Grupo de Xadrez Alekhine (GXA)

Grupo de Xadrez Alekhine (GXA) Grupo de Xadrez Alekhine Como é que se desenrolou o processo?

Este grupo foi fundado em 1947 por um grupo de amigos que se entretinham a jogar xadrez e damas numa ta*****ia da Rua da Beneficência em Lisboa. Em maio desse ano o Jornal de Xadrez do Porto organizou um torneio por correspondência e aqueles amadores pensaram logo em se inscrever. Um dos participantes, Pedrosa Franco, propôs para a equipa o nome de Grupo de Xadrez Alekhine, em homenagem ao Campeão do Mundo, falecido no Estoril em 1946. Portanto nessa altura não se tratava efetivamente de um clube de xadrez, mas a ideia apareceria poucos meses depois. Ao longo dos muitos anos entretanto decorridos, o GXA teve altos e baixos, chegando quase a desaparecer, mas hoje é uma realidade marcante no panorama do xadrez lisboeta, graças aos esforços de muitos dos seus sócios, dos quais merecem ser destacados Pedrosa Franco, no início, e Amadeu Solha Santos, nos anos recentes.

15/09/2026

O Grupo de Xadrez Alekhine vai realizar um torneio aberto a sócios e não sócios denominado GX Alekhine Open Abertura da época 2026/27 sub 8-sub 16 semi-rápidas no dia 27 de Setembro de 2026. O Torneio tem o apoio da Junta de Freguesia das Avenidas Novas.
O torneio será disputado em sistema suíço, em 6 sessões e jogar-se-á segundo as regras da FIDE e da FPX, com o ritmo de jogo de 10min + 5s por lance para cada jogador.
O Torneio é aberto a todos os jovens dos escalões sub 8, sub 10, sub 12, sub 14 e sub 16. Será requerida a homologação para Elo FIDE, pelo que só poderão participar jogadores filiados na Federação Portuguesa de Xadrez.
​As inscrições deverão ser feitas até às 14h15 de 27/09/2026 para o endereço eletrónico [email protected] ou então por SMS para o telemóvel 964825445 (Carlos Aguiar) ou 966666434 (António Garcia).
​Taxas de inscrição: sócios filiados no GX Alekhine gratuita; sócios não filiados no GX Alekhine 5€, não sócios 10€.
​A 1ª Sessão terá início às 14h30.
Consulte o regulamento completo no site do clube (gxalekhine.weebly.com).

13/09/2026

Tem início amanhã, segunda-feira, pelas 19:45, o nosso Open de Verão.
Siga as partidas das quatro primeiras mesas através do site do clube (gxalekhine.weebly.com).

A nossa jovem Veronika Ryabukhina venceu esta tarde o Campeonato Nacional Feminino de Semi-rápidas. Veronika venceu cinc...
30/08/2026

A nossa jovem Veronika Ryabukhina venceu esta tarde o Campeonato Nacional Feminino de Semi-rápidas. Veronika venceu cinco partidas, e apenas empatou na última sessão, com a MFF Ana Inês Silva que ficou em terceiro lugar.
Em segundo lugar ficou Maria Beatriz Areal, do Vitória de Guimarães, que foi declarada Campeã Nacional, por Veronika ainda não ter a nacionalidade Portuguesa.
De manhã decorreu o Campeonato Nacional Feminino de rápidas, no qual que venceu Raquel Duque, do Vitória de Guimarães, e em que Veronika se classificou no terceiro lugar.

30/08/2026

O Grupo de Xadrez Alekhine vai organizar um Torneio Aberto em partidas clássicas, designado GX Alekhine Open de Verão 2026, com início no dia 14 de Setembro de 2026.
​O torneio será disputado em sistema suíço de 7 sessões e jogar-se-á com o ritmo de 1h30 + 30s por lance para cada jogador.
​​As inscrições deverão ser feitas até às 21h00 de 13-09-2026 para o endereço eletrónico [email protected] ou então por SMS para o telemóvel 966666434 (António Garcia). Será dada prioridade aos sócios do GX Alekhine.
Taxas de inscrição: sócios dos escalões jovens filiados pelo clube: gratuita; restantes sócios: 10€; não sócos 15€; jogadores com elo superior a 2100, gratuita.
​​O calendário será o seguinte:
1ª sessão (segunda) 14-09-2026 às 19h45
2ª sessão (quinta) 17-09-2026 às 19h45
3ª sessão (segunda) 21-09-2026 às 19h45
4ª sessão (quarta) 23-09-2026 às 19h45
5ª sessão (quinta) 24-09-2026 às 19h45
6ª sessão (segunda) 28-09-2026 às 19h45
7ª sessão (quinta) 01-10-2026 às 19h45
Consulte o regulamento completo no site do clube (gxalekhine.weebly.com)..

