21/05/2015
Os piores alimentos para quem visa hipertrofia muscular!
Sempre estamos listando os melhores alimentos, os melhores exercícios, os melhores métodos… E quanto aos piores ? Enquanto afirmar que métodos e exercícios são ruins é algo muito relativo a individualidade de cada pessoa, isto não ocorre da mesma forma com os alimentos. Usar os alimentos incorretos na dieta, independente da sua individualidade, pode sabotar os esforços para mudar o corpo. Com isto dito, veja quais são os piores alimentos para quem visa hipertrofia muscular e comece a evitá-los hoje mesmo para alavancar seus resultados.
1 – Qualquer coisa rica em açúcar refinado
Açúcar refinado não contém vitaminas, minerais, proteínas, carboidratos ou gorduras boas. Este alimento – se é que podemos chamá-lo disso – não traz nenhum benefício para o seu físico além da comodidade de adoçar o que você come ou bebe. Como se não fosse suficiente, ele ainda gera diversos malefícios para saúde, incluindo coisas que afetarão diretamente os seus resultados dentro da academia: deficiências de certas vitaminas e minerais, resistência à insulina, gerar quedas na testosterona e afetar o funcionamento do seu sistema imunológico.
Principais alimentos e bebidas ricos em açúcar refinado: biscoitos, chocolate, doces em geral, refrigerantes, sucos de fruta industrializados, o próprio açúcar de mesa e alimentos sem gordura (estes são armadilhas ardilosas onde incluem mais açúcar para compensar a falta do gosto da gordura).
2 – Soja
Soja contém grandes quantidades de compostos chamados isoflavonas, estes funcionam como fitoestrógenos que, sem entrar em linguagem científ**a, são compostos que ativam os receptores de estrógeno no corpo. Em suma, quanto mais estrogênio menos testosterona. Quanto menos testosterona, menos ganhos na academia e mais efeitos colaterais do estrogênio como: retenção de líquidos, maior facilidade para acumular gordura e diminuição da libido.
Você vai encontrar um número praticamente equivalente de estudos comprovando estas alegações e contradizendo as mesmas, contudo muitos estudos a favor do consumo são patrocinados pela indústria milionária da soja, o que passa longe de serem confiáveis.
Quanto a proteína da soja isolada (ou não), ela também contém isoflavonas e também pode gerar os mesmos malefícios.
3 – Carne processada
O principal problema com carnes processadas é que muitos pensam que, por serem feitas a partir da própria carne, elas são fontes de proteínas apenas “menos” saudáveis, que na dúvida “é melhor comer”. Ledo engano. Usar carne processada é a mesma coisa que usar o açúcar refinado: comodidade (bom gosto) em troca de um monte de malefícios, neste caso com o aumento no risco de doenças cardíacas, diabetes e câncer. E falando em açúcar; os fabricantes costumam lotar estes produtos com açúcar e água para aumentar o volume do produto e melhorar o gosto (o que diminui o percentual de proteína). Em suma, processados não são fontes confiáveis de proteína e nem de longe substituem carne de verdade.Alguns exemplos de carnes processadas: hambúrgueres (industrializados), salsichas, mortadela, presunto e nuggets.
4 – Suplementos hipercalóricos
Usar um hipercalórico é uma maneira conveniente para conseguir atingir as necessidades energéticas do dia, o problema é que a maioria dos hipercalóricos fornecem a maioria das calorias através de açúcares simples, o que nos leva aos malefícios citados no primeiro item deste artigo. Estes produtos ainda prometem fornecer proteínas “nobres” como whey protein e caseína, mas muitas vezes a fonte predominante de proteína é a soja (item 2). As empresas conseguem se esquivar disso pois não são obrigadas a mostrar qual é a proporção de cada proteína presente no produto.
Se você tem problemas para ingerir calorias através de alimentos sólidos, uma solução melhor (e mais segura) é fazer o seu próprio hipercalórico, com ingredientes saudáveis como aveia, pasta de amendoim integral e whey protein (ou outra fonte confiável de proteína da sua escolha).
Fonte: hipertrofia.org