Equipa Desportiva Amadora Petro Basto

Equipa Desportiva Amadora Petro Basto Equipa desportiva amadora Equipa desportiva situada em Cabeceiras de Basto, formada pelo gosto da corrida, pela amizade entre atletas, diversão, superação...

PETRO BASTO Vence em Ponte da BarcaRealizou-se este domingo o III TRAIL TRILHOS OCULTOS, em Entre Ambos Os Rios - Ponte ...
31/05/2021

PETRO BASTO Vence em Ponte da Barca

Realizou-se este domingo o III TRAIL TRILHOS OCULTOS, em Entre Ambos Os Rios - Ponte da Barca, a primeira prova de 2021, um regresso diferente do habitual, partidas segmentadas, 20 atletas separados de 2 em 2 minutos, mas com o mesmo espírito desportivo de sempre, cumprido todas as normas de segurança.

Com percurso longo de 30 km e o curto de 18 km, alinharam 3 atletas nos 18 km, um percurso bonito, duro e sempre com muito sol.

Uma organização exemplar, tudo bem organizado, sem problemas, com abastecimentos nos sítios certos e um reforço final à chegada dos atletas, parabéns a todos os envolvidos.

Em termos competitivos:
- Petro Basto Equipa Vencedora do Trail Curto;
- Henrique Velon 12º geral / 6º Sénior;
- José Oliveira 13º geral / 2º M50;
- Alípio Fernandes 17º geral / 3º M50

Trilhos Ocultos
3º TRAIL Trilhos Ocultos 2021

Fotografias:
Fotovilas
Provas de Atletismo - Fotografias

Entrada no novo ano 2017, para todos os "loucos" um ano cheio de corridas e sucessos :)https://www.youtube.com/watch?v=F...
03/01/2017

Entrada no novo ano 2017, para todos os "loucos" um ano cheio de corridas e sucessos :)

https://www.youtube.com/watch?v=FMB64p11bxs

Do escritor e corredor uruguaio Marciano Durán:

«Eu conheço-os.

Tenho-os visto muitas vezes.

São especiais.

Alguns saem de madrugada e empenham-se em ganhar ao sol.

Outros apanham o sol ao meio-dia, cansam-se à tarde, ou tentam não ser atropelados por um camião à noite.

Estão loucos.

No verão correm, trotam, transpiram, desidratam-se, e finalmente cansam-se … só para desfrutar do descanso.

No Inverno tapam-se, abrigam-se, reclamam, arrefecem, constipam-se e deixam que a chuva lhes molhe a cara.

Eu vi-os.

Passam rápido ao longo da alameda, devagar entre as árvores, serpenteiam caminhos de terra, trepam calçadas, fazem jogging na curva de uma estrada perdida, fogem das ondas na praia, atravessam pontes de madeira, pisam folhas secas, sobem montes, saltam charcos, atravessam parques, chateiam-se com os carros que não travam, fogem de um cão e correm, correm e correm.

Ouvem música que acompanha o ritmo dos seus pés, ouvem os padeiros e as gaivotas, ouvem os seus batimentos e a sua própria respiração, olham em frente, olham para os pés, sentem o cheiro do vento que passou por entre os eucaliptos, a brisa que saiu do laranjal, respiram o ar que vem dos pinheiros e abrandam ao passar em frente do jasmim.

Eu já os vi.

Não estão bons da cabeça.

Eles usam ténis com ar e sapatilhas de marca, correm descalços ou gastam sapatos. Transpiram tshirts, usam gorros e medem o seu próprio tempo.

Eles estão a tentar ganhar a alguém.

Trotam com o corpo solto, passam perto do cão branco, aceleram a seguir à coluna, procuram uma to****ra para se refrescarem… e seguem.

Inscrevem-se em todas as corridas… mas não ganham nenhuma.

Começam a corrida na véspera, sonham que correm e levantam-se como as crianças no dia de Natal.

Prepararam as roupas que descansa sobre uma cadeira, como fizeram na sua infância na véspera das férias.

No dia anterior à corrida comem massa e não bebem álcool, mas são recompensados com ousadia mal a competição termina.

Nunca consegui calcular-lhes a idade, mas provavelmente têm entre 15 e 85 anos.

São homens e mulheres.

Não estão bem.

Começam em corridas de oito ou dez quilómetros e antes de começar sabem que não podem vencer, mesmo que faltem todos os outros.

Sentem a ansiedade antes de cada partida e alguns minutos antes do início eles precisam ir à casa de banho.

Ajustam o cronómetro e tentam localizar os quatro ou cinco a quem é preciso ganhar.

