Cenas a Pedal

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desde 2006 a promover e servir o uso da bicicleta para transporte
escola : : loja : : oficina : eventos Escola de bicicleta.
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Oficina e loja (por catálogo) especializada em soluções utilitárias e recreativas para a mobilidade em bicicleta. Eventos e alugueres especiais.
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08/09/2026

A bicicleta nas férias continua a ser uma ferramenta útil. Não só no local para onde vamos, como muitas vezes na viagem até lá. Mm que não vamos a pedalar o caminho todo, podemos conjugar a bicicleta c/ o comboio ou com o autocarro Expresso.

Mm fazendo a viagem grande de carro, levar umas biclas dobráveis permite-nos não f**ar dependentes do carro na mobilidade local.

Garantimos atividade física básica, e uma dose mínima de sol e ar livre.

Nós somos fãs e praticamos o que pregamos, claro. 😊 Aquela semana de férias de praia c/ umas pedaladas misturadas são mesmo maravilhosas. ♥️♥️ Podemos f**ar numa casa mais afastada da praia, o que tem vantagens no sossego e no preço, e garantir os nossos 15 min de atividade física ligeira para cada lado.

Podemos levar a bicicleta até ao areal, e assim ela é que carrega as tralhas até lá - além de nós próprios, claro. Não precisamos de carrinhos nem de sacrif**ar as costas nem de sofrer à torreira do sol.

Fazemos isto anualmente. Neste caso com as bicicletas de touring, para as podermos levar no Intercidades para o Algarve. E desde o Passe Verde Ferroviário, f**a em 20 € por pessoa e cobre outras viagens no mm mês.

Claro que há desafios, quer no uso do Passe Verde, quer no uso dos comboios e das estações, mas não temos outra solução q não desenrascarmo-nos e adaptarmo-nos, e globalmente, safamo-nos.

Este ano o miúdo já não foi na cadeira, levámos a bicicleta dele e ele pedalou connosco todos os percursos. Foram 3.8 Km 4x por dia, incluindo subidas, e incluindo atravessar uma rotunda da EN 125. Foi uma boa oportunidade de treino dele e correu mto bem. 💪Ele está crescido nos seus 7 anos, e sente-se crescido, e tenta agir como tal. É preciso ainda assim gerir timings, comida, etc p/ evitar crises q condicionem a capacidade dele de fazer a viagem, mas correu mm mto bem, apesar de algum receio nosso inicial (a praia cansa mto!).

No Intercidades, na volta, arriscámos e não reservámos lugar c/ bicicleta p/ ele (apesar de haver vaga) p/ não impedir alguém de ter vaga, dado q conseguimos levar a bicicleta dele arrumada entre as nossas, ao alto, presa a uma das no

Estas biclas deviam ser fixes para aprender a andar de bicicleta nos anos 80. Aquele guiador alto e curvo, com o banana ...
02/09/2026

Estas biclas deviam ser fixes para aprender a andar de bicicleta nos anos 80. Aquele guiador alto e curvo, com o banana seat a criar o efeito de pedais avançados (para chegarmos com os pés ao chão quando paramos sem levantarmos o rabo do selim, e ainda assim pedalamos com as pernas relativamente esticadas). Hoje em dia temos outras soluções para isso, sem banana seat. :-)

Será que esta chegou aqui usada por uma criança dos anos 80? 🤪

Nas andanças deste Verão, usámos a   com o Wooftop para transportar a Sra. D. Mutthilda. Este acessório adapta-se em com...
01/09/2026

Nas andanças deste Verão, usámos a com o Wooftop para transportar a Sra. D. Mutthilda.

Este acessório adapta-se em comprimento, na Yuba Spicy Curry que o Bruno agora tem usado f**a mais comprido, ao passar para esta teve que f**ar encurtado. Receávamos que a cadela f**asse apertada, que não se conseguisse deitar, mas adaptou-se e funciona bem.

