CraqueKiko Jornalista, escritor, cronista esportivo, fotógrafo, historiador e pesquisador autodidata. Ex-atleta de futebol profissional.

30/08/2026

PANTERA AZUL DOURADA E SAMAS - TORCIDA APREENSIVA NO ANTIOCHO PEREIRA (30/09/2026).
Associação Atlética Iguaçu 2 x 0 Samas Sport Club.

A ÚLTIMA PELEJA DA PRIMEIRA FASEEra a última peleja da primeira fase. Ainda figurando no topo da tábua classif**atória g...
30/08/2026

A ÚLTIMA PELEJA DA PRIMEIRA FASE
Era a última peleja da primeira fase. Ainda figurando no topo da tábua classif**atória geral antes do início da última rodada, um triunfo neste domingo, 30 de agosto, ainda mais, frente ao lanterna da chave e já desclassif**ado, abriria para o Iguaçu a oportunidade de enfrentar no primeiro mata-mata o oitavo colocado, teoricamente o de pior nível técnico do certame.

Fofocas chegavam de São Mateus do Sul que o treineiro e os boleiros contratados para os confrontos de 2026 já tinham abarrotados as suas malas e armado o capote para seus lugares de origem. Portanto, ao vento diziam, o onze são-mateuense porfiaria composto pela piazada da base. Será?

Questionado por muitos por ter colocado a campo no domingo anterior um esquadrão com sete alterações e ter mexido na espinha dorsal, e que se não fosse o golquíper iguaçuano, voltaria de Irati com o ônibus mais pesado pela s**ola cheia de tentos que traria no porta bagagem, o comandante técnico Luiz Tosta deveria mandar para o ruim relvado do Antiocho Pereira sua força total. É bom que se frise, Tosta não estaria no banco junto com os regras três por estar suspenso.

Além do quadro visitante ser favorecido pelas péssimas condições do “palco verde” que sofreu “melhorias” durante a semana como troca de várias leivas e colocação de areia nas crateras, o porteiro do Céu abriu as torneiras já na madrugada deste domingo.

Também, os cornetas e adeptos da teoria da conspiração jogavam ao vento que o homem da “mala branca” passeou fisicamente pela cidade do Xisto e tinha atado contrato com o Samas. Será? Afirmavam que mesmo tendo treinados só com os canos das meias, eles tinham uma trama secreta. Botariam fervura na água, mesmo que fosse da chuva. Colocariam a alma na ponta das chancas. Quem foi no Antiocho queria testemunhar. Era esperar para assuntar, mas parte disso era fuxico.

Não podemos dizer que o balão rolou porque isso era quase impossível quando sua senhoria trilou o seu apito iniciando o cotejo. As poças de água eram as protagonistas. Ligações diretas, bico daqui, chuveirinho de lá, escorregões e tombos nos dois lados.

O balão de couro pouco chegou na zona de perigo dos dois arqueiros, até que, aos 27 minutos o Iguaçu inaugurava o marcador fazendo o tento solitário da primeira metade. Após lance tramado pelos dianteiros iguaçuanos o balão veio da esquerda e encontrou o meia Bruninho na direita, solto que nem um passarinho. Bruninho controlou o capotão e deu um corte em dois beques deixando-os sem pai e sem mãe. Já dentro da grande área, levantou a cabeça e vislumbrou a posição do quíper. Com a categoria de poucos, de perna canhota, meio que chapando, endereçou o capotão no canto baixo direito. O guapo do Samas sujou a farda, se esticou todo, mas não deu para ele. O balão de couro beijou as suas malhas. E, o escore parcial ficou nisso, 1 tento a 0 para o Iguaçu. Preocupa o elenco iguaçuano, pois o seu melhor chutador de linha, Bruninho, ao efetuar um lançamento de longa distância, aos 29 minutos sentiu a perna e foi substituído.

Veio o segundo tempo. São Pedro tinha dado uma trégua nas águas e o Sol com vergonha, às vezes mostrava a fuça. Com a troca de lados, os dianteiros iguaçuanos iriam usufruir do melhor relvado, tendo mais chances de tentar rolar a peca. Decorridos 7 minutos, após o centro de um tiro esquinado executado por Aldrey, da direita, Rafão que peregrinava pelo setor, da entrada da pequena área, posicionado no primeiro pau, testou bonito para o chão e burlou a vigilância do arqueiro visitante. Era o segundo tento do cotejo, 2 a 0 para a Pantera Azul Dourada.

