Performance Fitness Studio

Performance Fitness Studio *Condicionamento Físico
*Musculação terapêutica
*Qualidade de vida
*Fitness e Wellness Coach
*Ter

18/08/2022

This Medical News article describes recent increases in melatonin use and the potential harm associated with taking it for insomnia.

07/08/2022

99% das discussões sobre se concentram na perda de peso e esquecem da manutenção posterior, um processo ativo, e não passivo, e muito mais desafiador, pois requer esforços contínuos (do contrário, existe uma tendência fisiológica de recuperação de peso). 👉O fato é que a perda e a manutenção são partes do tratamento da obesidade, mas as estratégias de ambas podem ser diferentes para serem bem sucedidas. 👉Um exemplo é o exercício físico (EF): embora ele sempre seja importante, durante a perda, muitos estudos demonstram que dieta + EF tem uma eficácia bem pouco superior a somente dieta. 👉Em compensação, na fase mais longa do tratamento, a manutenção, o EF se torna fundamental. 👉Uma revisão sistemática recém-publicada confirma esse dado: de 51 estratégias comportamentais estudadas, o EF regular foi o mais consistentemente associado com desfechos positivos nos estudos. 👉Muitas razões existem para isso, como a redução do “gap energético”. Quando emagrecemos, temos que comer menos calorias para manter o peso abaixo (até 20% menos calorias para uma perda de 10%). Ao fazer exercício, compensamos parte desse débito. 👉Existem tb estudos que sugerem que o atrapalha nosso sistema de regulação alimentar, e é mais fácil errar a conta e comer mais. Pessoas fisicamente ativas regulam esse sistema, e tem mais facilidade em comer semelhante ao que gastam. 👉Alguns estudos sugerem que a média de EF de pessoas bem-sucedidas em manter peso é 300 min/semana; além disso, em geral essas pessoas “se mexem mais” também fora do horário exato do EF. Mas claro que é caso a caso. 👉Há pessoas que mantêm peso sem ele? Sim, existe um perfil que, em geral, diz que, para manter o peso, não sai nunca da linha, nem em comemorações. Imagino que você não queira ser desse grupo! Sem falar dos benefícios da que não envolvem o peso em si, e são muitos! 👉Concluindo: se quer não só emagrecer, mas manter o resultado, veja o como seu amigo e não seu inimigo! Ref: Paixão, Successful WL maintainance: A systematic review of WC registries. Obes Rev 2020.

19/07/2022

Vivemos em um mundo cada vez mais demandante, recebendo mensagens e e-mails 24 horas/dia, 7 dias/semana. Cada vez trabalhamos mais e dormimos menos; a crise econômica nos preocupa e manter o trabalho exige muito; para quem mora em cidade grande há trânsito; quem tem filhos sabe o enorme sacrifício de criá-los. 👉Tudo isso soa comum? Sim. E é muito comum receber no consultório pacientes com sintomas de cansaço excessivo, fraqueza, sono ruim, libido baixa, etc, sempre acreditando que os “hormônios estão desregulados”. 👉Há alterações hormonais que podem levar a esses sintomas? Sim: distúrbios da tireoide, adrenal, ovários (como o próprio climatério), testosterona baixa em homens, entre outros. 👉No entanto, vejo muita gente tentando justif**ar cansaço do estresse nos hormônios: e infelizmente alguns médicos, vendo esse mercado, acabam vendendo essa história, com diagnósticos como fadiga adrenal, problemas tireoidianos diagnosticados por métodos não convencionais; deficiência de testosterona em mulheres; ou mesmo em homens com níveis normais (“poderia seria mais alta”, é o argumento. 👉Recebo pacientes com relativa frequência que se queixam desses sintomas e já vem usando hormônios sem necessidade; nem sempre é fácil convencê-los, mas estamos entrando num problema sério de saúde pública com prescrições malucas! Vejo inclusive mulheres que usam medicações que reduzem a testosterona (como alguns anticoncepcionais específicos, ou diuréticos, como a espironolactona) e recebem testosterona junto! Vejo mulheres colocando implantes hormonais sem saber o que tem dentro, e muitas delas engordam e pioram o perfil de colesterol! E vejo pessoas recebendo corticoide sem necessidade, o que é altamente maléfico no longo prazo! Às vezes, o uso excessivo de alguns hormônios pode até melhorar alguns sintomas, não porque ele esteja em falta, mas porque o excesso é uma espécie de “doping”, o que torna ainda mais difícil tirá-los depois...👉Não somos uma máquina: trabalhar e se estressar demais tem suas repercussões! Mas isso não signif**a que você tem uma doença ou que hormônios resolverão seus sintomas.