São as suas referências da corrida: “Cinco que correm como eu.”

Basta chegar à frente de um deles e será o suficiente para dormir à noite com um sorriso.

Usufruem enquanto ultrapassam outro corredor… mas encorajam-no, dizendo-lhe que falta pouco e pedem-lhe para não abrandar.

Perguntam pelo abastecimento de água e ficam irritados porque não aparece.

Eles são loucos, sabem que têm nas suas casas a água que precisam, sem esperar pela entrega de uma criança que levanta um copo à medida que passam.

Queixam-se do sol que os mata sol ou da chuva que não os deixa ver.

Estão mal, eles sabem que há perto a sombra de um salgueiro ou o resguardo de um beiral.

Não as preparam… mas eles têm todas as desculpas para o momento em que atingem a meta.

Não as preparam… são parte deles.

O vento estava contra, não corria uma gota de vento, as sapatilhas eram novas, o circuito estava mal medido, os que entraram à frente não deixaram passar, o aniversário de ontem à noite, a costura na meia sobre o pé direito, o joelho a trair-me outra vez, arranquei muito rápido, não deram água, no fim ia acelerar mas não quis.

Gostam de começar a correr e quando chegam levantam os braços, porque dizem que conseguiram.

Ganharam mais uma vez!

Eles não percebem que perderam para cem ou mil pessoas… mas insistem que voltaram a ganhar.

São invulgares.

Inventam uma meta em cada estrada.

Ganham a eles próprios, aos que insistem em olhar para eles desde a calçada, aos que os vêm na TV e aos que nem sequer sabem que existem loucos que correm.

Tremem-lhes as mãos enquanto furam a roupa para colocar os dorsais, simplesmente porque não estão bem.

Eu já os vi passar.

Doe-lhes as pernas, sentem cólicas, custa-lhes a respirar, sentem pontadas nas costas… mas seguem.

À medida que avançam na corrida os músculos sofrem cada vez mais desfigurando rosto, o suor escorre pelas suas caras, as pontadas começam a repetir-se e dois quilómetros antes da meta começam a perguntar o que estão ali a fazer.

Não seria melhor serem um dos sábios que batem palmas na calçada?

Estão loucos.

Eu conheço-os bem.

Quando chegam abraçam-se à sua mulher ou ao seu marido para esconder o puro amor da transpiração do seu rosto e do seu corpo.

Esperam-nos os seus filhos e até algum neto ou mesmo o carinho de um avô que grita solidário quando eles passam a linha da meta.

Trazem uma placa à frente que pisca e diz “Cheguei – Missão Cumprida. “

Apenas bebem água e molham a cabeça, quase se atiram para a relva para recuperar, mas depois param, porque são saudados por aqueles que chegaram antes. Tentam atirar-se de novo mas param porque têm que saudar os que chegam depois deles.

Tentam empurrar uma parede com as duas mãos, levantam a perna desde o tornozelo e abraçam outro louco que chega mais suado que eles.

Tenho visto muitas vezes.

Estão mal da cabeça.

Eles olham com carinho e sem lástima o que chega dez minutos depois, respeitam o último e o penúltimo porque dizem que são respeitados pelo primeiro e pelo segundo.

Aproveitam os aplausos, mesmo que vejam no fim ganhando apenas à ambulância e ao tipo da moto.

Juntam-se em equipas e viajam 200 quilómetros para correr 10.

Compram todas as fotos que lhes tiram e não percebem que são iguais às da corrida anterior.

Penduram as medalhas pela casa para que quem a visita possa vê-las e pergunte. Estão mal.

“Esta é do último mês” dizem, tentando usar seu tom mais humilde.

“Esta é a primeira que ganhei” dizem eles, omitindo que as distribuíam a todos, incluindo o último a chegar e o polícia de trânsito.

Dois dias depois da corrida muito cedo já saltam por cima das poças, escalam as cordas, movem os braços ritmicamente, acenam aos ciclistas, batem as palmas das mãos com os colegas com quem se cruzam.

Dizem que poucas pessoas, hoje em dia, são capazes de ficar sozinhos – consigo mesmo – uma hora por dia.

Dizem que só os pescadores, nadadores e alguns mais.

Dizem que as pessoas não estão usufruindo tanto do silêncio.

Eles dizem que gostam dele.

Eles dizem que projectam e fazem balanços, que se arrependem e se congratulam, que se questionam, preparam os seus dias enquanto correm e conversam sem medo com eles próprios.

Eles dizem que os outros inventam desculpas para lhes fazer companhia.