Com o gramado em péssimas condições, com chances esporádicas para os dos esquadrões o escore final permaneceu sem alteração.
Com esse triunfo o quadro da Associação Atlética Iguaçu f**a na parte mais alta da tabela geral. Ganhou o direito de pelear com o oitavo colocado na próxima fase, de mata-mata. Se verá de focinho com o Iraty. Na primeira contenda porfiará fora dos seus domínios, na cidade de Irati, possivelmente no Estádio Emílio Gomes. As data e horário ainda está indefinida.

Levantamento do confronto
Associação Atlética Iguaçu 2 x 0 Samas Sport Club
Apitador – Diego Ruan Pacondes da Silva. Auxiliado pelos bandeirinhas Daniel Pereira Melere e Joaquim Mendes da Costa.
Público extraoficial (de boca, nos bastidores) – cerca de 390 pessoas. A grana não foi informado.
Tentos – Bruninho (27’1ª) e Rafão (07’2ª).
Chutadores amarelados – Pelo Iguaçu: Miranda, Deivison e Rafão. Samas: Victor, Thiago e Carlos.

Alinhou o Auri Cerúleo: Lucas Bento, Aldry (Alanzinho), Rafão, Mateus Gustavo, Brayan, Miranda (Kaleu), Adão, Araújo © (Deivison), Rafael, Bruninho (Pedro Lucas) e Irapuan (Bruno Miguel). – Treinador – Zico Flenik.

Formou o Samas: Carlos, Bryan, Pedro, Heverton Luís © (Juliano), Flávio Ricardo, Matheus Cruz, Batistaca, Luiz Henrique (Wesley) , Renan (Sony), Luiz Felipe (Thiago) e Victor (Lucas Manoel). Treinador – Gleison da Silva.

Informações e mídia - Craque Kiko.
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MAIS UM EMPATE NA VILA FAMOSA - ZOOFER E SANTA CRUZ DO TIMBÓ.Um prélio renhido neste sábado, 29 de agosto. A turma de Sa...
30/08/2026

MAIS UM EMPATE NA VILA FAMOSA - ZOOFER E SANTA CRUZ DO TIMBÓ.
Um prélio renhido neste sábado, 29 de agosto. A turma de Santa Cruz do Timbó mesmo peleando fora de seus domínios não admitiu ser subjugado, peleou em igualdade de condições. Após o trilo apagando a vela do tempo regulamentar o escore apontava 2 tentos a 2.

Assinalaram pelo Zoofer o Gaúcho Tartaruga e o Pacotinho Gafanhotinho. Pelos visitantes o Leandro e Evandro esticaram os barbantes.

Informações e mídia - Marquinhos Preá e José Osório Corvinho Branco.

MICA – DALMIR ESTIGARRIBIA - O TORPEDO DINAMITADOR - SESSÃO SAUDADES.No ano de 1979, jovem de tudo, foi convocado pelo f...
29/08/2026

MICA – DALMIR ESTIGARRIBIA - O TORPEDO DINAMITADOR - SESSÃO SAUDADES.

No ano de 1979, jovem de tudo, foi convocado pelo famoso treinador Mário Travagline, para fazer parte do escrete brasileiro de juniores, que pelearia nos Jogos Panamericanos que seriam realizados em Porto Rico, na América Central. O escrete ergueu o cetro máximo. Mica teve uma exuberância de atuação fazendo dois tentos nessa competição.

Com a idade de juvenil estourando, e por estar disputando uma posição com mais quatro extremas-direitas, entre eles o famoso Valdomiro que também pertencia a seleção canarinha, foi pouco aproveitado pelo esquadrão do Beira Rio, sendo então, cedido por empréstimo ao Internacional, da cidade de Lages (1980) onde disputou o certame barriga verde e foi um dos principais esticadores de barbantes, derrubando as cidadelas contrárias por 23 vezes. Também atuou pelos quadros catarinenses do Figueirense (Florianópolis), Próspera e Criciúma (Criciúma) e Hercílio Luz (Tubarão).

Saindo do Hercílio Luz veio atuar em 1986 na Pantera Azul Dourada, a nossa querida e amada Associação Atlética Iguaçu para disputar o certame do Paraná.

