Centro de Treinamento Físico Canali e Tarnowski

Centro de Treinamento Físico Canali e Tarnowski Crossfit e Treinamento Funcional

Curso de Treinamento Funcional com o Professor Ben Hur realizado no Centro de Treinamento Físico Canali & Tarnowski 👊👊
11/06/2017

Curso de Treinamento Funcional com o Professor Ben Hur realizado no Centro de Treinamento Físico Canali & Tarnowski 👊👊

Curso de Treinamento Funcional em Tapejara/RS👉 segue informações na imagem
31/05/2017

Curso de Treinamento Funcional em Tapejara/RS

👉 segue informações na imagem

Feliz Ano Novo a todos alunos e amigos. Obrigado pelo ano que passou e em 2017 voltaremos com força total! Boas Festas 💪...
31/12/2016

Feliz Ano Novo a todos alunos e amigos. Obrigado pelo ano que passou e em 2017 voltaremos com força total! Boas Festas 💪🎉🍸🍸🍸

✅Certificação em Treinamento Físico Funcional - Core 360
04/10/2016

✅Certificação em Treinamento Físico Funcional - Core 360

AERÓBIO EM JEJUM: VALE A PENA FAZER?Muitos defendem o aeróbico em jejum, e muitos condenam. Porém, vamos entender o que ...
30/08/2016

AERÓBIO EM JEJUM: VALE A PENA FAZER?
Muitos defendem o aeróbico em jejum, e muitos condenam. Porém, vamos entender o que dizem os dois lados.
Quem defende a realização do aeróbico em jejum, explica que, ao acordar nossas reservas de glicogênio estarão baixas, então, se o indivíduo não se alimentar, ele logo irá utilizar a gordura como principal fonte de energia, e consequentemente, queimaríamos mais gordura. Ok. Não está errado, vamos ver o que diz o outro lado.
Já quem é contra a utilização do AEJ, afirma que a atividade realizada em jejum, gera um maior catabolismo muscular, ou seja, o corpo iria utilizar a “massa muscular” como fonte de energia, consequentemente, levando o indivíduo a uma perda de massa magra, o que sabemos que não é uma boa ideia, para quem busca o emagrecimento. Ok. Também não está errado, então vamos ver o que dizem os estudos.
Uma meta análise com 18 estudos e 199 indivíduos, mostrou que a atividade aeróbica em jejum (AEJ), quando comparada ao estado alimentado pré-exercício, foi inferior na oxidação de gordura após o término da sessão de treinamento.
Ou seja, mostram que, se o indivíduo se alimentar antes do treino, e consequentemente, treinar em uma maior intensidade, pode-se melhorar e prolongar uma maior oxidação de gorduras após a sessão de treinamento.
Então ninguém deve realizar o aeróbico em jejum? Para indivíduos que realizam suas atividades físicas normais, ou seja, não são atletas, parece não haver nenhum fundamento em realizar a atividade em jejum, e sim, se alimentar de uma forma correta, e realizar treinos de uma forma mais intensa e com frequência, pois, devemos saber que, em jejum você não terá energia suficiente para realizar um treino intenso.
Mas, quando se fala de atletas com 4, 5% de gordura, por exemplo, todo e qualquer mínimo detalhe pode fazer a diferença, e aí sim, pode ser incluído o AEJ na rotina de treinos do atleta, o que é, muito comum de se ver.
Concluindo, se você não é um atleta, e não tem um % baixíssimo de gordura corporal, o exercício em jejum, não irá apresentar resultados significativos na perda de gordura. E sim, uma rotina de exercício físico com frequência, com boa intensidade e uma dieta equilibrada.
Handerson et al. Determinants of resting lipid oxidation in response to prior bout of endurance exercise. J Appl Physio. 2013.

CONCENTRAR NO MÚSCULO, ATIVA MAIS A MUSCULATURA?A concentração no treino em alguns exercícios está ligada a consciência ...
12/07/2016

CONCENTRAR NO MÚSCULO, ATIVA MAIS A MUSCULATURA?

A concentração no treino em alguns exercícios está ligada a consciência corporal, que tem a ver com uma correta execução de determinado movimento e a eliminação de musculaturas auxiliares em determinados exercícios.

Calatayud (2016) avaliou 18 homens treinados que realizaram o exercício de supino. Os participantes foram orientados a concentrar-se no peitoral e no tríceps. Foram realizadas 3 séries até a falha concêntrica com percentuais de carga de 20, 40, 50, 60 e 80% em três diferentes situações:

a) Execução habitual: os indivíduos realizaram sua execução habitual de treino;
b) Ênfase no tríceps: eles foram solicitados pelos treinadores a realizarem o exercício concentrando no tríceps.
c) Ênfase no peitoral: eles foram solicitados pelos treinadores a realizarem o exercício concentrando no peitoral.

Dessa forma, foi possível verificar que esta concentração só fazia alguma diferença em termos de solicitação muscular com cargas baixas (de 20 a 60%). Já em cargas mais elevadas, como a de 80%, a ativação era exatamente igual, independente de qual era o foco da concentração.
Um indivíduo iniciante no treinamento, irá usar diversos músculos auxiliares nos movimentos, que não são necessários, como por exemplo: realizar um supino e sentir mais outro músculo do que o próprio peitoral.

Porém com o passar dos treinos e a melhora da consciência corporal estes mecanismos serão aprimorados e apenas os músculos necessários serão mais ativados. Quando se é iniciante, a primeira coisa a fazer é aprender o movimento e melhorar cada vez mais a técnica de movimento. Bons Treinos!

Importance of minde-muscle connection during progressive resistance training, Clatayud, et al. Eur J Appl Physiol. 2016.

CONCENTRAR NO MÚSCULO, ATIVA MAIS A MUSCULATURA?

A concentração no treino em alguns exercícios está ligada a consciência corporal, que tem a ver com uma correta execução de determinado movimento e a eliminação de musculaturas auxiliares em determinados exercícios.

Calatayud (2016) avaliou 18 homens treinados que realizaram o exercício de supino. Os participantes foram orientados a concentrar-se no peitoral e no tríceps. Foram realizadas 3 séries até a falha concêntrica com percentuais de carga de 20, 40, 50, 60 e 80% em três diferentes situações:

a) Execução habitual: os indivíduos realizaram sua execução habitual de treino;
b) Ênfase no tríceps: eles foram solicitados pelos treinadores a realizarem o exercício concentrando no tríceps.
c) Ênfase no peitoral: eles foram solicitados pelos treinadores a realizarem o exercício concentrando no peitoral.

Dessa forma, foi possível verificar que esta concentração só fazia alguma diferença em termos de solicitação muscular com cargas baixas (de 20 a 60%). Já em cargas mais elevadas, como a de 80%, a ativação era exatamente igual, independente de qual era o foco da concentração.

Um indivíduo iniciante no treinamento, irá usar diversos músculos auxiliares nos movimentos, que não são necessários, como por exemplo: realizar um supino e sentir mais outro músculo do que o próprio peitoral. Porém com o passar dos treinos e a melhora da consciência corporal estes mecanismos serão aprimorados e apenas os músculos necessários serão mais ativados. Quando se é iniciante, a primeira coisa a fazer é aprender o movimento e melhorar cada vez mais a técnica de execução. Bons Treinos!

Importance of minde-muscle connection during progressive resistance training, Clatayud, et al. Eur J Appl Physiol. 2016.

Trabalhe para um dia dizer: NÃO FOI FÁCIL MAS EU CONSEGUI!
07/07/2016

Trabalhe para um dia dizer: NÃO FOI FÁCIL MAS EU CONSEGUI!

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