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Terá sido o primeiro globetrotter do futebol português. Depois de uma curta carreira como futebolista, interrompida prec...
07/04/2026

Terá sido o primeiro globetrotter do futebol português. Depois de uma curta carreira como futebolista, interrompida precocemente devido a uma lesão, iniciou um trajeto de quatro décadas como treinador, tendo trabalhado em Moçambique, na África do Sul, na Grécia e no Brasil. Já em Portugal treinou clubes como Académica, Atlético, O Elvas, Lusitano de Évora, Vitória de Setúbal, Olhanense e Belenenses. Recorde Severiano Correia.

Futebol português e internacional, desporto no distrito de Setúbal, Wrestling

03/04/2026

Neste dia em 1949, O Elvas e Vitória de Setúbal empataram a três golos na cidade raiana

3 de abril de 1949 – I Divisão (25.ª jornada)
O Elvas 3-3 Vitória FC

Chuva de golos na cidade raiana, numa altura em que O Elvas (9.º lugar, com 20 pontos) já tinha a permanência assegurada e o Vitória (13.º, 17) ainda poderia ser alcançado pelo lanterna vermelha Boavista (14.º, 14).
Depois de um autogolo de Artur Oliveira ter adiantado os sadinos aos 31 minutos, Sanina bisou no espaço de seis segundos ainda antes do intervalo (32’ e 38’) e Massano fez o 3-1 no início da segunda parte (77’). No entanto, os setubalenses haveriam de marcar os dois golos que lhe dariam o empate, por intermédio de Aníbal Rendas (77’) e Neves na própria baliza (90’).
O Diário de Notícias destacou a “meia hora de equilíbrio com golos falhados e depois três tentos de enfiada” e a forma como “o Vitória não esmoreceu” quando esteve a perder por dois golos de diferença.

Recorde todos os jogos entre Vitória de Setúbal e O Elvas e leia mais aqui: https://davidjosepereira.blogspot.com/2023/12/blog-post_15.html

27/03/2026

Hoje faz anos o ex-gangster que se catapultou para o estrelato em Campo Maior e no Bessa. Quem se lembra de Jimmy Floyd Hasselbaink?

Jimmy Floyd Hasselbaink foi um dos grandes avançados do seu tempo. Foi melhor marcador da Premier League em duas ocasiões (em 1998-99 pelo Leeds United e em 2000-01 pelo Chelsea), marcou presença no Mundial 1998, fartou-se de marcar golos no Atlético Madrid e ajudou o modesto Middlesbrough a chegar à final da Taça UEFA em 2005-06. Mas a fama e o prestígio internacional que ganhou teriam sido muito difíceis de obter caso o Campomaiorense não o tivesse trazido para o futebol português.

Nascido no Suriname a 27 de março de 1972, foi viver para os Países Baixos com a mãe e três irmãos e começou por ser guarda-redes nas camadas jovens do modesto Gestaagt Volharding Overwint (GVO).

Entretanto juntou-se a um gang e esteve envolvidos em vários roubos, tendo chegado a passar três meses num centro de detenção juvenil e a ser expulso de um clube. Mesmo quando transitou para sénior continuou a acumular problemas disciplinares, tendo sido dispensado pelo Telstar, então na II Liga Holandesa, após ter chegado atrasado a vários jogos.

Após ter passado pelo AZ Alkmaar, esteve a treinar à experiência em clubes dos Países Baixos, da Áustria e... no Campomaiorense, acabando por impressionar o treinador Manuel Fernandes no verão de 1995. "O meu empresário da altura era muito amigo de um outro empresário em Portugal, que conhecia pessoas em Campo Maior. O clube precisava de um avançado na altura e uma coisa levou à outra. Foi assim que eu apareci em Campo Maior", contou ao Maisfutebol em abril de 2023.