Dono de um potente arremate, das suas chancas muitos tentos foram assinalados. Nos seus tentos, o balão nunca passava a linha divisória da meta e ninava calmamente no fundo do filó, ele simplesmente esticava as malhas. Mica era um especialista em bola parada. Nas cobranças de faltas, se o arqueiro se pinchasse e conseguisse chegar a tempo no balão de couro, a certeza era uma só, batia roupa pelo veneno do chute. Tendo uma enorme facilidade nos centros de tiros esquinados, forte e de curva, o golquíper se via em palpos de ar**ha. Qualidade no passe também era o seu forte, sempre açucarados.

Pelejando pelo Iguaçu triunfou no paranaense por duas vezes, 1987 e 1991. Um dos seus belos golos foi premiado no programa Fantástico do ano de 1992, no cotejo contra o Grêmio Maringá, no lendário Estádio da Caixa D'água.

Já em final de carreira envergou os mantos dos quadros do Tabu, de Clevelândia e Operário, de Ponta Grossa. Também colocou suas qualidades técnicas cotejando pelo CAPU, quadro de futebol amador de Porto União da Vitória, onde foi um dos corifeus na Copa do Planalto Norte Catarinense, ajudando a levantar o caneco.

Como pessoa, um gentleman. De saudosa memória.

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UM EUCLIDES DA CUNHA NOS CANTOS DOS TRILHOS DO CONTESTADO.Republicação da crônica do Escriba da Periferia - Craque Kiko....
29/08/2026

UM EUCLIDES DA CUNHA NOS CANTOS DOS TRILHOS DO CONTESTADO.
Republicação da crônica do Escriba da Periferia - Craque Kiko.
Faz parte de um dos textos do livro: Causos da vida real.

Passeando em um sábado pela manhã na parte central das cidades irmãs, após, sair da feirinha na antiga rodoviária de União da Vitória, onde bati um papo com várias pessoas amigas que ali também frequentam, me vi em frente da ferroviária Estação União, no lado paranaense. Percebi que várias pessoas não pertencentes a este chão – depois descobri que eram turistas vindos da capital paranaense, que pela parte superior dos muros olhavam ansiosamente e com interesses para dentro do pátio da Estação. Vendo aquele movimento, também batido pela curiosidade encostei a cabeça por cima do muro para tentar descobrir o que aquelas pessoas tentavam visualizar lá. Nisso! ouvi um senhor comentando do porquê daquele espaço ser fechado, não possibilitando que turistas usufruam daquela construção histórica, que poderia nos remeter até àquela guerra que chamam do Contestado. Estranhei! Pois durante os dias de lida os quatro portões laterais, dois no lado catarinense e dois no lado paranaense sempre estão abertos, e agora estavam fechados. Pensei comigo, algo está errado, porque justamente no sábado os portões deveriam estar abertos para a visitação à parte central da Estação.

Já fazendo parte daquela resenha iniciada por um daqueles turistas – um professor de Geografia que leciona em uma faculdade na capital –, tentei lhe responder sobre a Estação União, mas tive que começar a contar desde o ano de 1905, quando os trilhos da Estrada de Ferro São Paulo Rio Grande do Sul chegaram a estas terras um dia contestadas. Tive que entrar na história e contar um pouco dos meus parcos conhecimentos sobre as várias causas e diferentes contextos da guerra, que muito tem a ver com um povo marginalizado, um povo excluído da sociedade, vítima dos grandes proprietários e facilmente envolvido e usado por líderes messiânicos, onde o governo, com o emprego das forças militares estaduais e federais, ajudou a ceifar milhares de vidas.

Também dentre as causas da guerra, a doação de quinze quilômetros à margem direita e quinze à esquerda dos trilhos para quem construísse a ferrovia, obrigou a contratação de milhares de pessoas, que vindas de vários cantos brasileiros, e que, ao término da construção f**aram sem emprego e sem condições de retornarem. A exploração madeireira através da famosa “Lumber”, a colonização com a vinda de emigrantes alemães e italianos e a expulsão dos moradores caboclos nativos, posseiros e grileiros que moravam há décadas na região, estiveram no topo do contexto da guerra – foi talvez o principal estopim –, que deixou uma chaga ainda não cicatrizada de todo, mas pouco conhecida da geração atual. Na verdade, tanto para o governo monarquista, como para o republicano, esta região contestada era um território de invisibilidade e miséria.

Enfim, contei tudo o que aprendi pela curiosidade ouvindo o palavreio dos meus dois bisavôs e o que pesquisei nas 17 obras da literatura de autores que se debruçaram sobre a história deste maior conflito social do século XX. Só assim, pude discorrer sobre a construção da Estação União.

Enquanto conversávamos, não percebi, que tinha f**ado posicionado no centro daquele círculo de pessoas, que extremamente interessadas ouviam tudo o que eu narrava. Respondendo as várias indagações, com o meu entusiasmo em contar um pouco do acontecido e alguns causos deste meu chão amado e, pelo interesse deles, cerca de duas horas tinha durado aquela agradável prosa sobre o conflito, até quando chegamos ao ano de 1942, 15 de agosto, data da inauguração da Estação União.

Contei, que ainda no início da década de 1940 existiam duas estações ferroviárias, uma a poucos metros da outra, obrigando o trem a parar por duas vezes para atender os dois lados, Porto União-SC e União da Vitória-PR, pois no acordo de limites pós-guerra, no ano de 1916 as duas cidades foram dividas pelos trilhos ferroviários. Com o passar do tempo, notou-se a importância desse entroncamento ferroviário, e para racionar tempo de parada e espaço, optou-se pela construção de somente uma Estação que contemplasse as duas cidades, que mesmo tendo emancipações políticas diferentes, na realidade era uma só sociedade. Então, a Rede Ferroviária, com o apoio do governo Estadual e Federal resolveu investir no projeto.

Disse-lhes também, que para que não houvesse nenhum tipo de reclamação das partes interessadas, um projeto arquitetônico único e com a mesma disposição física privilegiaria as duas cidades. O que teria em um lado, teria no outro, inclusive, o nome escolhido foi Estação União. Também lhes falei do túnel, muito utilizado à época, onde os pedestres poderiam ir de um lado para outro com segurança, pois havia muita movimentação de comboios, tanto para viagens como para manobras das composições.

Relatei também, que em 27 de agosto de 1950, um domingo, praticamente oito anos após a inauguração da Estação União, aconteceu o trágico acidente, onde a inditosa menina Jeanete, filha do senhor Reinaldo de Oliveira, conhecido como Teatino, treinador do esquadrão do Ferroviário Esporte Clube, pereceu no túnel. O fatídico aconteceu por estar aquela passagem subterrânea coberta por volumosa quantidade de água. Sobre a existência do túnel eles já sabiam, e ansiavam em atravessá-lo de um lado para outro, mas não foi possível.

E, assim, como se fossem meus bons alunos eles ouviram tudo atentamente, e como se fosse um presente do seu professor, tive a oportunidade em divulgar os livros de minha lavra, fazendo a doação de dez exemplares dos últimos dois lançamentos. Ao nos despedirmos, às risadas, fui alcunhado por aquelas pessoas, de Euclides da Cunha do chão contestado.

Informações e mídia - Craque Kiko.
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ENCERRAMENTO DAS PELEJAS DO VOLEIBOL MASCULINO - GRUPO I DOS JOCOPU'S 2026. A DME/Porto União parabeniza todos os esquad...
27/08/2026

ENCERRAMENTO DAS PELEJAS DO VOLEIBOL MASCULINO - GRUPO I DOS JOCOPU'S 2026.
A DME/Porto União parabeniza todos os esquadrões pela dedicação, espírito esportivo e pelos grandes prélios realizados durante o certame. Ao final das porfias, a classif**ação ficou assim definida:

1º lugar – EEB. Clementino Britto
2º lugar – EEB. Nilo Peçanha
3º lugar – EEB. Germano Wagenfuhr
4º lugar – CE. Túlio de França.

Os organizadores agradecem a todos os atletas, professores, esquadrões e envolvidos que fizeram parte desta competição tendo contribuindo muito para o sucesso dos duelos.

A professora Liliane, agradece de coração a todos pela participação, pelo comprometimento e pelo espírito esportivo demonstrados em cada contenda. Parabéns para todos.

Informações e mídia - DME/Porto União.
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Parabéns a todos!

BASKETBALL FEMININO DE PORTO UNIÃO ESTREOU COM O PÉ DIREITO NA OLESC. O esquadrão feminino da modalidade de basquete de ...
25/08/2026

BASKETBALL FEMININO DE PORTO UNIÃO ESTREOU COM O PÉ DIREITO NA OLESC.

O esquadrão feminino da modalidade de basquete de Porto União estreou com um triunfo sobre Balneário Camboriú, em cotejo realizado em Nova Trento (SC), pela fase Regional da OLESC. O escore final ficou em 36x16.

Porto União começou forte e, com uma estratégia bem definida pelo técnico Adriano para o início da contenda. Conseguiu abrir uma boa vantagem e manter o controle durante praticamente todo o prélio. No último quarto as meninas de Balneário Camboriú reagiram, acertaram algumas cestas em sequência, mas Porto União manteve uma boa diferença e sacramentou a vitória.

A atleta Letícia foi um dos destaques do quadro portounionense, que teve uma boa atuação coletiva durante toda a porfia.

O próximo desafio de Porto União será contra Blumenau, amanhã, quarta-feira, às 14h45min.

Informações e mídia - DME/Porto União - Luiz Bruske.
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ATLETAS DA PANTERA AZUL DOURADA NOS ANOS 70.Os chutadores são dos anos 70. As pelejas eram travadas no Estádio Enéas Mun...
24/08/2026

ATLETAS DA PANTERA AZUL DOURADA NOS ANOS 70.
Os chutadores são dos anos 70. As pelejas eram travadas no Estádio Enéas Muniz de Queiroz, o já lendário estádio da Caixa D'água. A sede iguaçuana e os alojamentos dos boleiros, alguns solteiros, continua no mesmo lugar. Aqueles com certo nome, diferenciados pela qualidade técnica, moravam em apartamentos ou casas alugadas bancadas pela diretoria.

No retrato, com certeza dos anos 1975 e 1976 podemos distinguir os chutadores, nominados da esquerda para a direita:
Gelson Bastos Scott - em todas as minhas andanças atrás do balão de couro foi o melhor beque que vi atuar. Além de ser polivalente, possuía uma categoria fenomenal. Inclusive, no Certame de 1976 foi escolhido como um dos melhores quartos-zagueiros. Para muitos do ramos futebolístico não se entende o porquê de não ter tido mais sucesso na carreira. Já falecido.

Ali Fauz - foi o autor do tento do esquadrão iguaçuano que daria o primeiro triunfo contra o Clube Atlético Paranaense. O prélio muito pegado foi no Enéas Muniz de Queiroz. Choveu de caneca antes do cotejo naquele 19 de outubro de 1975. O dianteiro Ali fora mandado à campo no intervalo. Aos 3 minutos, pela direita, quase sem ângulo, Ali derrubava a cidadela atleticana, pegando o arqueiro Clarino no contrapé. Hoje, Ali é um famoso causídico na capital paranaense.

Nêdo Xavier - teve poucas atuações pelo esquadrão iguaçuano. Peleou em várias agremiações pelo país. Também foi treinador em muitos times.

Renato Jarshel - conhecido pelo tamanho como Renatão. Centroavante de área. Exímio cabeceador. Era um verdadeiro terror dos beques. Oriundo do futebol amador da cidade de Canoinhas, onde residia e era funcionário do Banco do Brasil. De saudosa memória.

Informações e mídia - Craque Kiko.
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ACREDITANDO NOS REGRAS TRÊS E TENTANDO MANTER A INVENCIBILIDADE, A PANTERA VOLTOU AO PALCO VERDE – DEU “BÓ”. O IRATY NÃO...
23/08/2026

ACREDITANDO NOS REGRAS TRÊS E TENTANDO MANTER A INVENCIBILIDADE, A PANTERA VOLTOU AO PALCO VERDE – DEU “BÓ”. O IRATY NÃO DEU MOLE.
Ainda invicto, com 10 pontos amealhados, sem ter as suas malhas esticadas no certame - virginha da silva -, o esquadrão da Pantera Azul Dourada rumou até Campo Largo para o prélio da 5ª rodada, frente ao Iraty Sport Club, tendo em vista que o Estádio Emílio Gomes, na cidade de Irati, não foi liberado pelos bombeiros.

Confiando no seu elenco, para preservar uns e dar ritmo de jogo aos regras três, o treineiro Luiz Tosta mandou para campo um esquadrão com muitas alterações, mexendo também em parte da espinha dorsal.

O balão rolou e o Iguaçu até aos 5 minutos mandava na peleja e pressionava, mas o Iraty em um contragolpe foi quem primeiro assustou, obrigando o guarda-valas Lucas Bento a praticar uma baita defesa.

Aos 11 minutos, naquela que seria a única chance do Auri-cerúleo no primeiro período, em uma bola esticada, Rafael ganhou do beque iratiense e o seu arremate beijou o travessão esquerdo do golquíper.

Com os dois “onzes” colocando o balão no chão a peleja estava lá e cá. E, novamente o guapo iguaçuano foi obrigado a se pinchar para catar uma bimba que tinha destino a sua gaveta esquerda. Em mais um arremate, Eli deu um tirambaço e o balão beijou o travessão. O Iraty começava a mandar no cotejo e empilhava oportunidades desperdiçadas.

Somente aos 35 minutos o Iguaçu visitou novamente a zona do agrião do Iraty, mas, com um chute xoxo.
Aos 40, em uma saída errada da cozinha iguaçuana, o seu volantão teve a carteira roubada por um vanguardista contrário, que distribuiu o balão no tipo, e o atacante Igor não desperdiçou, inaugurou o placar, 1 a 0 para a turma do Iraty.

Eram peleados 45 minutos, o dianteiro Eli Jr, após receber o couro da esquerda, da entrada da grande área levantou a cabeça e fulminou um tiro de canhota. Pegou na veia. O balão fazendo uma curva teve destino certeiro. Achou a gaveta direita do guardião de União da Vitória que se jogou, talvez só para aparecer no retrato. 2 a 0.

Uma coisa ficou clara, notória, evidente e muito comprovada na primeira metade, o esquadrão mandante foi o senhor do relvado. Se convertesse os tentos perdidos, a turma da Pantera Azul Dourada iria para o intervalo com um s**o de tentos. Pode-se fofocar que os dianteiros do Iguaçu não conseguiram encher o s**o dos beques contrários, estiveram sumidos na porfia. O escore parcial, muito justo, ficou em 2 tentos a 0 para o Iraty.

O Iguaçu voltou com duas alterações para o segundo tempo. Se comparado com a primeira metade, a etapa derradeira, até aos 25 minutos, ficou somente num “cerca lourenço”, com leve superioridade do Iguaçu. Somente aos 28 o quíper Broto, f**ando focinho com focinho com um vanguardista da Pantera, catou bonito um chute bem endereçado para sua cidadela.

Eram passados 34 minutos, o Iguaçu adiantou o seu esquadrão, pressionou, teve mais iniciativa de jogo, só que não conseguia arrematar para o arco. Os beques iratienses nem precisaram descer o pau. O seu guarda-redes assistia de camarote, a partir daquele instante não sujou a farda. O Iraty em seu campo defensivo, bem fechadinho, assustava quando partia em contragolpes. E entre vai daqui e às vezes vem de lá, o Iguaçu não diminuiu e o Iraty não ampliou. O escore final permaneceu em 2 tentos 0.

Choviam os comentos de muitos torcedores ideólogos que culpavam o treinador iguaçuano por deixar na cerca alguns titulares. Outros afirmavam que sucumbiu na hora certa, pois mesmo tendo ido à lona, já tem a classif**ação para a fase seguinte, garantida antecipadamente.

Ficha Técnica da Porfia
Iraty Sport Clube 2 x 0 Associação Atlética Iguaçu
Estádio Atílio Gionédis – Campo Largo – 23/08/2026 – 15h30min.
O apitador, trajado de vermelho e preto foi – João Marcos dos Santos Veloso. Auxiliado pelos bandeirinhas Nathan Martins e João Cleber Cecatto Wagner.
Público e renda – 98 pessoas - grana R$1.845,00.
Cartões amarelos: Do Iguaçu – Rafão e o treinador Luiz Henrique Tosta. Do Iraty – Ivo e Marco Antônio.
Tentos: Igor (40’1°) e Eli Jr (45’1°).

Alinhou o Iraty: Broto, Marquinhos, Slompo, Ryan, Marrá, Ivo, Jota, Córdova (Mateus), Eli Jr (João Vitor), Igor (João Marcelo) e Ramon (Wesley).

Pelearam pela Pantera Azul Dourada: Lucas Bento, Alanzinho, Rafão, Mateus, Brayan, Freire (Deivison), Kaleu, Bruninho Fleituk (Mano Brau), Rafael, Hudson (Bruninho) e Kaylan. Treinador – Luiz Tosta.

O onze da Pantera Azul Dourada volta para o relvado no próximo final de semana no Antiocho Pereira, quando terá pela frente o já lanterna e desclassif**ado Samas, de São Mateus do Sul.

Endereço

Rua Frei Policarpo
União Da Vitória, PR
84600-408

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