25/06/2022

Osteoartrose é uma das muitas doenças associadas à obesidade, e uma das mais causas de cirurgias ortopédicas, em joelho ou quadril, principalmente. 👉É comum que médicos sugiram a seus pacientes que percam peso para melhora do quadro, mas, como sempre discuto aqui, recomendações vagas como “perca peso e volte”, sem oferecer tratamento ou encaminhar, raramente é efetivo. Muitas vezes essas orientações sugerem perdas maciças, acima de 20kgs, quando mais do que nunca, um tratamento, mais do que um conselho, é necessário. 👉Mas de onde vem esses números? Será que somente perdas muitos grandes podem ser úteis? O fato é que essa é uma área pouco estudada.👉Um estudo recente sugere que, assim como para uma série de outras doenças, perdas menores já podem trazer grandes beneficios. Uma base de dados com 23mil participantes analisou pacientes que perderam mais que 7,5% do peso, entre 5-7,5% ou os que ganharam mais que 5% e compararam com os pacientes com peso estável. 👉Especif**amente em relação a cirurgias de joelho, foi visto que a perda acima de 7,5% foi associada a cerca de 30% de cirurgias de joelho posteriormente, provavelmente por melhoras importantes de sintomas! 👉Em relação a osteoartrose de quadril, infelizmente, essa perda não foi suficiente para reduzir cirurgias, porém houve um aumento das mesmas em quem ganhou mais de 5% do peso, ao redor de 40%. O estudo não consegue demonstrar se perdas maiores reduziriam esse risco. 👉De toda forma, temos um dado objetivo: para pessoas com osteoartrose (ou osteoartrite) de joelho e excesso de peso, podemos almejar perdas de 7,5% como estratégia para reduzir números de cirurgia (claro que há casos e casos e a avaliação médica especializada é sempre importante). Assim, ortopedistas e reumatologistas podem sugerir esse número mínimo e encaminhar a tratamento ao invés de apenas aconselhar! 👉Lembrando que nem todas as questões ortopédicas ou reumatológicas são relacionadas ao peso ou, e confirmação do diagnóstico sempre é fundamental antes de qualquer recomendação em pessoas com obesidade! Ref: Jin. Does WL reduce the incidence of total knee replacement for OA? Int J Obes 2021

21/06/2022

É muito comum que pessoas dêem de ombro à necessidade de buscar um profissional de saúde para ajudar no processo de emagrecimento, acreditando “saber o que tem que fazer”. No entanto, embora julguem saber, não fazem e podem passar anos negligenciando a melhora da saúde. 👉Nesse sentido, é importante entender que o objetivo de um bom “tratamento intensivo de estilo de vida” vai muito além de “ensinar” o que é “certo e errado”. 👉Em primeiro lugar, é bem verdade que esse “sei o q tenho a fazer” não seja totalmente verdadeiro, pois existem inúmeros mitos povoando o tratamento da obesidade e muitas pessoas têm dúvidas, ou fazem erros simples acreditando estarem fazendo o certo. 👉Porém, o tratamento é importante como um guia e uma possibilidade de entender nossos gatilhos internos: ele nos ajuda a achar o “por que” e o “como”. Se você não sabe a razão pela qual quer mudar seu estilo de vida (não basta dizer “para ter mais saúde”, é importante saber porque quer ter mais saúde e o q vc entende por saúde, por exemplo), raramente terá sucesso. Assim como se você não identif**ar os obstáculos que te impedem de fazer as mudanças, idem. O acompanhamento serve para prestar contas, discutir o que foi e o que não foi bem, quais as dificuldades, cobrar metas de atitudes, etc. 👉O acompanhamento médico também permitirá avaliar a necessidade de medicações e uma análise cuidadosa dos exames e dos riscos futuros, mas mesmo que não se use medicações e os exames sejam bons, é fundamental entender que ter um acompanhamento pode fazer toda diferença entre o sucesso e tentativas malfadadas. 🌟Existe muito mais ciência por trás de um bom tratamento da obesidade do que simplesmente “comer menos e se exercitar mais”. Ref: Fitzpatrick. An evidence-based guide for obesity treatment in primary care. Am J Medicine 2016

