Centro de treinamento de tiro pratico

Centro de treinamento de tiro pratico INICIAÇÃO AO TIRO PRATICO.

29/03/2013

História do Tiro Prático

Tiro prático é uma modalidade esportiva onde os atletas utilizam armas de fogo para executar exercícios típicos da competição em alvos de papel ou metal, sendo que a modalidade conhecida como IPSC (Arma curta - Revolver, Pi***la e Arma longa - Rifle, carabina, espingarda) é uma das mais praticadas.
O Tiro Prático no Brasil é a união de várias modalidades nacionais e internacionais. Aqui o Tiro Prático é, por força de lei, dirigido e organizado pela Confederação Brasileira de Tiro Prático, sucessora da Associação Brasileira de Tiro Prático fundada em 1989 pela Federação Gaúcha de Tiro Prático, Federação Paranaense de Tiro Pratico e Federação Paulista de Tiro Prático. No ano de 1992, já com número de Federações sufucientes para formar a Confederação, reuniram-se em Assembléia Geral Extraordinária no dia 25 de abril a Federação Paulista de Tiro Pratico, Federação Paranaense de Tiro Pratico, Federação Gaucha de Tiro Pratico, Federação de Tiro Pratico Do Rio De Janeiro, Federação de Tiro Pratico do Distrito Federal, Federação Catarinense de Tiro Pratico, Federação Pernambucana de Tiro Pratico, Federação Mineira de Tiro Pratico, Clube dos Caçadores de Natal, Associação Baiana de Tiro.
Nesta AGE foi fundada a Confederação Brasileira de Tiro Prático com a finalidade de reger o Tiro Prático em todo o território nacional. A estas 10 entidades juntaram-se outras, perfazendo um total de 23 Federações, cerca de 303 clubes e aproximadamente 4218 atletas registrados até a data de hoje. Este novo e dinâmico estilo de atirar competitivamente, teve suas origens na Califórnia, USA no início dos anos 50. Rapidamente se espalhou por muitos outros continentes incluindo Europa, Austrália, América do Sul e Central e África.
A International Practical Shooting Confederation (IPSC) foi fundada oficialmente na Conferência Internacional de Pi***la de Combate, sediada em Columbia, Missouri, USA em maio de 1976. Quarenta pessoas de vários países foram convidadas à participar desta Conferência com o intuito de determinar a natureza e o futuro do atleta de tiro prático. O Coronel Jeff Cooper era o então Presidente da Conferência e foi eleito por aclamação o primeiro Presidente da IPSC. A união da precisão, potência e velocidade como elementos de igual valor foi o objetivo primário da Conferência bem como procedimentos e regras para segurança total no manuseio de armas.
O Estatuto foi estabelecido e a Confederação foi criada. Assim foi desenvolvido o mote - DVC - Diligentia, Vis, Celeritas (Precisão, Potência e Velocidade) para refletir o balanço objetivado. Hoje a International Practical Shooting Confederation (IPSC) é promovida em mais de sessenta países, chamados de Regiões da Argentina ao Zimbábue.
Todos os anos os Diretores Regionais destas Regiões se reúnem na Assembléia Geral da IPSC. No Tiro Prático, o atleta, deve misturar precisão, potência e velocidade, dentro de uma combinação vencedora. Os alvos têm 75 centímetros por 45 centímetros com um centro de 15 centímetros que representa a "zona A". A maioria das competições acontecem em estandes de tiro próximos dos grandes centros, onde disparos a mais de 45 metros são raros. Acertar um alvo de 15 centímetros a 45 metros ou menos parece fácil a um atirador experiente, porém no IPSC apenas armas de fogo] com potência comprovada são permitidas (9mm ou maior). Este fator de potência mínimo, reflete a herança deste esporte moderno e dominar uma arma curta com a potência requerida é consideravelmente mais difícil do que fazê-lo com uma arma de pouco recuo como as armas para tiro de precisão, especialmente quando o atleta está tentando ir o mais rápido possível.
O tempo, também tem seu papel. Em competições do tipo Comstock os pontos obtidos nos alvos são divididos pelo tempo do percurso, adicionando pimenta no molho deste esporte. Alvos múltiplos, alvos que se movem, alvos que reagem quando alvejados, penalidades ao alvejar alvos não permitidos misturados ou cobrindo parcialmentes os outros alvos, obstáculos, movimento, táticas de competição, e, em geral, qualquer outra dificuldade que o desenhista de pistas invente se combinam para manter o entusiasmo dos atletas e o divertimento dos espectadores. As regras da IPSC incentivam a diversificação das pistas para evitar que o esporte fique restrito a um determinado tipo de pista.
De fato algumas competições possuem alvos escondidos que aparecem de repente sem que os atletas saibam da sua localização prévia. Mesmo tendo raízes marciais em sua origem, o esporte amadureceu deste começo, assim como aconteceu com o karate, esgrima ou arqueria. Agora o Tiro Prático é um esporte internacional, que enfatiza a segurança e o uso seguro de armas de fogo, precisão, potência e velocidade em competições em todo o mundo. O maior coroamento no IPSC é vir a ser um Campeão Mundial. Hoje em dia a IPSC organiza e regulamenta as provas chamadas IPSC com a utilização de armas curtas, rifles e espingardas.