Na altura, era conhecido no seu país apenas pelo apelido, Hasselbaink, mas Rui Nabeiro deu-lhe o nome "Jimmy". "Ele não queria que ninguém soubesse que eu estava em Campo Maior à experiência e veio com essa ideia de me chamarem Jimmy. O meu nome é Jerrel Floyd Hasselbaink e na altura eu era conhecido como Hasselbaink. Foi ele que me colocou Jimmy e partir daí toda a gente me chamava Jimmy. Aliás, em Inglaterra fiquei como Jimmy Floyd Hasselbaink", acrescentou.

Embora tivesse chocado com as diferenças no país, idioma, clima e cultura, adaptou-se rapidamente a Campo Maior e ficou encantado com a simpatia dos locais. Em campo, desatou a marcar golos. "Boa gente. Foi a partir deles que eu tive a minha oportunidade. Se não fosse Campo Maior e a família Nabeiro eu não seria o Jimmy Floyd Hasselbaink que sou hoje. Estou-lhes muito grato e naturalmente deixo as minhas condolências à família. Rui Nabeiro era um homem fantástico. Falava um inglês ok, um pouco forçado, e lembro-me que nos divertíamos. Ríamo-nos muito juntos. Não tenho uma única coisa má recordação de Campo Maior, da família Nabeiro ou do Campomaiorense", confessou o antigo ponta de lança.

Ao serviço do conjunto alentejano apontou 12 golos em 34 jogos oficiais em 1995-96, mas mostrou-se impotente para impedir a despromoção à II Liga. Ainda assim valorizado, deu o salto para o Boavista. "Era um nível acima, jogava as competições europeias, tinha grandes jogadores como o Sanchez, o Artur, o Nuno Gomes, enfim. Era um clube maior, numa cidade muito diferente, com mais pressão, mas também um clube muito simpático e que me tratou sempre bem. A família Loureiro, que estava à frente do clube, foi também muito boa para mim", lembrou o neerlandês, que ao serviço dos axadrezados somou 24 remates certeiros em 38 encontros, tendo conquistado a Taça de Portugal na única época que passou no Bessa, em 1996-97. Os 20 tentos que somou na I Liga nessa temporada só foram superados pelos 30 de Jardel.

Depois veio o estrelado. No verão de 1997 foi transferido para o Leeds United por dois milhões de libras (equivalente a 2,78 milhões de euros ao câmbio da altura) e em Inglaterra viveu o auge da carreira. Em 1998-99 sagrou-se o melhor marcador da Premier League, tendo dividido o prémio com Michael Owen e Dwight Yorke, todos com 18 golos. Antes, fez a estreia pela seleção neerlandesa e marcou presença no Mundial 1998.

Seguiu-se nova transferência, mas para o Atlético Madrid, por um valor equivalente a 16,7 milhões de euros. Individualmente viveu na capital espanhol uma época de sonho, ao apontar 35 golos em 47 partidas, mas coletivamente vivenciou um pesadelo, uma impensável despromoção à II Liga Espanhola.

Contudo, como tinha uma cláusula de despromoção no seu contrato, teve facilidade em regressar à Premier League pela porta do Chelsea, que pagou o equivalente a 22,5 milhões de euros pelos seus serviços. Em Stamford Bridge acabou por reencontrar Claudio Ranieri, que o havia orientado nos colchoneros, e voltou a sagrar-se melhor marcador da liga inglesa, com 23 golos em 2000-01. Nessa temporada venceu ainda a FA Charity Shield, a Supertaça de Inglaterra.

Haveria de permanecer em Londres já para lá do início da era Roman Abramovich, mas foi dispensado por José Mourinho no verão de 2004. Acabou por rumar ao Middlesbrough, ajudando o emblema do Riverside a atingir a final da Taça UEFA em 2005-06.

Na curva descendente da carreira representou ainda Charlton e Cardiff antes de pendurar as botas em 2008, aos 36 anos.

Veja vídeos de golos e melhores momentos de Jimmy Floyd Hasselbaink e leia mais aqui: https://davidjosepereira.blogspot.com/2024/03/Jimmy-Floyd-Hasselbaink-Campomaiorense-Boavista-Leeds-Atletico-Madrid-Chelsea-Middlesbrough.html

19/03/2026

Quem se lembra de quando o Estrela de Portalegre esteve perto de devolver futebol de primeira divisão ao Alentejo?