07/06/2022

O exercício físico afeta o cérebro de várias maneiras, ajudando no combate a depressão e ansiedade, por ex. E não é pelo “desgaste de tudo que você tem de neurotransmissor não, viu?”, como você vai ver alguns médicos famosos com milhões de seguidores (e pouco conhecimento em fisiologia) falando por aí.
De maneira geral, o exercício aumenta a frequência cardíaca, que bombeia mais oxigênio para o cérebro. Auxilia na liberação de hormônios que proporcionam um ambiente excelente para o crescimento das células cerebrais. O exercício também promove a plasticidade cerebral estimulando o crescimento de novas conexões entre células em muitas áreas corticais importantes do cérebro.
O benefício indireto sobre o cérebro, seria pela melhora da função cardiovascular (e respiratória), desde a diminuição de placas de ateromas (que prejudicam a circulação cerebral), até a melhora circulatória geral, ajudando a fornecer mais oxigênio e glicose ao cérebro, o que poderia criar um ambiente neural mais favorável a sinaptogênese, ou seja, a criação/potencialização de novas sinapses do cérebro, e de vários ouros processos neuroquímicos.
Uma única corrida de intensidade moderada já tem o potencial de elevar o humor (afeto positivo) e a função executiva principalmente no córtex pré-frontal dorsolateral, região essa envolvida no controle inibitório, na tomada de decisões, na execução de ações e na regulação do humor. As evidências mostram que uma corrida moderada já melhora a cognição e o humor.
Evidências mostram que uma parte do cérebro responde fortemente ao exercício aeróbico, a região chamada de hipocampo. O efeito antidepressivo da corrida foi associado a uma maior ação tróf**a/neuroprotetora no hipocampo e como o hipocampo está no centro dos sistemas de aprendizado e memória do cérebro, é razoável pensar na melhora destes.
O exercício pode também nos ajudar a se concentrar e permanecer focado numa tarefa por mais tempo. Durante um estudo na Holanda, eles intercalaram palestras com exercícios aeróbicos de 20 minutos de duração e descobriram que isso melhorou a atenção dos alunos. Em seguida, um grande estudo controlado randomizado nos EUA analisou os efeitos das aulas diárias de esportes que abrangeram todo o ano letivo. Os alunos f**aram mais aptos, mas também se tornaram melhores em multitarefas, ignorando distrações e processando informações complexas.
A sensação de bem-estar desencadeada pelo exercício diz respeito, sobretudo, pela sua capacidade de ativação do sistema endocanabinóide, um dos circuitos participantes do chamado sistema de recompensa cerebral. O sistema endocanabinóide também está envolvido na liberação de BDNF, o fator neurotrófico derivado do cérebro, a principal neurotrofina cerebral, ou seja, o principal fertilizante natural do cérebro. Além do BDNF, o exercício estimula a liberação de IGF e VEGF, outros importantes fatores de crescimento gerais.
Há até evidências que apontam que caminhar ajuda no processo de pensamento criativo, ou seja, que teria potencial de aumentar a criatividade. Outros estudos apontam que caminhar cerca de 45 minutos por dia, 3x por semana, pode ajudar a minimizar o desgaste mental e até retardar o início de quadros demenciais (principalmente do tipo vascular e Alzheimer), bem como diminui o declínio da função cognitiva associada à idade (estudos apontaram que os adultos mais velhos que se exercitam têm volumes cerebrais maiores do que aqueles que não o fazem, assim como uma melhor performance cognitiva).
Em relação aos circuitos de processamento da memória, o exercício físico demonstrou impacto profundo no hipocampo, uma estrutura-chave nesse processo, o exercício aumenta o volume do hipocampo. Também melhora muitos aspectos do pensamento das pessoas. Os estudos apontam que o exercício atua mais em partes do cérebro envolvidas no processamento da memória semântica. Os centros de memória do nosso cérebro tornam-se, em outras palavras, mais aptos.
A memória semântica é, em essência, nosso conhecimento do mundo e da cultura da qual fazemos parte. Representa o contexto de nossas vidas – um acúmulo de nomes e conceitos comuns, como “qual é a cor azul?” ou “quem é o melhor professor de fisiologia da internet? Ela também é uma das mais efêmeras. À medida que as pessoas envelhecem, a memória semântica geralmente é uma das primeiras formas de memória a desaparecer (daí o impacto do exercício no cérebro que envelhece).
Uma meta-análise de 2013 da Cochrane que relatou que o exercício (aeróbico e levantamento pesado) foi “moderadamente ef**az” no tratamento de sintomas depressivos. De particular interesse é que os pesquisadores afirmaram que, para algumas pessoas, o exercício chega a ser quase tão ef**az quanto medicamentos antidepressivos e tratamentos psicológicos.