Consegue deitar-se, embora com a bicicleta a rolar a sua posição default seja sentada, a olhar para a frente a controlar se mais ninguém do seu grupo lhe passa a frente (uma regra essencial, se passar, ela começa a raspar nas costas do condutor, a ladrar ou de outra forma manifestar-se veementemente contra, parece até que pensa em saltar da bicicleta para acabar com tal palhaçada 😄).

Quando vai deitada, muitas vezes deixa a cauda de fora, então, visto de trás, parece que vai ali uma pessoa numa bicicleta e com uma cauda de fora. 🤣

A Mutthilda já tem 12 anos, e algumas maleitas que a idade oferece. E uns Kg a mais também, que começam a condicionar o cesto que usamos com ela há muitos anos. Ter opções e poder continuar a trazê-la connosco nas nossas deslocações quotidianas e nas de férias e afins deixa-nos felizes por nos permitir continuar a proporcionar-lhe saídas e participação nas nossas vidas.

30/08/2026

Uma bicicleta leve como as da que usamos e vendemos, faz muita diferença nas distâncias e principalmente nas subidas que os miúdos conseguem fazer. Uma ajudinha extra de vez em quando trata do resto. E quando não dá, leva-se à mão, que também não nos tira pedaço. Tem que se ir gerindo o ânimo, a energia e a motivação das crianças para chegar ao destino sem crises. 😉

28/08/2026

Fomos passar uns dias ao campo, teletrabalho para uns, férias para o miúdo. Dado que ele está quase a fazer 7 anos, pensámos que era boa ideia ele levar a bicicleta dele e tentarmos fazer a viagem do comboio a casa (8 Km com subidas e descidas) com ele a pedalá-la. A cadela também já está mais pesada com a idade. Então, em vez de levarmos as bicicletas de touring, optámos por levar bicicletas de carga elétricas, e desta vez as escolhidas foram a Tern HSD P9 e uma Yuba Kombi com um kit de assistência elétrica.




Correu tudo bem, os comboios que apanhámos não iam cheios desta vez.

E o miúdo fez pela primeira vez a viagem da estação a casa dos bisavós a pedalar a sua própria bicicleta, o caminho todo. ♥️ Bom, houve subidas em que empurrou a bicicleta pela mão, mas tudo bem, não precisou de boleia, que íamos preparados para dar (cargo bikes rule).

No regresso a Lisboa fomos apanhados de surpresa por um mudança de linha na estação inicial, e tivemos 10 min para levar as 3 bicicletas nos elevadores, à vez, foi apertado mas conseguimos.

Ajudava muito se as escadas em todas as estações da tivessem pelo menos calhas para bicicletas. O ideal era haver rampas ou passagens pela linha para este fim, dado que elevadores costumam ser demasiado pequenos e por vezes não funcionam.


Da mesma forma que o homem branco cis é o "humano por defeito" (default human) para tudo o que é design de produto, serv...
19/08/2026

Da mesma forma que o homem branco cis é o "humano por defeito" (default human) para tudo o que é design de produto, serviço e estudo científico, o carro é o "utilizador por defeito" (default user). Ambas as práticas implicam enormes prejuízos à sociedade.

Não existem passadeiras para pessoas de carro, só para pessoas a pé e de bicicleta. Pessoas de carro nunca têm que carregar num botão (beg button) para obter um sinal verde de passagem (muitas vezes esse carregar de botão nem faz nada, só serve para quem espera o fazer menos impacientemente).

O carro é o meio de transporte assumido implicitamente e servido explicitamente em todos os eventos organizados.

O carro é o meio de transporte assumido implicitamente e servido explicitamente em todas as construções habitacionais, comerciais e outras.

Por isso é que temos cidades desagradáveis e inseguras. Cheias de ruído, fumo, perigo rodoviário e objetos metálicos pesados e volumosos a ocupar todos os centímetros quadrados disponíveis, e a tapar montras, janelas e portas, e a obstruir passagens.

