15/05/2026
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A ciência do esporte já estudou exatamente isso, e os dados são brutais: quando um clube troca o treinador e o preparador físico ao mesmo tempo, o risco de lesão muscular aumenta 276%.
De 16 para 45 dias perdidos por lesão a cada 1.000 horas de treino.
O problema tem nome: janela de adaptação à nova carga. Cada preparador físico chega com uma filosofia diferente de periodização. O atleta que estava adaptado a um estímulo recebe outro do dia para a noite.
E tem mais: equipes com baixa comunicação entre departamento médico e comissão técnica perdem 183 dias por lesão a cada 1.000 horas. As com comunicação alta perdem 105. Uma troca de treinador destrói esse canal do dia para a noite.
A recomendação de Ekstrand e colaboradores é direta: preserve o preparador físico quando trocar o treinador. Se trouxer o dele, crie um protocolo de transição gradual de carga.
Nenhum clube brasileiro faz isso de forma sistemática.
Salva esse carrossel e manda pra quem precisa ver.