Marta Dias Pereira - Coaching, Consultoria e Formação

Marta Dias Pereira - Coaching, Consultoria e Formação Coach e Psicóloga clínica online para mulheres que querem mudar – não apenas compreender.

Dedico o meu trabalho a ajudar mulheres a compreenderem-se melhor, a recuperarem a confiança e a encontrarem realização pessoal e profissional. Coach | Life & Business | Master & Trainer PNL | Formadora e Consultora em Comunicação, MKT e Liderança

Setembro mal começou e, para muitas pessoas, parece que já está atrasado.Eu adoro planear, aconselho-o a quem se quer se...
02/09/2026

Setembro mal começou e, para muitas pessoas, parece que já está atrasado.

Eu adoro planear, aconselho-o a quem se quer sentir “mais organizada”.

Mas vale a pena repararmos quando o planeamento deixa de servir para organizar a vida e passa a servir para acalmar a ansiedade, porque, às vezes, o que parece produtividade é só uma forma de controlar o desconforto.

Nem sempre precisamos de mais uma lista.

Às vezes, precisamos apenas de perceber o que está por detrás do medo de que as coisas fujam do nosso controlo.

Todos os anos acontece a mesma coisa.Mal agosto entra na reta final, ouvimo-nos dizer:“Em setembro é que vai ser.”E, sem...
31/08/2026

Todos os anos acontece a mesma coisa.

Mal agosto entra na reta final, ouvimo-nos dizer:

“Em setembro é que vai ser.”

E, sem percebermos, um único mês f**a responsável por compensar tudo o que ficou por fazer, por decidir ou por mudar.

Planear é muito importante. Pode trazer-lhe foco e tranquilidade.

O problema não é planear, mas as expectativas que criamos à volta dos planos que fazemos e que, muitas vezes, são irrealistas e só acrescentam sobrecarga e frustração.

Setembro pode ser um recomeço, sim, mas não precisa de carregar o peso de um ano inteiro. Nem de se transformar numa prova de valor.

Uma vida com mais equilíbrio também se constrói quando deixamos de exigir que aconteça TUDO JÁ.


Nem todas as férias deixam fotografias para recordar. Às vezes, o que torna as férias menos férias é a comparação que fa...
21/08/2026

Nem todas as férias deixam fotografias para recordar. Às vezes, o que torna as férias menos férias é a comparação que fazemos com os momentos escolhidos dos outros.

É aí que a autocrítica aparece sem avisar e sentimos que não descansámos “como devíamos”.

Mas o descanso não precisa de ser impressionante para ser válido. Às vezes, o que precisamos nas férias é só voltar a sentir que a nossa vida nos pertence.

As férias são aquela altura em que achamos que vamos, finalmente, descansar... mas depois, acabamos muitas vezes a ter a...
12/08/2026

As férias são aquela altura em que achamos que vamos, finalmente, descansar... mas depois, acabamos muitas vezes a ter alguns dos comportamentos que descrevo no carrossel.

Ao notar estes erros que vejo muitas pessoas cometerem em tempo de férias, não quero passar a ideia de que o que faz por si nesta época não é suficiente.

Simplesmente, gostava só que refletisse sobre a sua própria situação, porque sei que, com pequenos passos, é possível chegar ao fim das férias (ou até de um fim de semana) e sentir-se mais descansada.

E na próxima publicação vou partilhar consigo algumas sugestões. Fique atenta

A ideia do tudo ou nada, oito ou oitenta, só nos prejudica. Ou nos leva a f**ar exatamente onde estamos.Ou achamos que t...
04/08/2026

A ideia do tudo ou nada, oito ou oitenta, só nos prejudica.

Ou nos leva a f**ar exatamente onde estamos.
Ou achamos que temos de dar um salto para o desconhecido.

Como se não existisse nada entre uma coisa e outra.

Acompanho várias pessoas que vivem presas por este pensamento dicotómico e é curioso ver como, ao longo do processo, a sua mente vai aceitando novas possibilidades.

Porque mudar - seja o que for - implica uma certa dose de coragem, é verdade; mas pode ser corajosa e, ao mesmo tempo, sentir que tem algum controlo sobre essa mudança.


Marta Dias Pereira | Coach e mestre em Psicologia

Acompanho mulheres competentes que querem mudar, e não apenas compreender.

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O autocuidado é importantíssimo. É, provavelmente, a maior fonte de amor-próprio que temos. Mas para nos sentirmos emoci...
27/07/2026

O autocuidado é importantíssimo. É, provavelmente, a maior fonte de amor-próprio que temos. Mas para nos sentirmos emocionalmente bem, é preciso estarmos atentas à forma como o estamos a pôr em prática.