Eles estão mal da cabeça.

Eu já os vi.

Alguns apenas caminham… mas um dia… quando ninguém está a olhar, animam-se e correm um bocadinho.

Em poucos meses começam a transformar-se e ficam tão loucos como eles.

Esticam-se, olham, rodam, respiram, suspiram e atiram-se.

Aceleram, abrandam e voltam a acelerar.

Eu acho que eles querem vencer a morte.

Eles dizem que querem vencer na vida.

Estão completamente loucos.»

ESOS LOCOS QUE CORREN: Un video que va sobre los corredores de fondo ¡ESO ES ESPIRITU!

A Equipa Desportiva Petro Basto deseja a todos um Feliz Natal e um Bom Ano Novo :)
23/12/2016

A Equipa Desportiva Petro Basto deseja a todos um Feliz Natal e um Bom Ano Novo :)

Realizou-se no passado dia 4 de Dezembro, em "casa", isto é, na nossa Terra, Cabeceiras de Basto, a 2ª edição do Trail T...
10/12/2016

Realizou-se no passado dia 4 de Dezembro, em "casa", isto é, na nossa Terra, Cabeceiras de Basto, a 2ª edição do Trail Trilho do Guerreiro.

Com partida e chegada no Complexo Turístico da Veiga, a sua bela natureza foi o palco desta prova. Ao contrário do ano passado, em que subiram, este ano, os atletas percorreram em sentido contrário a Levada da Víbora com passagem em Moinhos de Rei e Praia Fluvial do Oural, tendo no trajecto mais longo passagem pela Serra da Cabreira (onde alcançaram uma panorâmica de 360º com vista para a Serra do Gerês, Serra do Alvão, Serra do Marão e Sra. da Graça) .

Com duas distâncias, de 30 e 18 km's, a Petro Basto alinhou com 3 atletas na marca mais curta. Pedro Freitas alcançou a linha de chegada na 6ª posição da geral sendo 5º no escalão Sén. M., Avelino Martins terminou em 16º da geral tendo vencido no escalão Vet. M60, Zé Rui finalizou na 26ª posição da geral sendo 21º class. no escalão Sén. M.

Na distância mais longa de 30 km's, como já habitual, esteve José Oliveira, que alcançou a linha de chegada na 25ª posição da geral, sendo o 6º class. no escalão Vet. M40.

Felicitar todos os restantes cabeceirenses que também embarcaram nesta aventura, Parabéns :)

Felicitar o colega Nuno Rebelo, pela realização desta iniciativa em especial, e ao Projeto Raízes por todo o trabalho efectuado nesta edição, bem como o realizado ao longo do ano, nomeadamente, as diversas caminhadas.

Realizou-se no dia 27 de Novembro a 2ª edição do Trail dos Moinhos em Celorico de Basto. Tal como na edição anterior a P...
29/11/2016

Realizou-se no dia 27 de Novembro a 2ª edição do Trail dos Moinhos em Celorico de Basto. Tal como na edição anterior a Petro Basto marcou presença com 3 atletas, no percurso mais curto de 15 km's. Pedro Freitas finalizou na 5ª posição da geral e do seu escalão Sénior Masc. José Oliveira terminou na 16ª posição da geral sendo o 7º no escalão Veterano M40. Henrique Fernandes DNF.

Seguem-se o Trail Trilho do Guerreiro em Cabeceiras de Basto no dia 4 de Dezembro, e o Trail Noturno de Valongo no dia 10 do mesmo mês.

Domingo de desporto, dividido entre a montanha e estrada.Realizou-se no passado dia 13 de Novembro o I Trail de Regadas,...
15/11/2016

Domingo de desporto, dividido entre a montanha e estrada.
Realizou-se no passado dia 13 de Novembro o I Trail de Regadas, percurso bonito com algumas zonas de passagem pelo rio e bom tempo à mistura. Na distância de 18km's Henrique Fernandes terminou na 13ª posição da geral sendo o 9º Sénior Masculino, logo de seguida, terminou Avelino Martins em 14º classificado da geral obtendo o 2º lugar no seu escalão M50. Na distância longa de 25 km's José Oliveira finalizou em 11º da geral e 2º no seu escalão M50.
Em terreno oposto, realizou-se no mesmo dia, a 2ª Corrida S. Martinho em Arco de Baúlhe, com a distância de 12 km's dividida entre a estrada e a ecopista, Pedro Freitas concluiu a prova na 33ª posição da geral sendo 17º Sénior Masculino, Zé Rui finalizou na 95ª posição da geral e 42º classificado Sénior Masculino.

