05/08/2025
Todo fechamento de um ciclo de aniversário me leva a refletir sobre o que vivenciei, quais experiências mais me impactaram e o que, talvez, marcou a jornada como forma de aprendizado e crescimento interior.
Acho que os meus 35 anos começaram e terminaram com a palavra “inesperado”.
Embora eu tenha crescido cheia de cronogramas, planners, horários e planejamentos e viva tentando controlar tudo!
Aprendi que a vida, muitas vezes, pulsa no inesperado. O momento não planejado,mas, ainda assim, chega até você de forma ordenada e perfeita, como se o inesperado fosse a manifestação de Deus te dizendo que, no tempo certo, Ele te traz o que é seu por direito, seja momentos, mensagens, viagens, pessoas e até um animalzinho… afinal só Deus sabe das nossas reais necessidades…
Acredito que também aprendi a soltar o que precisa ir e estar aberta ao que precisa chegar.
Então entendi que é preciso soltar…
Soltar o controle do que sinto, e do que as pessoas sentem, pensam e falam. E isso foi libertador.
Encerrei meus 35 aprendendo que, sim, toda causa tem seu efeito e que plantar sementes boas te permite viver o inesperado de coração aberto e receptivo para tudo.
Ontem, encerrei meus 35 da forma mais inesperada possível (e não planejada): no lugar que amo, ao lado de pessoas que, de certa forma, foram as primeiras a me validarem profissionalmente.
Domingo à noite foi simples mas mágica, sem registros, sem fotos… apenas vivendo, de corpo presente.
“As coisas boas acontecem o tempo todo, mas as extraordinárias acontecem de forma inesperada.”