Isto não é uma lei da física, é uma escolha societal feita de milhões de pequenas e grandes decisões quotidianas, no âmbito pessoal e no âmbito profissional de milhões de cidadãos, que se acumulam, agregam e reforçam mutuamente.

Cada vez que cada um de nós quebra essa expectativa do default user somos resistência, somos activismo, somos mudança, somos progresso.

O primeiro passo é tomar consciência desta motonormatividade, depois questioná-la, e por fim desafiá-la.

A dissidência é difícil, onerosa, frustrante, e ao mesmo tempo divertida, interessante, e satisfatória. Principalmente em cima de uma bicicleta. 😉

Hoje é o Dia Mundial da Fotografia.

13/08/2026

Dia 10 da cicloaventura de Pontevedra, o último, o regresso. De Valença a Lisboa.

Tomámos o pequeno-almoço no albergue junto com 3 irmãs idosas que estavam ali a passar férias juntas. ♥️♥️

Para o dia não ser apenas fazer tempo para apanhar o autocarro de regresso a Lisboa, ainda atravessámos a ponte sobre o rio Minho para ir a Tui, à praia fluvial dos Arieiros, dar um mergulho de de despedida. O caminho até lá, à beira-rio e no meio das árvores e do verde todo, foi uma experiência agradável também e que me lembra sempre que em Lisboa não temos esse privilégio com o Tejo, cujas margens são forradas de carros, asfalto e cimento, lamentavelmente.

Reentramos em Portugal, vamos ao supermercado para comprar o almoço mas encontramos um com restaurante e comemos por lá. De seguida pedalamos mais um pouco até ao terminal rodoviário (a Raquel seguiu para o ferroviário), "embalamos" as bicicletas, tiramos os sacos, esperamos o sinal do motorista e arrumamos tudo na bagageira. Mais uma vez deixaram-me guardar a bicicleta sem desmontar a roda, o que foi muito fixe. :-)

Agora estamos no Expresso quase a chegar a Lisboa. E acabou a cicloaventura. 😭 Voltamos à normalidade! E à família e aos outros amigos, claro. Foi tão boa esta pequena aventura a pedal com 3 outras mulheres boa onda. 😍 E adorei a experiência com a app de viagens guiadas LiliApp (a.k.a. ), faz tudo, desenha rotas, guia o grupo, tira fotos e vídeos... Full service! 😃

(Continua nos comentários.)

12/08/2026

Dia 9 da cicloaventura de Pontevedra com a .

Dia de turistar em Santiago de Compostela e fazer tempo até ao eclipse!

Acordar sem despertador, tomar o pequeno-almoço no quarto (ingredientes comprados previamente no supermercado), e depois ir ver o comércio local em busca de recuerdos para a família. A bagagem foi amavelmente guardada no hotel depois do check-out.

Para almoçar, íamos a um vegetariano, mas, como tem sido comum ao longo da viagem, estava cheio só com reservas. Acabámos por comer pizza à fatia num sítio no centro (e era boa!).

Depois umas foram descansar para uma esplanada, outra foi passear e ver a arquitectura e eu fui ver as vistas e os souvenirs.

Ao fim de um tempo comecei a aborrecer-me enquanto turista, porque as lojas de souvenirs eram realmente muitas, eram a maior parte do comércio de não comida, e eram todas iguais, vendiam basicamente as mesmas coisas, e tornou-se aborrecido. Enjoativo. Imagino que os turistas em Lisboa sintam algo semelhante!

Lá consegui encontrar algo para oferecer de lembrança a todas as pessoas que me permitiram fazer isto. O namorido que ficou a trabalhar (a não parou), a criança que ficou nos avós, os avós que acolheram a criança, e os tios que também deram um apoio. :-)

Depois fomos ao supermercado comprar algo para jantar em modo piquenique no parque, a seguir passámos nos correios a pegar as biclas, e seguimos para o hotel, onde ficámos um bocado a relaxar e a aproveitar o alívio proporcionado pelo ar condicionado. 😊

A seguir fomos ter com o António da , arrumámos as bicicletas e bagagens na carrinha, e seguimos todos para o Parque do Gozo, onde jantámos e observámos o eclipse. 😍

Agora estamos no transfer a caminho de Valença, onde pernoitaremos, antes do regresso a Lisboa amanhã.