Alexandre Alekhine — o génio que dá nome ao nosso ClubeO nome do Grupo de Xadrez Alekhine homenageia uma das figuras mai...
30/08/2026

Alexandre Alekhine — o génio que dá nome ao nosso Clube

O nome do Grupo de Xadrez Alekhine homenageia uma das figuras maiores da história do xadrez.

Alexandre Alekhine foi campeão mundial, um jogador de extraordinário talento e criatividade, cuja forma de jogar transformou o tabuleiro numa verdadeira arte. A revista Xeque Mate, em 1956, por ocasião do décimo aniversário da sua morte, recordava-o como “o grande génio do xadrez” e “artista incomparável da Arte de Caissa”.
A sua vida, porém, foi tão complexa como o seu xadrez. Viveu períodos conturbados da história europeia e a sua personalidade ficou também marcada por polémicas e controvérsias. A sua própria morte, ocorrida no Estoril, em 1946, permanece envolta em algum mistério. É precisamente esse enigma que está no centro da investigação publicada pelo Público em 2002, “O mistério da morte de Alekhine”, de Celso Cunha e José Milhazes (link – [https://www.publico.pt/2002/10/14/jornal/o-misterio-da-morte-de-alekhine-175445]). Este tema é tratado é muitos outros trabalhos, como por exemplo, no livro de Dagoberto L. Markl, Xeque-Mate no Estoril - a morte de Alexander Alekhine.

Ao evocar o seu nome, o Grupo de Xadrez Alekhine homenageia sobretudo o jogador, o criador e o génio que deixou uma marca indelével no xadrez mundial. Alekhine morreu há 80 anos, mas a sua arte continua viva em cada partida jogada em seu nome.
Na próximo mês, entramos na evocação de Alekhine feita pelo mestre Rui Nascimento, numa palestra feita no GXA em março de 1956, e publicada no nº12 da revista Xeque Mate.

02/08/2026

A sede do GX Alekhine f**ará encerrada durante o mês de Agosto.
Reabrimos dia 28 de Agosto.

Primeiro LanceHá textos que resistem ao tempo. Publicado no primeiro número da revista Xeque Mate, em novembro de 1954, ...
31/07/2026

Primeiro Lance

Há textos que resistem ao tempo. Publicado no primeiro número da revista Xeque Mate, em novembro de 1954, o editorial "Primeiro Lance" é um testemunho surpreendente da realidade do xadrez português da época e, simultaneamente, uma reflexão que continua a ecoar nos dias de hoje. Escrito há quase 72 anos, Joaquim Durão (um dos melhores jogadores portugueses de todos os tempos) identif**a, com rara lucidez e visão, problemas que ainda hoje desafiam o desenvolvimento do xadrez: a falta de dirigentes preparados e empenhados, a dificuldade em valorizar e reter talentos, a tendência para procurar soluções apenas no financiamento e a necessidade de uma comunicação forte e agregadora. Mais do que um documento histórico, este texto revela-se uma reflexão intemporal sobre os desafios do xadrez nacional e convida-nos a pensar até que ponto evoluímos — ou continuamos a enfrentar as mesmas questões.

