Clube de Caça e Pesca Carviçais

Clube de Caça e Pesca Carviçais Caça e Pesca A sua gestão tem sido desde a sua criação até à data, da responsabilidade do Clube de Caça e Pesca de Carviçais (C.C.P.C.).

A Zona Municipal de Carviçais, processo n.º 4382 , foi criada pela Portaria n.º 828/2006, de 17 de Agosto, abrangendo uma área cinegética de 6218 ha. Trata-se de uma zona com um paisagem de beleza ímpar, pois além de dispor no seu interior de numerosos cursos de água, apresenta um coberto vegetal aonde se conjugam a flora espontânea da região, com diversas parcelas agrícolas, pastagens naturais, b

osquetes e manchas florestais, resultando num impressionante mosaico de cor, forma e textura vegetal de inestimável interesse na conservação e fomento da bioversidade da fauna silvestre local.'''...

31/03/2026
02/10/2025

Considerando os graves incêndios que atingiram a Zona de Caça Municipal de Carviçais (Proc.• 4382 ) durante o verão corrente, e tendo em conta a área ardida corresponde a aproximadamente 75% da
área total da referida zona, para a conservação e recuperação das espécies silvestres, incluindo as espécies cinegéticas,
a interdição da atividade venatória durante a presente época de caça. A par das diversas implementadas com o objetivo de fomentar e preservar a estabilidade das populações de espécies cinegéticas.

O Clube de Caça e Pesca agradece a compreensão de todos.

13/03/2025

Semana Santa | Carviçais 2025
12 de Março a 20 de Abril

10/03/2025

POR DECISÃO DO ICNF, PORTUGAL NÃO REABRIRÁ A CAÇA À ROLA-BRAVA EM 2025

Espanha, França e Itália receberam aprovação para reabrir a caça à rola-comum ( Streptopelia turtur) em 2025, graças aos esforços desenvolvidos nos últimos quatro anos. Esses países poderão caça a espécie, com quotas definidas pelo NADEG. Portugal informou que só reabrirá a caça à rola em 2026.

Apesar do trabalho realizado pelos caçadores portugueses para a recuperação de habitats e o aumento da população e rola-brava, o Instituo de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) informou o Comité NADEG de que Portugal só reabrirá a caça em 2026.
A principal razão para esta restrição é a ausência de um sistema digital de controle e fiscalização dos abates, uma exigência do NADEG para garantir um controlo eficaz da quota de caça autorizada.

Na reunião de 4 de março, o NADEG (o grupo de especialistas das Diretivas Aves e Habitats da Comissão Europeia) e os Estados-Membros que compõem a rota migratória ocidental (no caso português o ICNF), analisou os critérios para a reabertura da caça à rola-comum e concluiu que deveriam ser cumpridas três condições essenciais:
1. Implementação de medidas eficazes de recuperação da espécie;
2. Crescimento populacional sustentável;
3. Existência de um sistema credível de regulamentação e controlo da caça.

O NADEG, após confirmar estarem reunidos os requisitos pré-definidos para reabertura da caça, “autorizou” para 2025 uma taxa de abate de 1,5%, com uma percentagem adicional de 30% caso os países demostrassem ter contribuído para a recuperação da espécie.
Espanha, França e Itália demonstraram preencher os requisitos impostos, nesta última fase, tendo desenvolvido e implementado um sistema de controle e fiscalização e contribuído para o crescimento demográfico da espécie. Portugal ainda não atingiu os objetivos estabelecidos.

Como resultado, foram definidas quotas para os países que reabrirão a caça em 2025:
Espanha: 106.920 aves;
França: 10.560 aves;
Noroeste de Itália: 924 aves;
Portugal: 0 aves
Esta proposta será oficialmente apresentada aos Estados-Membros na próxima reunião do NADEG, em 1 de abril.
Este é o culminar de 4 anos de trabalho entre o NADEG e o ICNF. Este organismo deveria vir a público explicar porque não atingiu as metas recomendadas pelo NADEG.

Falta de um Plano de controle e fiscalização em Portugal
Um dos principais obstáculos para a reabertura da caça em Portugal é a inexistência de um sistema credível de controle e fiscalização e de uma efetiva recuperação da população.

1-Plano de controle e fiscalização:
O NADEG enfatizou que a reabertura da caça exige mecanismos eficazes de fiscalização. A FENCAÇA alertou antecipadamente o Governo para essa necessidade e demonstrou disponibilidade para colaborar. Para cumprir esse objetivo, o ICNF precisaria de disponibilizar uma aplicação digital gratuita que permitisse:
 O registo obrigatório das capturas por parte dos caçadores, fornecendo dados com número de aves abatidas e locais de caça;
 A emissão de alertas sobre as quotas atingidas e encerramento automático da caça quando os limites fossem alcançados;
 A monitorização das atividades dos caçadores pelas autoridades de fiscalização por meio da aplicação assegurando o cumprimento das quotas.