A desregulação de vários sistemas de neurotransmissores está por trás de vários sintomas dos transtornos mentais, e uma das desregulações base, são as desregulações dos sistemas GABAérgicos e glutamatérgicos (os principais NTs do cérebro). Algumas evidências apontam que o exercício físico moderado pode ajudar a regular o equilíbrio desses dois grandes sistemas, o que poderia contribuir para uma maior resiliência ao aparecimento de transtornos mentais e capacidade de responder a desafios mentais.
O exercício não é uma solução direta para o estresse, mas pacif**a a experiência. É importante notar que o exercício não diminui tanto assim os hormônios do estresse, mas diminui o número de receptores dos glicocorticóides no hipocampo (e melhora a resposta global a ele), um dos principais alvos a “sofrer” com neurotoxicidade induzida pelo estresse. O exercício pode assim, modif**ar a resposta neuroendócrina ao estresse.
Fisiologicamente, o exercício “ensina” o corpo a lidar com o estresse, ou seja, a melhor gerenciá-lo, visto o exercício físico ser um evento estressor per si. Ele faz com que os sistemas fisiológicos do corpo envolvidos na resposta ao estresse, se comuniquem de maneira mais eficiente e rápida, lidando melhor com o estresse por vir: o sistema cardiovascular f**a otimizado, o sistema endócrino, respiratório, e renal também, e óbvio, o sistema muscular. E tudo isso é controlado pelos sistemas nervoso central e simpático, que gerencia a sincronização desses sistemas. Este treino do sistema de comunicação do é um dos verdadeiros valores do exercício; quanto mais sedentários f**amos, menos eficientes são nossos corpos em responder ao estresse.
O panorama hormonal também é modif**ado pelo exercício físico, o que claro, vai repercutir na função neuronal, direta e indiretamente. Além da conhecida diminuição do impacto da ação do cortisol (sobretudo quando aumentada pelos estresses da vida), melhora da sensibilidade à insulina e perfil metabólico geral, o músculo em exercício libera algumas substâncias, chamadas de miocinas, dou destaque aqui a irisina, que além de funções metabólicas gerais, como aumento do gasto energético, eficiência mitocondrial, melhora da sensibilidade à insulina, escurecimento do tecido adiposo branco, tem uma ação em seus receptores neuronais.
Quando atuando nestes, ela leva a ativação do CREB (via essa usada pela maioria dos receptores de monoaminas), via implicada no aumento da produção da BDNF, na sensibilização neuronal as monoaminas, na neurogênese, sinaptogênese, plasticidade sináptica, sobrevivência/diferenciação neuronal, melhora da LTP (evento neuroquímico responsável pela memorização), otimização da função glial, diminuição da neuroinflamação e etc. A irisina também pode ser produzida diretamente no SNC (e também atuar por outras vias de sinalização, como a AMPK), porém tem sua produção/liberação também influenciada pelo exercício, via PGC-1α, que leva a ao aumento da expressão neuronal de FNDC5, a proteína membranar precursora da irisina.
As respostas epigenéticas ao exercício são gerais e visam melhorar/otimizar a função cerebral, como uma espécie de “memória epigenética” que afeta a plasticidade cerebral a longo prazo, tornando a expressão gênica neuronal (e glial) otimizada e menos disfuncional com a idade. O exercício físico também pode fazer o músculo em atividade liberar exossomas (pequenas vesículas intracelulares), contendo micro RNAs, que melhoram a expressão de genes envolvidos com a neurogênese, plasticidade sináptica e neuroproteção, principalmente no córtex cerebral e no hipocampo.
Hoje sabemos também que a inatividade é epigeneticamente deletéria: por exemplo, foi relatado que nove dias de repouso no leito podem induzir resistência à insulina e leve declínio cognitivo em indivíduos saudáveis.
Em resumo, o impacto do exercício na função cerebral se dá de maneira direta e indireta, desde a promoção de um microambiente vascular e hormonal mais favorável a função neuronal (e glial), passando pela melhora do estresse oxidativo e perfil inflamatório, até a ativação e modulação de circuitos cerebrais específicos e a liberação de fatores neurotróficos (via irisina e sistema endocanabinóide, principalmente) que participam dos mais variados processos cognitivos (memória, aprendizado, criatividade e etc). E lembrando também que a grande maioria dos benefícios citados aqui, são consequências de longo prazo, ou seja, são o resultado de uma prática regular de exercícios físicos (meses e anos), mas também já se tem impactos consideráveis de maneira aguda.

