07/05/2026
Devastado pela morte de Eurídice, Orfeu decide desafiar o destino
E descer ao reino dos mortos, uma jornada sem retorno para um mortal.
Seu canto melodioso ecoa pelo rio Estinge, encantando as barreiras intransponíveis,
E abre o caminho para o submundo, onde as sombras dançam e os mortos sussurram.
Cérbero, o cão de três cabeças, guarda os portões do submundo com olhos ferozes,
Mas Orfeu, com sua música, amansa a fera.
As Erínias, deusas da vingança, supervisionam as almas,
Punindo os criminosos e invasores, torturando-os na masmorra dos amaldiçoados.
Orfeu, determinado, atravessa todas as barreiras e chega ao reino de Hades,
Acompanhado por sua Rainha e consorte, Perséfone, a juíza das almas.
Com o coração cheio de dor, Orfeu suplica por sua amada,
E implora que permitam a Eurídice retornar ao mundo dos vivos.
Espetáculo 2025, Orfeu e Eurídice: um amor além da vida. 2° ato
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