Quase sempre sem incluir clubes das áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, a II Divisão – Zona Centro foi terreno fértil para que alguns emblemas sonhassem com a promoção ao primeiro escalão. Basta recordar que foi através desta via que Académico Viseu (1978), União de Leiria (1979), Ginásio de Alcobaça (1982) e Recreio de Águeda (1983) chegaram pela primeira vez à elite por essa via.
O Estrela de Portalegre também esteve muito perto de o conseguir em 1977, quando concluiu o campeonato em segundo lugar com os mesmos 43 pontos do campeão Feirense. A formação alentejana até tinha vantagem na diferença entre golos marcados e sofridos, mas perdeu para os fogaceiros no confronto direto, o primeiro critério de desempate.
Nessa época os portalegrenses ainda disputaram uma fase de promoção com Sp. Espinho e CUF, mas ficaram atrás dos tigres da Costa Verde.
Presentemente, o Estrela não tem futebol sénior.

Saiba quais foram os 8 outros clubes que estiveram perto mas nunca conseguiram subir à I Divisão e leia mais aqui: https://davidjosepereira.blogspot.com/2021/01/ii-divisao-peniche-sesimbra-marinhense-estrela-portalegre-juventude-evora-uniao-lamas-louletano-benfica-castelo-branco-maia.html

18/03/2026

Hoje faz anos Demétrius. Quem se lembra dele no Campomaiorense?

O melhor marcador de sempre dos galgos na I Liga, com 23 golos. Ponta de lança com um currículo interessante, que incluía passagens por clubes importantes no Brasil como Santos, Fluminense e Bahia, foi contratado pelo Campomaiorense no verão de 1997, no arranque de uma época em que os alentejanos tinham o estatuto de recém-promovidos à I Liga.
Em 17 jogos (seis a titular), apontou sete golos – todos a partir de março -, incluindo um hat trick ao Sporting numa derrota por 3-5 em Campo Maior, tendo também faturado diante de Belenenses, Sp. Braga, Farense e Vitória de Guimarães.
Em 1998-99 foi mais longe e apontou 16 golos em 29 jogos (22 a titular) no campeonato – apenas o portista Jardel (36) e o benfiquista Nuno Gomes (24) fizeram melhor. Para esse registo contribuíram dois hat tricks - à Académica, ao Farense e ao Desp. Chaves – e um bis, ao Beira-Mar. Na Taça de Portugal também foi importante, ao marcar um dos golos que afastou o Esposende nas meias-finais. No Jamor também esteve perto de faturar logo nos primeiros minutos, mas ficou em branco e o Beira-Mar levou a troféu.
A temporada seguinte também foi iniciada nos galgos, mas após oito jogos (cinco a titular) e nenhum golo deu o salto para o Boavista, clube pelo qual se haveria de sagrar campeão nacional, ainda que com uma participação diminuta.

Saiba quais são os outros brasileiros entre os 10 com mais jogos pelo Campomaiorense na I Liga e leia mais aqui: https://davidjosepereira.blogspot.com/2020/11/campomaiorense-zerozero-jogadores-brasileiros-laelson-welington-beke-isaias-demetrius-rene-rivas-joel-detinho-mauro-soares-telmo.html

O clube raiano quebrou jejum de 21 anos e sagrou-se campeão distrital da AF Bragança ainda em fevereiro, num campeonato ...
14/03/2026

O clube raiano quebrou jejum de 21 anos e sagrou-se campeão distrital da AF Bragança ainda em fevereiro, num campeonato com apenas dez equipas e 18 jornadas. O Vitória é líder em Setúbal.

Futebol português e internacional, desporto no distrito de Setúbal, Wrestling

11/02/2026

Hoje faz anos Lucas Demétrio. Quem o conhece/se lembra dele n'O Elvas?