Dito tudo isto e por fim, é imprescindível entendermos duas coisas: primeiro, a grande maioria desses estudos dão evidências fracas e moderadas (estudos em animais, observacionais, de correlação e etc) sobre o real papel do exercício na função cerebral, e segundo, o exercício apesar de muito importante, ele tem suas limitações, como tudo nesse mundo, assim, o exercício não vai te deixar mais inteligente, genial e etc, ele “apenas” vai fazer com que o seu cérebro possa estar mais saudável, eficiente (em termos de processamento de informação), e como consequência, ter a possibilidade de render mais.
Pois a inteligência (e a cognição em geral) é um processo ativo, que só se desenvolve plenamente por meio de MUITO estudo, leitura, repetição, pensamento crítico e reflexivo e tempo, somados a boas noites de sono e uma boa alimentação. Como diria o pequeno naruto, não há atalhos. Por isso, se exercite regularmente, coma bem, durma bem, mas ESTUDE e estude muito! É isto. Xeru do tio.
aclerton
Segue a página reserva:

Quer entender melhor fisiologia?? Vem estudar comigo, que você realmente entende o corpo humano. Vai no link da bio e dá uma olhada nas assinaturas da plataforma, tem mais de 300h de conteúdo lá.

Referências:
Benefit of human moderate running boosting mood and executive function coinciding with bilateral prefrontal activation
scientif**american.com/article/how-exercise-affects-your-brain/
The antidepressant effect of running is associated with increased hippocampal cell proliferation
Effects of one versus two bouts of moderate intensity physical activity on selective attention during a school morning in Dutch primary schoolchildren: A randomized controlled trial
Exercise activates the endocannabinoid system
Intense exercise increases circulating endocannabinoid and BDNF levels in humans--possible implications for reward and depression

Exercise-induced endocannabinoid signaling is modulated by intensity
Exercise for depression
Give your ideas some legs: the positive effect of walking on creative thinking
Acute Modulation of Cortical Glutamate and GABA Content by Physical Activity
Aerobic exercise training increases brain volume in aging humans .

Exercise hormone irisin is a critical regulator of cognitive function .

Effects of the FNDC5/Irisin on Elderly Dementia and Cognitive Impairment .

Exercise-linked FNDC5/irisin rescues synaptic plasticity and memory defects in Alzheimer’s models
Physical Activity and Brain Health
Semantic Memory Activation After Acute Exercise in Healthy Older Adults
The Effects of Acute Exercise on Mood, Cognition, Neurophysiology, and Neurochemical Pathways: A Review
Exercise–Linked Irisin: Consequences on Mental and Cardiovascular Health in Type 2 Diabetes
Stress and the neuroendocrine system: the role of exercise as a stressor and modifier of stress
Exercise effects on depression: Possible neural mechanisms
Physical Activity as a Preventive Lifestyle Intervention Acts Through Specific Exosomal miRNA Species—Evidence From Human Short- and Long-Term Pilot Studies
MicroRNAs in Extracellular Vesicles in Sweat Change in Response to Endurance Exercise

04/06/2022

A média de horas de sono da população adulta é entre 7-8horas, mas de fato existem pessoas, por questões genéticas (e não por “costume”) que podem necessitar de mais ou menos horas de sono, e ao redor de 1-2% da população pode ser considerada “pequena-dormidora”, ou seja, precisaria em média de menos de 6hs de sono por noite, e dormiria essas poucas horas independente do ritmo de vida e trabalho, sem consequências à saúde. 👉Acontece que, em estudos epidemiológicos, o número de pessoas que dorme menos de 6hs pode chegar a até 30% e embora alguns reconheçam que dormem pouco e sentem falta, outros tantos acreditam que estão bem, e seriam esses “pequeno dormidores”. Assim, poderíamos dizer que a cada 10 pessoas que digam ser esses com pouca necessidade de sono, apenas 1 de fato seja! E todos os outros podem sofrer consequências da privação crônica de sono, uma das grandes epidemias do mundo moderno. 👉A privação de sono está associada a redução da expectativa de vida, aumento de risco cardiovascular, diabetes, obesidade, redução de imunidade, capacidade cognitiva e o que mais quiser. 👉Dormir é uma das mais importantes atividades do corpo e não é à toa que passamos quase 1/3 das nossas vidas dormindo. 👉Como endocrinologista, recebo cada vez mais pacientes com queixas de cansaço crônico, acreditando ter questões hormonais, e muitas vezes, é apenas privação de sono, ou sono de má qualidade, também associado a excesso de tela e luz noturna e trabalho até tarde 👉Se você dorme mais horas no final de semana do que dorme durante a semana já é um indicativo que tem algum grau de privação, e se dorme mais de 2horas a mais, é sinal de privação seria! Claro que há muitas nuances e variáveis individuais (inclusive horário de acordar se você é matutino ou vespertino), mas devemos valorizar nosso sono! 👉Ninguém se “acostuma” a dormir poucas horas por sempre dormir pouco, do mesmo jeito que ninguém aprende a respirar debaixo d’água se f**ar colocando a cabeça em um balde! Existem características humanas que não podem ser modicáveis! Ref: Ashbrook. Genetics of the human circadian clock and sleep homeostat. Neuropsychopharmacology 2020

