ANDEBOL*TEATRO*CANTO E MUSICA*DANÇA O Grupo Desportivo e Cultural de Azurara nasceu a 10 de junho de 1974, da boa vontade de Fernando J.C.O..Maia, Fernando A. Castanheira e José Garcia Enes, que imbuídos do espírito democrático e libertador do 25 de Abril de 1974 resolveram criar condições, pelo menos morais para a prática do desporto nesta freguesia linda, à beira mar plantada, detentora de uma h
istória rica, que dá pelo nome de Azurara. Saiu da Comissão de Moradores existente na altura uma subcomissão à qual foi dada o nome de Sector Desportivo, Cultural e Recreativo de Azurara, tendo sido alterado para o atual, por volta do 3º aniversário da sua formação. As dificuldades eram mais que muitas e, mesmo sem espaços próprios que não os baldios à beira rio ou as ruas da própria freguesia, depressa os jovens se identificaram com este projeto e foram muitas as iniciativas isoladas e conjuntas que projetaram o nome da associação. Sem sede, sem campos, sem pavilhões, os feitos alcançados foram notáveis, nestes primeiros anos de vida. A primeira iniciativa desportiva de que há registos aconteceu no dia 10 de Junho de 1974 com a organização de uma prova de atletismo que movimentou dezenas de entusiastas. A legalização aconteceu bem mais tarde, a 31 de Dezembro de 1977, com publicação no Diário da Républica a 31 Março de 1978. Entretanto, José Fernando da Costa Saldanha, um dos colaboradores e posteriormente chamado "Pai do Andebol do GDCA" bem cedo começa a proporcionar aos jovens a prática de outras modalidades, nomeadamente o Andebol. Que se implementou e impulsionou com diversas participações locais e regionais e com a filiação na Associação de Andebol do Porto em 1979. E desde então a modalidade de andebol começou a ser a mais importante, ultrapassando mesmo o atletismo, salientando o jeito de alguns para a sua prática, comprovado ao longo do tempo com os êxitos alcançados e os louvores individuais e coletivos. A carolice e o amor à camisola venciam todos os obstáculos e os troféus trazidos das competições calavam fundo a voz dos que de uma ou outra forma previam o final da associação. Quantas vezes sem Direção, mas sempre com um rumo! Continuar a praticar Andebol! E os êxitos continuavam, qual romper da aurora após uma noite de tempestade! E o fruto de todo este esforço e do não cruzar os braços está agora presente! O Grupo Desportivo e Cultural de Azurara continua vivo, com imensos projetos em mãos...
Proporciona que os jovens, da freguesia e não só, pratiquem desporto e descubram o espírito de equipa em cada treino e em cada jogo! A partir de 1997 um novo impulso com a nova direção formada faz nascer o lado "Cultural" do nome, incentivando e promovendo a que os jovens, descubram os seus talentos na dança, no teatro, na música e canto, na poesia! Partilhar os seus sonhos e as suas experiências, com outros jovens, igualmente sedentos de mostrar as suas aptidões. Vai aos poucos conquistando o respeito e a confiança mesmo dos mais céticos! Em 2024 - ano em que comemora 50 anos, O GDC Azurara tem um já espaço próprio, justamente conquistado, na área do desporto com Andebol federado e da cultura com Teatro Juvenil e Sénior, Dança, Canto e permanência no ICC desde 2000, devidamente reconhecido e respeitado pelos seus pares.
2024 – 50 anos – mas tudo está concretizado?
-… a sede gentilmente cedida pela autarquia municipal é muito pequena para albergar tantos sonhos; o pavilhão desportivo continua a ser emprestado; ... apenas a força de vontade é a mesma! Precisamos da ajuda de todos…. para fazer crescer o Grupo Desportivo e Cultural de Azurara, com respeito e orgulho! Vamos continuar a arregaçar as mangas, a construir e a sonhar para que o mundo p**e e avance, sem medos, apenas com a certeza que o sorriso estampado no rosto daqueles que sentem e vivem o GDCA como uma parte sua, deverá continuar colorido! Se para mais não servir esta breve resenha da história da associação, servirá para agradecer aos seus fundadores e aos que de forma dorida, mas decidida resolveram enfrentar as dificuldades não baixando os braços e passando este legado, que queremos, cresça e perdure. Os trofeus alcançados pelos artistas nas diversas modalidades nos últimos anos são a recompensa merecida que lhes é dedicada.