27/05/2026
RAPAX - Autumn Stage - Promo Video.
Argumento:
O equilíbrio geopolítico mundial colapsou de forma absoluta. Em julho de 2026, consolidou-se o impensável:
o "Eixo das Ditaduras" — uma aliança militar totalitária e sem precedentes unindo os blocos estratégicos dos
Estados Unidos, Rússia e China — desencadeou uma ofensiva massiva de anexação do continente europeu.
A velocidade e a violência tecnológica da invasão subjugaram as forças defensivas da Aliança Europeia.
As principais capitais do
Velho Continente caíram consecutivamente em meados de agosto. Com a Europa Central dominada, a
máquina de guerra do Eixo redirecionou os seus vetores de ataque para a Península Ibérica.
Atualmente, uma ofensiva terrestre e blindada de proporções devastadoras avança pelas planícies de
Espanha. Perante a certeza de que a capitulação total de Espanha ditaria o sufoco imediato do território
nacional, o Alto Comando Português tomou uma decisão de extremo risco estratégico: empenhou o grosso
do contingente das Forças Armadas regulares em solo espanhol, integrando uma linha de contenção
conjunta desesperada para travar o avanço do Eixo antes que este alcance a fronteira lusa.
Com a quase totalidade das forças operacionais projetada além-fronteiras e perante a vulnerabilidade crítica
da capital, Lisboa, o Estado-Maior ativou os protocolos de Descentralização Operacional e Autonomia
Estratégica. A região montanhosa de Águeda foi selecionada como o bastião de retaguarda ideal. O seu terreno densamente arborizado, fustigado por declives acentuados e microclimas severos de outono, oferece
as condições perfeitas para travar uma guerra assimétrica contra forças tecnologicamente superiores.
Contudo, o Eixo identificou o potencial logístico da serra. Antecipando o plano de contingência português, o
comando invasor projetou Patrulhas de Infiltração e Sabotagem altamente especializadas para o interior
da região de Águeda. O objetivo destas equipas avançadas é preparar o terreno, mapear as capacidades
remanescentes e degradar as infraestruturas de comunicações e energia, garantindo que a retaguarda
portuguesa esteja cega e paralisada quando a força invasora iniciar o assalto final ao país.