O xadrez nacional, sem dúvida alguma, atravessa uma crise que, decerto, é a mesma de há 5, 10, 15, 20, 30 anos. Os lustros têm passado, os xadrezistas habilidosos têm aparecido em todas as épocas, deixam um rasto das suas qualidades na vida escaquística nacional e depois, quase misteriosamente, desaparecem.
Às vezes ressurgem, mas depressa, e sem motivo aparente, voltam às trevas.
— Ah, quantos nomes o xadrez nacional tem perdido, numa deserção verdadeiramente incompreensível!
Eng. Eduardo Pellen, dr. Fernando Encarnação, José Dores, eng. Raúl Quaresma Rosa, eng. Helder Sardinha, Masoni da Costa, eng. Correia Neves, Aristides Cunha, Lucílio Ventura, Henrique Mantero, eng. Virgílio Costa, Morais David, Marcelo Soares, José Castro e Melo, Fernando Fernandes, Manuel Sampaio, dr. Alves Valadares, Pereira da Costa, dr. Israel Ferreira, Cunha Serra, dr. Adelino Galhardo, Morais Sarmento, Manuel Robalo, Branco de Almeida, eng. Jorge Gonçalves, Simões Fonseca, dr. Tavares Rocha, arq. Ernani Nunes, etc., etc. Uns, consagrados; outros já próximos da consagração ou que revelavam qualidades para a atingir.
— Porque terão eles abandonado o nobre jogo que tantas horas de prazer lhes proporcionou?
Houve variados motivos: profissionais, de doença, fixação de residência em meios sem movimento escaquístico, desinteresse.
Se bem que aceitemos os primeiros, não podemos deixar de estranhar o último. — Por que se terão desinteressado? Por saturação, por desinteligências? Pode parecer isso, mas se rebuscarmos bem o motivo, chegaremos à triste conclusão de que a causa de tudo está na crise, na velha crise com aspecto crónico.
Ora, pelo que acima f**a dito, a crise parece não ser de valores, de matéria prima.
— Quem tem o dever de estimular, entusiasmar, ajudar, amparar, esses valores?
— Quem, senão os dirigentes?
Sem dúvida de qualquer espécie, a grande causa da crise reside nos dirigentes, na falta acentuada de indivíduos capacitados, que preencham as lacunas que quase todas as direcções dos organismos de xadrez apresentam, de uma vintena de anos a esta parte. Ao lado do elemento trabalhador tem-se sentado o indiferente que nada adianta.
E sem dúvida, também de espécie alguma, afirmaremos que nos vinte anos referidos bastantes têm sido os elementos trabalhadores que surgiram.
Há quem julgue, mesmo entre os dirigentes actuais, que a crise seria debelada com dinheiro — dinheiro para isto, dinheiro para aquilo, dinheiro para aqueloutro.
Embora a abundância de dinheiro fosse uma grande ajuda, a verdade é que só por si pouco adiantava.
O estímulo, o entusiasmo, a ajuda e o amparo que faltaram no momento próprio aos valores que abandonaram a causa do xadrez não eram de ordem material, não se podiam comprar. A solução do problema, portanto, não está no dinheiro.
O desejado só se conseguirá no dia em que todos os dirigentes desempenhem devidamente as suas funções enquanto ocuparem os cargos para que foram eleitos.
Perante este estado de coisas, qualquer que fosse a altura em que XEQUE MATE surgisse, a sua presença seria útil. Há sete anos que Portugal não tem uma publicação escaquística periódica. Esta falta, na verdade, também tem contribuído para a existência da crise. Temos consciência, portanto, da nossa utilidade.
Mas, infelizmente, sem a ajuda dos xadrezistas portugueses que se espalham pelos cinco continentes, a nossa existência não é possível. Pedimos pois o apoio de quem nos está a ler, para que esta publicação não tenha a sorte desafortunada de outras tentativas.
Enquanto existirmos, salvo as excepções naturais, colocaremos acima de tudo e de todos o xadrez nacional — entendendo por xadrez nacional não só o que se pratica na Metrópole, mas também nas Ilhas e no Ultramar.
Por ele pugnaremos até ao limite das nossas forças, a fim de que um dia venha a ocupar o lugar a que tem jus na vida nacional.
Joaquim Durão, in XEQUE MATE nº 1, novembro 1954

No passado dia 16 terminou o nosso Open do 79º Aniversário.O vencedor foi o jovem alekhinista Afonso Marques, que conseg...
25/07/2026

No passado dia 16 terminou o nosso Open do 79º Aniversário.
O vencedor foi o jovem alekhinista Afonso Marques, que conseguiu seis vitórias e um empate. Em segundo lugar ficou António Moraes, do Sporting, com menos um ponto, e em terceiro ficou o alekhinista Francisco Amões, que teve o melhor desempate de um grupo de cinco jogadores com cinco pontos.
Os vencedores por escalões foram:
Veteranos +65: Vítor Morais, Clube EDP
Veteranos +50: Reinaldo Silva, GX Alekhine
Sub20: Afonso Marques, GX Alekhine
Sub16: Olexandr Yastreb, AR Telheiras

Dia Internacional do Xadrez - Uma Viagem pela História do Grupo de Xadrez AlekhinePara assinalar o Dia Internacional do ...
20/07/2026

Dia Internacional do Xadrez - Uma Viagem pela História do Grupo de Xadrez Alekhine

Para assinalar o Dia Internacional do Xadrez, celebrado hoje 20 de julho, e no âmbito da preparação das comemorações do 80.º aniversário do Grupo de Xadrez Alekhine, partilhamos uma interessante notícia publicada no n.º 4, de março de 1955, da revista Xeque Mate – Revista Portuguesa de Xadrez.
Com o título «O Grupo Alekhine é um dos mais fortes baluartes do xadrez nacional», o artigo recorda a fundação do clube, em 30 de maio de 1947, e destaca o importante papel desempenhado pelo Grupo de Xadrez Alekhine na divulgação e dinamização do xadrez em Portugal.
Uma memória histórica que nos permite revisitar o percurso do nosso clube e celebrar, desde já, quase oito décadas de dedicação ao xadrez.