11/08/2026

Dia 8 da cicloaventura de Pontevedra com a .

O dia da tareia. 😄

Hoje não houve banhos nem praias, paradisíacas ou não.

Tínhamos 40 Km para pedalar de Noia até Santiago de Compostela. Saímos tarde da pensão. Esteve um dia quente, pelo menos uns 34°C. A rota foi dura, subimos 800 m de acumulado. Para teres uma ideia, houve 8 Km de subidas que demorámos 2h30 para fazer. Felizmente depois também apanhámos descidas gloriosas, em que tivemos uns outros 8 Km que se fizeram em 30 min. :-)

A rota foi essencialmente por vias rápidas, 70 e 90 Km/h de limite. Às vezes com 2 vias no mesmo sentido, outras vezes só uma. Às vezes bermas fixes, outras vezes não.

Íamos na berma e/ou na marca do rodado direito, por vezes mesmo no meio da via - dependia de vários factores, se era uma ou 2 vias no nosso sentido, se havia berma, qual a largura da berma, se a berma era consistentemente larga e limpa ou não, se havia carros estacionados, se a berma estava mais suja, se era uma curva cega, se havia jogo de claro/sombra, se íamos a subir ou a descer, etc. Ir na marca do rodado direito ou mesmo em posição nem-nem (nem primária nem secundária, algo intermédio) faz-me muita impressão, porque em Portugal é demasiado perigoso, mas na conjugação de sermos bastante visíveis (4 e todas com a mesma t-shirt fluorescente/garrida), e a cultura rodoviária local (toda a gente nos ultrapassa de forma correcta), foi aceitável, pelo que me adaptei à tendência do grupo de circular mais à direita. E apesar de termos feito vários Km a subir a 5 ou 8 Km/h numa via de 70 e 90 Km/h de máxima, a experiência foi pacíf**a.

Nas ocasiões em que circulei em posição primária não tive más reações dos automobilistas, a única coisa que parece espoletar apitadelas e/ou comentários é o circular a par, mesmo que bastante chegadas à direita, curiosamente.

Hoje as biclas não f**aram no hotel, pagámos para f**arem nos correios, em segurança.

Ainda vimos pouco de Santiago de Compostela, mas dos jardins e do centro histórico personalizado que já vimos parece um sítio bonito. Muita gente (demasiada para mim!), mas bonito, limpo e em bom estado.

Amanhã andaremos a turistar, vemos o eclipse, e depois apanhamos o transfer para Valença, onde pernoitaremos.

11/08/2026

Dia 7 da cicloaventura de Pontevedra com a e a angariar fundos para comprar bicicletas para as crianças de uma escola na Amadora. Ainda estás a tempo de doar, procura "Pedalar para Mudar 2026" na página da , e escolhe o valor que queres dar (tu escolhes). O objectivo é que os miúdos da escola da passem a

De Escarabote (Boiro) a Noia.

Primeiros banhos do dia na praia do Parque Natural das Dunas de Corrubedo. Que paraíso.

Os segundos banhos foram na praia da Aguieira. Outro paraíso. De um lado água, do outro um muro de árvores e verde. Sítio bué fixe para crianças, com piscinas e riachos naturais num extenso areal.

Pernoitámos numa pensão, e as bicicletas f**aram numa garagem em frente, de um primo da família da pensão, em segurança também.

Apanhámos zonas de trânsito intenso em faixas de rodagem de apenas uma via em cada sentido, mas os carros circulavam devagar e sempre mantendo uma distância lateral de segurança adequada.

Foi o dia em que conseguimos arrancar mais cedo, e pedalámos quase 70 Km.

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Lisbon

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