04/12/2025
ZONA 2 É A BOLA DA VEZ?
Quando a Frequência Cardíaca permanece dentro de uma determinada Zona ao final de um treino, é preciso se questionar:
Como foi executada a dinâmica do treino?
Qual a duração do treino?
Qual o método utilizado? Foi Contínuo, foi Intervalado ou foi em Jogo?
Quais os indicadores fisiologicos, bioquímicos, morfológicos ou de rendimento que servirão para o controle deste treino?
Quando se busca ganhos no VO2 máximo essas perguntas são totalmente necessárias...
Os ganhos desejafos no VO2 máximo exigem uma combinação ótima dos componentes da carga do treino: um Volume adequado, uma Frequência Semanal mínima e claro a Zona adequada que se busca as adaptações objetivadas.
Se o treino for baseado apenas nas Zonas estabelecidas pelos batimentos cardíacos, a fragilidade no controle da carga do treino aumenta...
Parâmetros matemáticos de desempenho, como a velocidade de treino ou o ritmo de treino (pace), apresentam uma maior assertividade na prescrição do treino e na correlação com o %VO2 máximo.
Para ganhos mais significativos a dinâmica a ser usada na Zona 2, deverá ocorrer com mobilização simultânea de grandes massas musculares, como nadar, pedalr, remar e correr, que possuem um potencial de efetividade maior nos ganhos adaptativos sobre os benefícios buscados no Sistema Cárdiorrespiratórios e nas melhoras na saúde metabólica.
Permanecer na Zona 2 do batimento cardíaco sem levar em levar em consideração outros indicadores...talvez não seja a forma mais efetiva.