“O Grupo Alekhine é um dos mais fortes baluartes do xadrez nacional
Fundado em 30 de Maio de 1947 por um grupo de entusiastas desconhecidos no meio xadrezístico, o Grupo de Xadrez Alekhine cedo veio a ocupar lugar de relevo no desporto intelectual. Pedrosa Franco, Mário Santos e João Amadeu (este infelizmente já falecido) foram os obreiros da fundação do G. X. A. — sonho audacioso de ontem, magníf**a realidade de hoje.
Aos seus pioneiros sobejava em entusiasmo e vontade o que lhes escasseava em experiência e, por isso mesmo, o «Alekhine» veio a ter características próprias que lhe permitiram movimentar, de forma notável, o ambiente escaquístico. Uma destas características, porventura a mais saliente, é o gosto pelos encontros entre equipas, e é este que faz com que, propagandistas entusiastas e dedicados do xadrez, os «alekhinistas» não receiem as distâncias e vão jogar onde quer que haja amadores do desporto intelectual. Nalgumas localidades estas visitas estimularam a organização e filiação de novos agrupamentos. Noutras, onde já havia clubes, a presença das equipas do G. X. A. exprimiu a homenagem dos xadrezistas lisboetas aos que, País fora, lutam pela causa comum. Assim, os jogadores «alekhinistas» estiveram nas Caldas da Rainha, em Évora, na Figueira da Foz (duas vezes), no Porto (duas vezes), em Salvaterra de Magos, em Torres Vedras, em Santarém e em Setúbal, para só falar nas localidades mais distantes. 3.500 quilómetros já foram percorridos nestas andanças e, o que é mais curioso, em quase todas as viagens se registou a companhia de dezenas de associados que constituíram animadas falanges de apoio.
Apesar do número de associados não atingir sequer a centena, e da exiguidade da quotização, o G. X. Alekhine, mercê de uma sã administração e do valioso espírito de colaboração dos seus sócios, tem vida financeira desafogada, que lhe permite possuir todo o material necessário à prática do desporto mental.
Na sua sala têm-se efectuado numerosas manifestações escaquísticas, destacando-se as «simultâneas» conduzidas pelos Mestres Francisco Lupi, João de Moura, Vasco Santos, Joaquim Durão, Oswaldo Torrens e Alexandre Gonçalves.
A sua equipa principal é formada por Mestre Joaquim Durão, «Categorias de Honra» Pedrosa Franco e Mário Santos, «1.ª categorias» Tavares Martins e Quaresma de Almeida.
O jovem Dagoberto Cardoso é o campeão das 3.ª e 2.ª categorias da presente época.
Na actual época, e também na anterior, as classif**ações obtidas pelos seus representantes não estiveram à altura do nível já atingido em anos transactos. Os seus jogadores, porém, não desanimam, continuando a lutar com a mesma força de vontade de sempre. Vice-Campeão de Lisboa, do Sul e de Portugal, em 1952 e 1953, o Grupo de Xadrez Alekhine, disso estamos certos, encontrará nestes títulos o estímulo preciso para vencer um presente que não corresponde aos anseios dos seus adeptos e trabalhar por um futuro que seja a efectivação dos desejos de todos os «alekhinistas».
RUI PEDROSA FRANCO”

Decorre a partir de amanhã, segunda feira, a Fase Final do Campeonato Distrital de Lisboa, nas nossas instalações.Partic...
19/07/2026

Decorre a partir de amanhã, segunda feira, a Fase Final do Campeonato Distrital de Lisboa, nas nossas instalações.
Participam oito jogadores, entre os quais os alekhinistas Tiago Pina e Mikhail Kokunov.
Pode seguir as partidas através do site do clube (gxalekhine.weebly.com).

Grupo de Xadrez Alekhine

Endereço

Rua Alfredo Roque Gameiro, 32 A
Lisbon
1600-06LISBOA

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