é estratégia e organização.
O ICNF tenta justificar a sua inoperância e falta de eficácia com a ausência de respostas por parte do Programa ProRola1, cuja coordenação foi pelo próprio ICNF atribuída ao Instituto Superior Agrário (ISA). Isso é inaceitável!
O ProRola 1 não foi concebido para dar resposta às perguntas do NADEG nem para implementar as suas recomendações. A ausência de respostas e de implementação das diretrizes emanadas do NADEG são da responsabilidade exclusiva do ICNF. Mas, com anos de trabalho negligenciado, inércia e desorganização, como é obvio não conseguiu manter um papel proactivo na questão da rola-comum, tenta agora encontrar um bode expiatório.
O ICNF continua a ser o principal responsável pela gestão e conservação da rola-comum e pela definição de medidas que garantam a sua sustentabilidade, além de ser o principal recetor de verbas do Fundo Ambiental para recuperação de habitats e preservação da biodiversidade. Deveria vir a público explicar o que fez com todos esses milhões ao longo de seis anos!
Mantendo a mesma linha de atuação, não teremos problemas somente com a rola-comum, há outras espécies como a codorniz e ao zarro-comum, que já se encontram sujeitas a um regime de gestão adaptativa, espécies com as quais o ICNF já deveria estar a esboçar um Plano Nacional, para não cair no mesmo abismo.
Não vivemos em realidades virtuais nem nos deixamos enganar por discursos preparados, mas sem conteúdo. A caça merece ser tratada com seriedade e competência, e não com desculpas e inação.

Muito trabalho pela frente: FENCAÇA continuará a colaborar, ICNF continuará a falhar?
Daqui até à abertura da caça, há muito trabalho a ser feito, e a FENCAÇA, como sempre, estará presente e disponível para colaborar de forma construtiva.

Entretanto, num período marcado por eleições nacionais, resta-nos aguardar para ver que surpresas nos esperam após maio. Mas a grande questão mantem-se: o que irá o ICNF fazer até à suposta abertura da caça à rola? Finalmente assumirá a suas responsabilidades ou continuará a sua política de inação?

O tempo o dirá, mas a FENCAÇA, mantêm-se firme com o seu compromisso. Já trabalhávamos em prol do setor antes desta equipa que lidera atualmente o ICNF ter assumido responsabilidades e continuaremos após a sua saída. O nosso foco foi, é, sempre será, a defesa da caça e dos caçadores portugueses.

Paula Simões
1/abril/2025

Mais um aniversário do nosso clube em boa companhia. (31)
23/03/2025

Mais um aniversário do nosso clube em boa companhia. (31)

10/03/2025

POR DECISÃO DO ICNF, PORTUGAL NÃO REABRIRÁ A CAÇA À ROLA-BRAVA EM 2025

Espanha, França e Itália receberam aprovação para reabrir a caça à rola-comum ( Streptopelia turtur) em 2025, graças aos esforços desenvolvidos nos últimos quatro anos. Esses países poderão caça a espécie, com quotas definidas pelo NADEG. Portugal informou que só reabrirá a caça à rola em 2026.

Apesar do trabalho realizado pelos caçadores portugueses para a recuperação de habitats e o aumento da população e rola-brava, o Instituo de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) informou o Comité NADEG de que Portugal só reabrirá a caça em 2026.
A principal razão para esta restrição é a ausência de um sistema digital de controle e fiscalização dos abates, uma exigência do NADEG para garantir um controlo eficaz da quota de caça autorizada.

Na reunião de 4 de março, o NADEG (o grupo de especialistas das Diretivas Aves e Habitats da Comissão Europeia) e os Estados-Membros que compõem a rota migratória ocidental (no caso português o ICNF), analisou os critérios para a reabertura da caça à rola-comum e concluiu que deveriam ser cumpridas três condições essenciais:
1. Implementação de medidas eficazes de recuperação da espécie;
2. Crescimento populacional sustentável;
3. Existência de um sistema credível de regulamentação e controlo da caça.

O NADEG, após confirmar estarem reunidos os requisitos pré-definidos para reabertura da caça, “autorizou” para 2025 uma taxa de abate de 1,5%, com uma percentagem adicional de 30% caso os países demostrassem ter contribuído para a recuperação da espécie.
Espanha, França e Itália demonstraram preencher os requisitos impostos, nesta última fase, tendo desenvolvido e implementado um sistema de controle e fiscalização e contribuído para o crescimento demográfico da espécie. Portugal ainda não atingiu os objetivos estabelecidos.

Como resultado, foram definidas quotas para os países que reabrirão a caça em 2025:
Espanha: 106.920 aves;
França: 10.560 aves;
Noroeste de Itália: 924 aves;
Portugal: 0 aves
Esta proposta será oficialmente apresentada aos Estados-Membros na próxima reunião do NADEG, em 1 de abril.
Este é o culminar de 4 anos de trabalho entre o NADEG e o ICNF. Este organismo deveria vir a público explicar porque não atingiu as metas recomendadas pelo NADEG.

Falta de um Plano de controle e fiscalização em Portugal
Um dos principais obstáculos para a reabertura da caça em Portugal é a inexistência de um sistema credível de controle e fiscalização e de uma efetiva recuperação da população.

