03/09/2026
ELIMINAÇÃO VEXATÓRIA, FUTEBOL POBRE E UM TIME COMPLETAMENTE PERDIDO.
Depois dessa eliminação, não dá mais para esconder o óbvio: faltou entrega, faltou criatividade, faltou organização e, principalmente, faltou comando.
Jair Ventura parece tratar um confronto de 180 minutos como se tivesse apenas 90. Foi assim em São Januário e, novamente, quando o time mais precisava mostrar reação, o Vitória apresentou um futebol previsível, apático e sem qualquer capacidade de encontrar soluções.
E é justamente por isso que, quando falamos em SAF, investimento e novos investidores, não estamos falando apenas de dinheiro por dinheiro. Estamos falando de competitividade, planejamento, elenco qualif**ado e capacidade de reação diante dos problemas.
A quantidade de lesões durante a temporada escancarou uma deficiência que já vinha sendo apontada: o elenco não teve reposição à altura em posições extremamente importantes. O time perdeu peças e simplesmente não conseguiu repor qualidade.
Mas hoje existe outro problema tão grave quanto: o comando técnico.
Você está precisando de um gol. O jogo está acabando. E o treinador tira um zagueiro, coloca um atacante e, depois, percebe que precisa transformar esse mesmo atacante em lateral-esquerdo.
Isso não é ousadia. Isso é desespero.
É a demonstração de que o treinador está se perdendo dentro das próprias convicções.
E chega a ser absurdo assistir a Erick invertendo posição o tempo inteiro, tentando encontrar espaço em um time que parece não ter um plano tático minimamente definido. Jogador pode errar, jogador pode não corresponder — e eles têm, sim, sua parcela de responsabilidade. Mas quando o time não apresenta padrão, organização e alternativas durante uma temporada inteira, a responsabilidade do treinador pesa ainda mais.
Continuação nos comentários…