27/10/2016
Dia 16 de Outubro decorreu a 2ª Corrida Aves em Movimento em Vila das Aves, Pedro Freitas esteve presente a representar ...
20/10/2016

Dia 16 de Outubro decorreu a 2ª Corrida Aves em Movimento em Vila das Aves, Pedro Freitas esteve presente a representar a Petro Basto num percurso de 10km's.

Como já nos tem habituado a bons resultados em estrada, esta não foi excepção, Pedro terminou a prova em 37 minutos, alcançando a 38ª posição no escalão Sénior, sendo 82º class. na geral.

Realizou-se no dia 16 de Outubro o Grand Trail Cidade de Chaves, com 3 distâncias à escolha, os 4 atletas da Petro Basto...
18/10/2016

Realizou-se no dia 16 de Outubro o Grand Trail Cidade de Chaves, com 3 distâncias à escolha, os 4 atletas da Petro Basto alinharam todos na linha de partida dos 18km's. Com o começar do dia um pouco escuro e alguma chuva, este foi-se compondo acabando por apresentar boas condições, sem chuva no deccorer da prova.
Quanto ao percurso em si, foi muito bom, bastante divertido, apesar de um pequeno precalço no início, o trajecto estava bem sinalizado, bons abastecimentos, postos de controlo, e uma grande receção a todos os atletas na meta. Toda a equipa deseja os parabéns à organização deste evento.

No fim, José Oliveira alcançou o 1º lugar da sua categoria M50 e 9º na geral, no mesmo escalão Alípio Fernandes foi o 2º class. e 14º na geral, no escalão Sénior Henrique Fernandes terminou em 9º class. sendo o 23º da geral, nesse mesmo escalão Zé Rui finalizou em 18ºclass. sendo 40ºclass. na geral.
Ainda por equipas, a Petro Basto foi a 3ª classificada.

Credits by: Chaves Intemporal
https://www.facebook.com/chaves.intemporal

E no mesmo fim de semana que o III Sunset Trail de Vizela, no dia 18 de Setembro realizou-se mais uma edição da Meia Mar...
19/09/2016

E no mesmo fim de semana que o III Sunset Trail de Vizela, no dia 18 de Setembro realizou-se mais uma edição da Meia Maratona do Porto, representando a equipa num terreno oposto ao do dia anterior esteve Pedro Freitas, concluiu a mítica distância dos 21km's em 1h31m06 terminando assim em 341º posto da geral sendo o 108º no seu escalão.

III Sunset Trail de Vizela, realizado no dia 17 de Setembro, com ponto de partida e chegada na bela Quinta Del Rei, perc...
19/09/2016

III Sunset Trail de Vizela, realizado no dia 17 de Setembro, com ponto de partida e chegada na bela Quinta Del Rei, percurso com aproximadamente 15km´s ficando marcado pelos primeiros 2km´s serem sempre a subir.
Com boas condições climatéricas ao cair do dia foram cerca de 130 atletas que alinharam na linha de partida, entre eles estiveram 3 atletas da Petro Basto, José Oliveira, Alípio Fernandes e Henrique Fernandes, todos eles viriam a terminar nos 20 primeiros.

José Oliveira - 2º Vet50M - 7º Geral
Alípio Fernandes - 3º Vet50M - 14º Geral
Henrique Fernandes - 13º SenM - 19º Geral

Por equipas a Petro Basto foi vencedora.

Próximos desafios em breve ;)

Como já habitual a tradicional corrida de S. Bartolomeu em Cavez realizou-se no dia 23 de Agosto, com o característico t...
06/09/2016

Como já habitual a tradicional corrida de S. Bartolomeu em Cavez realizou-se no dia 23 de Agosto, com o característico traçado de 5 km´s em alcatrão quase sempre em descida.
É sempre uma diversão participar nesta corrida ao qual já estamos habituados.
Seniores Masculino - Pedro Freitas 1º & Henrique Fernandes 5º
Veteranos M50 - Alípio Fernandes 1º, Avelino Martins 2º e José Oliveira 3º
Veteranos M60 - Paulino Guedes 4º

Da estrada para a montanha passamos para o dia 4 de Setembro onde participamos no Trail das Vinhas. Com dois percursos à escolha José Oliveira optou pelo traçado longo de 35 Km´s terminando em 4º da geral e 3º do seu escalão. Alípio Fernandes no percurso curto de 18 Km´s terminou na 11º posição da geral obtendo o 2º posto na sua categoria.

Seguem-se mais corridas e novas aventuras em breve :D

Endereço

Chaves, Portugal

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