2- Recuperação da rola comum: Medidas e falhas na Implementação
A conservação e o aumento de habitats de qualidade para a rola-comum foram critérios fundamentais para a majoração em 30% da quota definida pelo NADEG. Países como Espanha e França demonstraram a execução dessas medidas à escala nacional, garantindo assim esta taxa adicional de abates.
O NADEG, indicou antecipadamente quais os objetivos a serem atingidos à manutenção e aumento de habitats de boa qualidade nos locais de reprodução da rola.
 Informou de que pretendia reconhecer e compensar os esforços dos caçadores na implementação de medidas de gestão de habitats, e integrar essas ações no mecanismo de gestão adaptativa (AHMM).
 Indicou a necessidade do desenvolvimento de estratégias nacionais adequadas às realidades locais de cada país.
 Insistiu em investimentos em larga escala para recuperação da rola-brava, indo além das zonas de caça. O NADEG sugeriu o uso de mecanismos como as “regimes ecológicos” e outros instrumentos da Política Agrícola Comum (PAC) para esse fim.
O que fez o Governo português em prol da recuperação e habitats da rola comum?

Compromissos do Governo Português

“Em 3 de agosto de 2021, o ICNF anunciou no seu site a criação de um procedimento concursal no âmbito do Fundo Florestal Permanente, com uma dotação de 4 milhões de euros para apoiar investimentos na melhoria de habitats. O objetivo seria “apoiar investimentos de melhoria e gestão dos habitats, uma vez que este é um fator essencial para a recuperação das espécies de fauna selvagem.”
Porém em 2025, não há registo de qualquer investimento significativo nesse sentido.

Financiamento do Setor Cinegético e Falta de Aplicação de Recursos
O setor cinegético e piscícola, contribui anualmente para o Fundo Ambiental (FA). Só em taxas, nos últimos anos foi:
• Ano 2022: 900.000€
• Ano 2023: 500.000€
• Ano 2024: 500.000€
Entretanto, não há transparência sobre a aplicação desses valores na recuperação da rola-comum. O ICNF recebe milhões de euros anuais do Fundo Ambiental para conservação da natureza e da biodiversidade. Mas, onde é aplicado esse dinheiro?

Só há atualmente dois investimentos conhecidos direcionados para a conservação das espécies cinegéticas, que são:
• Projeto ProRola (1º Fase) - Instituto Superior de Agronomia: 200.000€
• Projeto ProRola (2ª Fase) - Instituto Superior de Agronomia: 200.000€
O Instituto Superior de Agronomia-ISA foi a entidade coordenadora do Projeto ProRola1. Este projeto foi concluído, seria importante divulgar os seus resultados.
O ProRola 2 deveria supostamente ter início em 2025, pelo que seria adequado divulgar o Plano de Ação e o timing de execução.

Jacinto Amaro, Presidente da FENCAÇA refere que “…a ausência de um Plano de Recuperação e Conservação da rola-comum e a falta de investimentos efetivos colocam Portugal em desvantagem face a outros países que demonstram empenho na recuperação da espécie e na gestão sustentada dos recursos cinegéticos. Portugal continua estagnado, desperdiçando oportunidades de gerir de forma sustentável uma espécie que faz parte do nosso património cultural.
Os caçadores têm feito a sua parte, contribuindo financeiramente e implementando boas práticas de conservação. No entanto, o ICNF ignora sistematicamente o setor, negligencia os investimentos prometidos e não é transparente na aplicação dos recursos.
O setor cinegético exige medidas concretas, e não mais desculpas e promessas vazias. Sem uma mudança urgente de atitude e gestão, Portugal continuará a ser penalizado, enquanto que aqueles que realmente trabalham na conservação da rola-brava são deixados para trás.
O NADEG exige medidas concretas para a reabertura da caça. Se o país desejar retomar a caça à rola-comum é essencial que o ICNF apresente um plano estruturado e implementem ações eficazes de conservação.

Paula Simões
9/3/2025

Deu trabalho, mas valeu  o esforço 💪🏻💪🏻💪🏻
27/02/2025

Deu trabalho, mas valeu o esforço 💪🏻💪🏻💪🏻

27/02/2025

O Clube de Caça e pesca de Carviçais, vem agradecer a todos os que participaram na nossa Montaria de (23/02/2025) o nosso muito obrigado pela confiança e companheirismo.

Local de concentração da montaria de Carviçais 23/02/2025
22/02/2025

Local de concentração da montaria de Carviçais 23/02/2025

20/02/2025

Local de concentração da Montaria de 23/02/2025
Campo de Futebol de Carviçais

41°10'51.0"N 6°53'57.1"W

Endereço

Carviçais
5160/069CARVIÇAIS

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