Extremo natural de Elvas, iniciou a formação no Elvenses, mas concluiu-a no O Elvas, tendo transitado para a equipa principal em 1993-94, época em que disputou um jogo na II Divisão B, tendo atuado na última meia hora numa receção ao Olivais e Moscavide na derradeira jornada.
Na temporada seguinte foi utilizado em 17 partidas (11 a titular) e marcou um golo ao Casa Pia, insuficiente para evitar a descida à III Divisão.
Em 1995-96 representou o Proença-a-Nova, mas na época que se seguiu voltou ao Campo Patalino para contribuir para a subida à II Divisão B, patamar em que amealhou um total de 43 encontros (32 a titular) e um golo entre 1997 e 1999, voltando a não conseguir impedir a despromoção.
Após nova descida de divisão transferiu-se para a Sanjoanense, tendo ainda passado por clubes como Olhanense e Imortal antes de voltar ao O Elvas em 2005-06 para jogar na III Divisão.

Saiba quais são os outros jogadores entre os 10 com mais jogos pelo O Elvas na II Divisão B e leia mais aqui: https://davidjosepereira.blogspot.com/2021/08/o-elvas-zerozero-sardinha-kikas-juanito-picarra-nuno-bras-silva-toni-vidigal-luis-vidigal-beto-vidigal-lucas-joao-carlos.html

29/01/2026

Futebol português e internacional, desporto no distrito de Setúbal, Wrestling

23/01/2026

Neste dia em 2017, morreu o primeiro jogador a marcar pelo Benfica na Luz e na Taça dos Campeões Europeus. Quem se lembra de Francisco Palmeiro?

Muito provavelmente, quem está a ler este texto nunca o viu jogar e talvez até nunca tenha ouvido falar dele, mas Francisco Palmeiro foi uma figura importante do Benfica na década de 1950. Representou o emblema encarnado entre 1953 e 1961, demasiado tarde para ter participado na conquista da Taça Latina (1950) e demasiado cedo para contribuir para o bicampeonato europeu (1960-61 e 1961-62), embora ainda fizesse parte do plantel que conquistou a primeira Taça dos Campeões Europeus.

Contudo, este extremo nascido a 16 de outubro de 1932 na localidade alentejana de Arronches, distrito de Portalegre, está na história das águias sobretudo por ter sido o primeiro jogador a marcar pelo Benfica no antigo Estádio da Luz, tendo apontado o tento de honra numa derrota às mãos do FC Porto (1-3) no jogo de inauguração, a 1 de dezembro de 1954; e também a faturar na Taça dos Campeões Europeus, numa derrota com o Sevilha (1-3) a 19 de setembro de 1957.

Pelo meio, foi o herói de uma rara vitória de Portugal sobre Espanha – a segunda da história –, a 3 de junho de 1956, tendo apontado os três golos da equipa das quinas num triunfo por 3-1 no Estádio Nacional. Foram os únicos que somou pela seleção nacional em três internacionalizações.

Nada mau para quem começou a jogar futebol bem longe dos grandes centros urbanos, nas camadas jovens do Atlético de Arronches, tendo ainda representado O Elvas e o Portalegrense antes de chegar ao Benfica em 1953, apesar de ter participado em dois jogos particulares pelas encarnados em 1949, quando tinha 17 anos e havia aproveitado o facto de ter um tio como empregado no clube para treinar.

Pela equipa principal das águias foi utilizado em 116 jogos oficiais e apontou 35 golos, tendo vencido três campeonatos nacionais (1954-55, 1956-57 e 1959-60) e três Taças de Portugal (1954-55, 1956-57 e 1958-59).

Já no ocaso da carreira ainda fez duas boas temporadas ao serviço do Atlético na I Divisão, tendo depois representado o Almada nas divisões secundárias do futebol português e os Pescadores da Costa de Caparica e o Monte de Caparica nos distritais da Associação de Futebol de Setúbal.

Viria a falecer a 22 de janeiro de 2017, aos 84 anos. A autarquia de Arronches homenageou-o com a atribuição do seu nome ao estádio municipal, onde também se encontra o Centro de Memórias do Jogador.

