09/08/2022
Esteira antigravitacional alivia o percentual do peso do corredor e não deve ser usada de forma “vitalícia".
Quem corre, seja no âmbito do lazer ou da competição, corre o risco de se lesionar por causa do impacto. Sabendo disso, engenheiros de Pittsburg, nos Estados Unidos, desenvolveram uma esteira com tecnologia que simula a falta de gravidade no treinamento de astronautas nas missões da NASA.
A diferença é que as esteiras antigravitacionais não simulam a gravidade zero, pelo contrário, somente aliviam um percentual do peso do corredor.
A recuperação dos atletas com lesão óssea, onde o corredor precisa manter a qualidade do treino, diminuindo ou minimizando os riscos de novas lesões ou mantendo e melhorando a condição cardiovascular sem que isso interfira na recuperação. Pode-se trabalhar de forma preventiva, para que não se perca qualidade de treino nos períodos pré-competitivos.
Esteira antigravitacional alivia relativamente uma pequena parte do peso corporal
Assim, o impacto ainda existe, favorecendo o trabalho benéfico de massa óssea, mas sem lesionar ou prejudicar lesões que já existam nos corredores.
Essa redução de peso não compromete o retorno venoso e muito menos o trabalho de fortalecimento da estrutura óssea, mas a esteira antigravitacional não deve ser usada de forma vitalícia. Ela é aconselhável somente em casos de lesões, por pessoas que se machucam mais facilmente por conta do impacto ou obesos que podem comprometer a estrutura articular com a prática de exercício, usando uma articulação mal trabalhada ou não fortalecida e, nesse caso, o excesso de peso pode provocar lesões mais sérias.
Assim como em qualquer outra atividade física, é preciso consultar um médico para saber se há limitações para se exercitar e qual o volume de treinamento e intensidade que devem ser realizados. “É de extrema importância levar em consideração o grau de hipertensão ou lesão de cada corredor para poder aplicar o programa de atividade adequado.