1-Plano de controle e fiscalização:
O NADEG enfatizou que a reabertura da caça exige mecanismos eficazes de fiscalização. A FENCAÇA alertou antecipadamente o Governo para essa necessidade e demonstrou disponibilidade para colaborar. Para cumprir esse objetivo, o ICNF precisaria de disponibilizar uma aplicação digital gratuita que permitisse:
 O registo obrigatório das capturas por parte dos caçadores, fornecendo dados com número de aves abatidas e locais de caça;
 A emissão de alertas sobre as quotas atingidas e encerramento automático da caça quando os limites fossem alcançados;
 A monitorização das atividades dos caçadores pelas autoridades de fiscalização por meio da aplicação assegurando o cumprimento das quotas.

2- Recuperação da rola comum: Medidas e falhas na Implementação
A conservação e o aumento de habitats de qualidade para a rola-comum foram critérios fundamentais para a majoração em 30% da quota definida pelo NADEG. Países como Espanha e França demonstraram a execução dessas medidas à escala nacional, garantindo assim esta taxa adicional de abates.
O NADEG, indicou antecipadamente quais os objetivos a serem atingidos à manutenção e aumento de habitats de boa qualidade nos locais de reprodução da rola.
 Informou de que pretendia reconhecer e compensar os esforços dos caçadores na implementação de medidas de gestão de habitats, e integrar essas ações no mecanismo de gestão adaptativa (AHMM).
 Indicou a necessidade do desenvolvimento de estratégias nacionais adequadas às realidades locais de cada país.
 Insistiu em investimentos em larga escala para recuperação da rola-brava, indo além das zonas de caça. O NADEG sugeriu o uso de mecanismos como as “regimes ecológicos” e outros instrumentos da Política Agrícola Comum (PAC) para esse fim.
O que fez o Governo português em prol da recuperação e habitats da rola comum?

Compromissos do Governo Português

“Em 3 de agosto de 2021, o ICNF anunciou no seu site a criação de um procedimento concursal no âmbito do Fundo Florestal Permanente, com uma dotação de 4 milhões de euros para apoiar investimentos na melhoria de habitats. O objetivo seria “apoiar investimentos de melhoria e gestão dos habitats, uma vez que este é um fator essencial para a recuperação das espécies de fauna selvagem.”
Porém em 2025, não há registo de qualquer investimento significativo nesse sentido.

Financiamento do Setor Cinegético e Falta de Aplicação de Recursos
O setor cinegético e piscícola, contribui anualmente para o Fundo Ambiental (FA). Só em taxas, nos últimos anos foi:
• Ano 2022: 900.000€
• Ano 2023: 500.000€
• Ano 2024: 500.000€
Entretanto, não há transparência sobre a aplicação desses valores na recuperação da rola-comum. O ICNF recebe milhões de euros anuais do Fundo Ambiental para conservação da natureza e da biodiversidade. Mas, onde é aplicado esse dinheiro?

Só há atualmente dois investimentos conhecidos direcionados para a conservação das espécies cinegéticas, que são:
• Projeto ProRola (1º Fase) - Instituto Superior de Agronomia: 200.000€
• Projeto ProRola (2ª Fase) - Instituto Superior de Agronomia: 200.000€
O Instituto Superior de Agronomia-ISA foi a entidade coordenadora do Projeto ProRola1. Este projeto foi concluído, seria importante divulgar os seus resultados.
O ProRola 2 deveria supostamente ter início em 2025, pelo que seria adequado divulgar o Plano de Ação e o timing de execução.

Jacinto Amaro, Presidente da FENCAÇA refere que “…a ausência de um Plano de Recuperação e Conservação da rola-comum e a falta de investimentos efetivos colocam Portugal em desvantagem face a outros países que demonstram empenho na recuperação da espécie e na gestão sustentada dos recursos cinegéticos. Portugal continua estagnado, desperdiçando oportunidades de gerir de forma sustentável uma espécie que faz parte do nosso património cultural.
Os caçadores têm feito a sua parte, contribuindo financeiramente e implementando boas práticas de conservação. No entanto, o ICNF ignora sistematicamente o setor, negligencia os investimentos prometidos e não é transparente na aplicação dos recursos.
O setor cinegético exige medidas concretas, e não mais desculpas e promessas vazias. Sem uma mudança urgente de atitude e gestão, Portugal continuará a ser penalizado, enquanto que aqueles que realmente trabalham na conservação da rola-brava são deixados para trás.
O NADEG exige medidas concretas para a reabertura da caça. Se o país desejar retomar a caça à rola-comum é essencial que o ICNF apresente um plano estruturado e implementem ações eficazes de conservação.

Paula Simões
9/3/2025

Queremos agradecer a junta de freguesia de Santo Estevão a oferta de um ar condicionado para conseguirmos conviver na no...
27/02/2025

Queremos agradecer a junta de freguesia de Santo Estevão a oferta de um ar condicionado para conseguirmos conviver na nossa sede mais confortáveis. Obrigado por tudo.

Vamos ver se ele se mantém aqui por muito tempo.
26/06/2024

Vamos ver se ele se mantém aqui por muito tempo.

26/06/2024
26/06/2024

Endereço

Santo Estêvão
2130

Telefone

969926388

Website

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Clube de Tiro a Chumbo da Freguesia de Santo Estêvão publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar