12/08/2021
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Prof. PhD. Jonato Prestes] with
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Ramires A. Tibana] ()
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Ramires A. Tibana] & Prof. PhD. Jonato Prestes]
Uma variável importante durante o treinamento de força é o grau de estresse fisiológico durante uma determinada sessão. A magnitude do estresse fisiológico pode ser controlada de diversas maneiras, ao passo que uma que tem ganhando bastante atenção nos últimos anos é o treinamento realizado sem a falha momentânea. Shibata et al., (2019) analisaram as alterações hormonais (GH, Cortisol, IGF-1, Testosterona) (antes, 5, 15, 30 pós exercício), força de contração isométrica voluntária máxima (MVC) e a percepção de dor muscular (antes e 24hrs após) em dois protocolos: com e sem a falha momentânea (volume equalizado). De acordo com os resultados reportados pelos autores, o grupo que treinou até a falha momentânea teve redução a força isométrica voluntária máxima e maior percepção de dor 24hrs após o treinamento, fato esse que não foi observado no grupo que treinou sem a falha momentânea. Além disso, o grupo que treinou sem a falha momentânea apresentou menor cortisol 30 minutos após o treino. Sendo assim, seria errado concluir que o treinamento até a falha momentânea não traz benefícios para os praticantes, a questão principal é: será que todos os treinamentos precisam ser realizados até a falha? Qual período da periodização podemos priorizar o treinamento até a falha momentânea?
Shibata et al., (2019) Journal of Strength and Conditioning Research.