Veja documentários sobre Francisco Palmeiro e leia mais aqui: https://davidjosepereira.blogspot.com/2024/10/Francisco-Palmeiro-Benfica-Atletico-Arronches-O-Elvas-Portalegrense-Almada-Pescadores-Costa-Caparica-Monte-Caparica-zerozero.html

15/01/2026

Hoje faz anos Nuno Luís. Quem se lembra dele no Campomaiorense?

Lateral direito internacional jovem português e formado no Sporting ao lado de Beto, Nuno Valente, Silas e Porfírio, passou pela Académica antes de ingressar no Campomaiorense em 1994-95, época marcada pela subida à I Liga.
Na temporada que se seguiu atuou em 27 partidas (26 a titular) no primeiro escalão e marcou dois golos, diante de União de Leiria e Salgueiros, insuficientes para evitar a despromoção.
Em 1996-97 sagrou-se campeão da II Liga e na época seguinte participou em 30 jogos (27 a titular) e marcou um golo ao Marítimo no patamar maior do futebol português, ajudando os galgos a assegurar a permanência.
No verão de 1998 transferiu-se para o Salamanca, então na I Liga Espanhola.

Saiba quais são os outros jogadores entre os 10 com mais jogos pelo Campomaiorense na I Liga e leia mais aqui: https://davidjosepereira.blogspot.com/2022/07/Campomaiorense-zerozero-Laelson-Paulo-Sergio-Jorginho-Wellington-Vitor-Manuel-Sousa-Beke-Torrao-Isaias-Rogerio-Matias-Nuno-Luis.html

19/12/2025

Neste dia em 2019, morreu Beto Vidigal. Quem se lembra dele?

O “mestre”. Ao contrário da esmagadora maioria dos elementos que compõem esta lista, o médio Beto Vidigal jogou com a camisola de “O Elvas” na I Divisão no final dos anos 1980, na última passagem do emblema alentejano pelo primeiro escalão.
Irmão mais velho de Luís, Lito, Toni e Jorge Vidigal e pai de André Vidigal, nasceu em Angola, mas veio para Portugal a meio da década de 1970 e entrou para o clube ainda nas camadas jovens, estreou-se pela equipa principal em 1983 e fez parte de um trajeto que haveria de culminar com a promoção ao patamar maior do futebol nacional em 1986.
Seguiram-se duas épocas na I Divisão, nas quais disputou um total de 56 jogos (51 a titular) e marcou três golos, todos em 1987-88, diante de Sp. Espinho (dois) e Vitória de Setúbal.
Após a descida de divisão deixou a casa-mãe, passando por Louletano e União de Leiria até voltar ao clube da cidade raiana em 1993-94, na II Divisão B. Nas épocas seguintes representou Naval e Vila Real, mas voltou a casa em 1996, vestindo de azul e ouro até 2003 – à exceção da época 2000-01, quando fez uma pausa na carreira -, tendo contribuído para a subida à II Divisão B em 1996-97 e para a conquista do título distrital em 2001-02.
Quando questionado sobre qual dos irmãos tinha mais talento para o futebol, Lito Vidigal sugeriu o nome de Beto, em entrevista à Tribuna Expresso: “Não sei, talvez o Beto, o mais velho. Era bom mesmo.”
Após pendurar as botas foi treinador adjunto na equipa principal, tendo falecido a 19 de dezembro de 2019, aos 55 anos, vítima de cancro nos intestinos. “Hoje é um dia triste para a família azul e ouro, deixou-nos uma das figuras mais emblemáticas do nosso clube”, assinalou “O Elvas” no Facebook.

Saiba quais são os outros jogadores entre os 10 com mais jogos pelo O Elvas na I Divisão e leia mais aqui: https://davidjosepereira.blogspot.com/2020/08/o-elvas-zerozero-massano-neves-sousa-patalino-vieira-horacio-beto-vidigal-casimiro-artur-oliveira-galinho.html

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