29/03/2013

Um pouco da história do Tiro Esportivo

O tiro foi lançado como esporte no século 16, com as competições entre clubes na Europa ocorrendo principalmente no primeiro dia do ano, em feriados religiosos e em ocasiões especiais. Em 1907, oito nações formaram a União Internacional de Tiro. Hoje, 156 países integram a Federação Internacional de Tiro Esportivo.

O Barão Pierre de Coubertin, que foi campeão francês de tiro anos antes de ter idealizado os Jogos Olímpicos da Era Moderna, incluiu quatro eventos com pi***la e dois com rifles de pólvora nos primeiros jogos, em Atenas, em 1896, sendo que, a partir daí, o tiro só não esteve presente nos Jogos de 1904 e de 1928.

Em 1920, nos Jogos da Antuérpia, o Brasil conquistou suas três primeiras medalhas olímpicas. Na prova de revólver a 30 metros, o tenente do Exército Guilherme Paraense conquistou a primeira medalha de ouro para o país. Nos mesmos Jogos, Afrânio Costa conquistou a prata na prova de pi***la livre a 50 metros, e a equipe brasileira ficou com o bronze entre as 17 nações presentes na Olimpíada.

De 1920 para cá o Tiro Brasileiro apenas não esteve presente nos Jogos de 1924 e 1964, sendo que nos jogos de Sydney o Comitê Olímpico Brasileiro não inscreveu nossos atiradores nas duas vagas conquistadas, apesar de ter 42 atletas que possuíam 54 Índices Olímpicos.

Modalidades de Tiro Olímpico

Administrado, a nível nacional, pela Confederação Brasileira de Tiro Esportivo (CBTE), que coordena a atividade de 19 Federações estaduais e 5 Clubes vinculados, o Tiro Olímpico Brasileiro possuí hoje aproximadamente 3.000 atletas em franca atividade.

Como conseqüência das campanhas anti-armas que, por falta de conhecimento ou propositadamente, ligam o tiro esportivo à violência, houve uma sensível redução na procura pelo esporte, o que não impediu que mais de 300 jovens atiradores, de ambos os sexos e menores de 18 anos, buscassem a pratica do esporte.

Anualmente a CBTE coordena diversos campeonatos de tiro, sendo que, a nível Regional temos o Campeonato Norte e Nordeste, o Campeonato Centro Brasileiro e o Campeonato Sulbrasileiro. Em nível Nacional temos o Campeonato Brasileiro de Federações, o Campeonato Brasileiro de Armas Especiais, o Campeonato Brasileiro de Armas de Ar, a Copa General Leônidas Pires Gonçalves e o Torneio Tenente Guilherme Paraense, este realizado na Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende.

Internacionalmente a Equipe Brasileira tem participado de Jogos Olímpicos, Campeonatos e Copas Mundiais, Campeonato das Américas, Jogos Panamericanos, Campeonatos Sul-Americanos e Campeonato Cel Hugo de Sá Campelo Filho, competição a nível Sulamericano.

Endereço

Viamão, RS

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