Camila Leite Integração corpo & mente

Camila Leite Integração corpo & mente ✨Apoio pessoas a obterem mais consciência de suas respostas ao estresse.
✨Yoga Restaurativo | Exp. Somática | Meditação | Parceira Mulheres à Obra®

12/09/2026

💫 O que.diz quem participou da 1.ª Edição de Intervenção no Trauma, Neurobiologia, corpo e linguagem no Processo terapêutico.
Inscrições
Uma inscrição vale por duas pessoas.
Somente até 16 de setembro.

12/09/2026

‼️ Setembro: o mês em que vais fazer um UPGRADE na tua forma de tratar teus pacientes.
Um olhar mais humanista, informado sobre o trauma.
⭐️2.ª edição da formação Intervenção no Trauma, que começa no dia 18 de setembro. Próxima sexta!
⭐️ OPORTUNIDADE: Esta formação certificada pela DGERT e organizada por oferece inscrição para duas pessoas pelo valor de uma só: 443€ para candidaturas realizadas até dia 16 de setembro, com pagamento faseado.

Intervenção no Trauma: Neurobiologia, corpo e linguagem no processo terapêutico. Indicada para Terapeutas Ocupacionais, Profissionais de Saúde, Cuidadores formais e informais.

Formação de 50h, com manual, extenso material de apoio, práticas e técnicas para profissionais do cuidado lidarem melhor com pessoas em estados traumáticos, trabalhando de forma multidisciplinar e aprendendo a se proteger. Destaco a promoção do projeto Eu Consigo:

Formação híbrida.
Inscrições na página ou em mensagem direta para

25/08/2026

🆕 O que achaste do conteúdo? Ressou em ti?
Aproveita a energia de recomeço do mês de setembro e invista em ti, seja como profissional ou como um processo de autoconhecimento que te vai possibilitar compreender e aplicar técnicas e práticas de regulação.

💫 Formação Intervenção no Trauma - Neurobiologia, corpo, linguagem e autorregulação na prática terapêutica
Formadora: Camila Leite
Certificação profissional DGERT 50h

18, 19, 28, 29 Setembro e 3, 4, 23, 24, 30 Outubro 2026
Formato: B-Learning

Valor inscrição antecipada: 380€ até 26/08
Valor inscrição normal: 443€ depois 27/08
Pagamento faseado

Inscrições na página ou no link da minha Bio.
Dúvidas e mais informações: envia-me uma mensagem privada para falarmos!

Há uma diferença entre quem somos e quem aprendemos a ser para conseguir viver em relação com os outros.Ao longo da vida...
19/08/2026

Há uma diferença entre quem somos e quem aprendemos a ser para conseguir viver em relação com os outros.

Ao longo da vida, criamos formas de estar no mundo que nos podem ajudar a pertencer. Outras protegem-nos da rejeição.

Podemos tornar-nos a pessoa que não pede ajuda.

Que evita conflitos.
Que cuida de todos.
Que precisa de controlar.
Que sorri quando está desconfortável.
Que diz “está tudo bem” enquanto o corpo diz exatamente o contrário.

Jung ajudou-nos a compreender que existem dimensões da nossa psique que permanecem fora da consciência — e que, ainda assim, participam na forma como sentimos, escolhemos e nos relacionamos.

A terapia somática acrescenta outra pergunta importante:

O que acontece no corpo enquanto tudo isto acontece?
Algumas respostas que hoje parecem “a tua personalidade” podem também ter sido fortalecidas ao longo da tua história como formas de adaptação, proteção e pertença.

Mesmo quando temos o impulso de “arrancar” as partes de nós que não gostamos, talvez o caminho seja poder aproximarmo-nos delas com curiosidade suficiente para reconhecer que não precisam de ser corrigidas.

Precisam primeiro de ser conhecidas.

💬 Qual destes conceitos faz o teu jcorpo reagir mais neste momento?

⁉️❕Esta é uma pergunta que aparece muitas vezes no meu consultório. São pessoas que passaram grande parte da vida a adap...
16/08/2026

⁉️❕Esta é uma pergunta que aparece muitas vezes no meu consultório. São pessoas que passaram grande parte da vida a adaptar-se para pertencer. E, entre pessoas neurodivergentes, pode ganhar um significado particular.

Durante anos, algumas aprenderam a controlar a intensidade, ensaiar aquilo que vão dizer, esconder dificuldades, observar constantemente as reações dos outros ou tentar corresponder a formas de estar consideradas socialmente mais “adequadas”.

Contudo essas “habilidades” de adaptação não são exclusivas de pessoas neurodivergentes e nem de pessoas com traumatização.

Uma abordagem atenta à neurodiversidade não deve transformar características neurodivergentes em sintomas traumáticos que precisam de ser corrigidos.

O trauma está na forma como vivemos a história e não no acontecimento em si. Pode estar presente numa rejeição repetida, no bullying, na ausência de compreensão ou em experiências precoces e repetidas de negligência e imprevisibilidade na infância.

Por isso, duas pessoas podem apresentar comportamentos aparentemente semelhantes e ter processos completamente diferentes.

❣️É aqui que uma abordagem somática e sensível ao trauma se torna particularmente importante pois na terapia somática abordo a narrativa sobre os sentimentos, significados e comportamentos, mas também levo a atenção à experiência que está a acontecer no corpo, no momento em que estamos no setting terapêutico.

Este caminho apoia a pessoa a reconhecer o que pertence à sua neurodivergência, o que pertence à sua história, o que foi aprendido como proteção e aquilo que continua a ser necessário no presente. Ofereço a construção de uma relação suficientemente segura e um espaço de curiosidade onde mente e corpo começam a distinguir: isto sou eu; isto aconteceu comigo; isto aprendi para me proteger; e isto posso agora escolher.

💫Talvez seja este um dos movimentos mais importantes do processo terapêutico: poder sentir, pouco a pouco que é possível pertencer sem precisar de se abandonar.

16/08/2026

Tem frases que marcam e que viram gatilhos emocionais de uma época em que eu tentava “caber” para atender a expectativa de outros.

Estas frases só fizeram sentido depois de descobrir, já adulta, que sou neurodivergente. Compartilho a reflexão sobre a pressão de nos adaptarmos ao olhar alheio e o risco de perdermos nossa essência. Discuto como o TDAH não é trauma, mas a rejeição percebida pode ser, e a importância de construir um self sólido sem precisar desaparecer para pertencer.

Autoconhecimento Rejeição Neurodiversidade Aceitação SerQuemÉ Reflexão

Base científica

Ros & Graziano (2018). Meta-análise sobre funcionamento social em crianças com TDAH.
Zhuang et al. (2023). Revisão sobre camuflagem no autismo e saúde mental.
Morgan et al. (2025). Estudo sobre experiências de mulheres com TDAH não diagnosticado.
Revisão sistemática (2026). Estigma em adultos com TDAH.
Beheshti et al. (2020). Meta-análise sobre desregulação emocional no TDAH

02/08/2026

Amanheci com este vídeo tão sincero e amoroso que ressoou com a minha história. Eis a tradução.
Acede ao vídeo original em .with.blake

Endereço

Seixal
2845-504

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