11/05/2026
➡️ Muitas metodologias de treinamento são baseadas nessa teoria de Marteniuk, eu mesmo por muito tempo utilizei-a para orientar meu trabalho. O indivíduo percebe algo, busca uma resposta que já existe no cérebro, o cérebro envia a resposta para os músculos e então o atleta responde. Mas, onde estão as lacunas dessa forma de pensar?
✅ Expertise medida pela capacidade do atleta de absorver o máximo possível para que, quando fosse solicitado, já tenha a resposta o mais rápido possível.
✅ Seguindo a mesma linha, qual o tamanho do HD (ou do Sistema Nervoso Central) para armazenar TODAS as respostas do jogo? Ou pelo menos todas as respostas que esse indivíduo possui. Aqui ter um bom cérebro (respostas declarativas sobre problemas do jogo) é um parâmetro que avalia a qualidade do atleta.
✅ Cérebro e corpo agindo como entidades independentes onde cada um faz seu trabalho sem a integração natural do corpo humano. Dentro dessa lógica, seria o cérebro capaz de dar uma resposta que o próprio corpo é incapaz de fazer?
✅ O treinador é apenas um TRANSMISSOR de conhecimento onde QUANTO MAIS ele transmite, melhor ele é, enquanto o atleta deve ESTOCAR essas informações para utilizá-las no jogo.
💡A essas lacunas existem respostas dentro de outra ideia. Mas f**a aqui meus questionamentos e reflexões para que possam atingir outros colegas de profissão. Sintam-se à vontade para trocarmos ideias.