Durante anos, ensinaram-nos a cuidar dos outros antes de cuidar de nós. O autocuidado era um conceito de que ninguém falava.

Nos últimos anos, o discurso mudou – radicalmente, diria eu – e começámos a ouvir e a ler expressões como: “prioriza-te”, “põe-te em primeiro lugar”, “autocuidado acima de tudo”.

E, como tudo o que é levado ao extremo e posto em prática mais porque é moda do que por autoconsciência, este “pormo-nos em primeiro lugar” trouxe uma nova questão:

E quando o autocuidado nos isola e nos afasta do outro?

Escrevi um artigo para, juntas, olharmos para duas dimensões necessárias à verdadeira sensação de bem-estar e felicidade: o autocuidado e a ligação aos outros.

Em tempo de férias, tenho a certeza de que lhe será útil.

Envie mensagem com “Autocuidado” para receber o link do artigo e conhecer a minha visão sobre este tema.

Foi preciso sentir-me completamente exausta para perceber o valor do descanso. Mais: foi preciso sentir-me completamente...
25/07/2026

Foi preciso sentir-me completamente exausta para perceber o valor do descanso.

Mais: foi preciso sentir-me completamente exausta para perceber que é o descanso que me permite fazer bem o meu trabalho e estar presente para as pessoas que são importantes para mim.

Sei que esta ideia de que temos de ir a todas e fazer tudo é frequente. Acompanho muitas mulheres (e alguns homens também) que vivem numa correria constante e que, até nas férias, acumulam tarefas para não enfrentarem o desconforto que parar lhes traz.

Ir ali.
Visitar isto.
Experimentar aquilo.

E a correria continua; só não é no trabalho.

Isto acontece porque o mundo atual ensina-nos todos os dias a estar em modo “fazer-fazer-fazer”.

O desafio que lhe lanço - para estas férias (ou para este fim de semana) - é que em vez de “fazer”, se permita “estar” e “ser”.

És coach e psicóloga… então estás a analisar-me?”Confesso que já ouvi esta pergunta muitas vezes.A resposta é simples: n...
21/07/2026

És coach e psicóloga… então estás a analisar-me?”

Confesso que já ouvi esta pergunta muitas vezes.

A resposta é simples: não.

Uma consulta exige um contexto, um pedido de ajuda, tempo, foco e responsabilidade. Não acontece numa conversa entre amigos ou enquanto tomo um café.

Neste carrossel explico porquê. Talvez desmistifique uma das ideias mais comuns sobre quem trabalha em Psicologia. 💛

Vivemos numa cultura que nos ensinou a associar descanso a preguiça e produtividade a valor.Mas, muitas vezes, aquilo a ...
19/07/2026

Vivemos numa cultura que nos ensinou a associar descanso a preguiça e produtividade a valor.

Mas, muitas vezes, aquilo a que chamamos irritabilidade, falta de paciência ou dificuldade em lidar com tudo pode ter mais que ver com cansaço do que com quem somos.

Então, nestas férias, antes de querer fazer mais, viajar mais, ver mais coisas, talvez seja importante permitir-se descansar.

Sem culpa.🤍


Marta Dias Pereira | Coach e mestre em Psicologia

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Escrevi um artigo sobre Cristiano Ronaldo. E, ainda assim, não é um artigo sobre futebol.Nos últimos dias, vi despedidas...
11/07/2026

Escrevi um artigo sobre Cristiano Ronaldo. E, ainda assim, não é um artigo sobre futebol.
Nos últimos dias, vi despedidas e comentários por todo o lado. E dei por mim a pensar menos nele – e mais em nós.
Porque é que nos custa tanto agradecer?
A Psicologia tem respostas interessantes.
A nossa mente dá naturalmente mais peso ao negativo do que ao positivo. Um erro pesa mais do que dez acertos.
Habituamo-nos ao que é bom. O extraordinário, quando se repete, começa a parecer normal.
E, sem darmos conta, o bem que os outros fazem torna-se invisível de tão constante.
No novo artigo do blog, falo da despedida de Cristiano Ronaldo dos Mundiais como ponto de partida para refletir sobre gratidão, reconhecimento e maturidade emocional.
Não é um elogio cego. Digo lá, com clareza, que não concordo com todas as suas decisões.
Mas é essa, talvez, a ideia mais importante do texto: a gratidão não elimina o espírito crítico. Torna-o mais justo.
E o artigo termina com uma pergunta para si: a quem deve um obrigada que ainda não disse?
Para ler o artigo completo, envie-me a palavra OBRIGADA por mensagem privada e eu faço-lhe chegar o link.
E diga-me nos comentários: acha que sabemos agradecer enquanto as pessoas ainda estão connosco?

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