28/05/2022

Tecnologias de rastreio de exercício físico nunca se desenvolveram e venderam tanto, o que poderia dar a sensação de que, enfim, estamos nos preocupando mais com a importância de sermos fisicamente ativos, mas populacionalmente, porém, não é bem isto que vem acontecendo, como mostra uma assustadora meta-análise de estudos de 8 países de alta renda. 👉Nesses estudos, que usaram tecnologias para medir de fato movimento (e não apenas questionários), demonstrou-se que nos últimos 20 anos, em média, estamos andando 1100 passos a menos por dia. Mas essa redução foi ainda mais expressiva em adolescentes: cerca de 1500 passos a menos nessa geração comparada com a última, ou mais de 30%. 👉Dados dos EUA sugerem um aumento de 5 para 9 horas diárias de TV! Acredito q o número seja bem menor por aqui, mas tudo indica que a tendência de redução de exercício e aumento no tempo de tela seja real. 👉Com esses dados não é difícil entender o galopante aumento nas taxas de obesidade nessas faixas etárias e como nenhuma estratégia populacional até hoje reverteu essa tendência. 👉Embora não possamos mudar o mundo, apenas exigir mais políticas públicas, esse estudo e esse post servem de alerta para tentarmos mudar o “nosso mundo”: incentivar desde cedo o contato com ar livre, ter horários determinados de TV e tela (celular incluído), buscar horários inegociáveis de exercício e, se tivermos um rastreador de exercício, usá-los (não adianta nada deixá-los na gaveta!). 👉Infelizmente, esses dados mostram que temos que lutar contra a maré para termos uma vida mais saudável, mas com cuidado e planejamento, é sim possível, com grande impacto em melhora de qualidade de vida! Ref: Conger. Time Trends in Physical Activity Using Wearable Devices: A Systematic Review and Meta-analysis of Studies from 1995 to 2017. Med & Sci in Sports Exerc. 2022

21/05/2022

Quando falamos em fatores de risco para ganho de peso, assim como estratégias comportamentais para perdê-lo, a discussão quase sempre se restringe à alimentação e aos exercícios, mas existem diversos outros fatores, sendo um deles de alta relevância e que está alterado em grande parte da população, que é o sono. 👉Evidências epidemiológicas apontam para uma forte influência de vários aspectos do sono (tanto quantidade como qualidade) com o risco de e doenças metabólicas, sendo mediado por um aumento do consumo alimentar, redução do gasto, ou ambos. 👉Estudos epidemiológicos, porém, não podem determinar causa e efeito e estudos de intervenção, embora pequenos (pois são de difícil realização), vem sendo feitos como prova de conceito para se avaliar o real impacto do sono ruim. 👉Um deles foi recém-publicado e induziu 12 pessoas jovens saudáveis a uma restrição de sono de 4hs por 14 dias, e comparou com um outro período em que as mesmas pessoas dormiam 9hs, ambos com acesso ilimitado a comida. 👉Os resultados foram inequívocos: no período em que dormiram 4hs, os voluntários comeram, em média, 310kcal a mais, uma quantidade signif**ativa. Em duas semanas, isso se traduziu em 0,5kg de ganho de peso, mas mais do que isso, com exames de imagem, se viu que essa gordura se depositou no local mais perigoso: a gordura visceral, associada a risco cardiovascular e de diabetes. Ou seja, o período do sono pode ser fundamental também para o corpo fazer corretamente os processos de armazenamento de gordura. 👉Assim, o estudo acrescenta novas evidências à essa relação entre sono, ganho de peso e doenças metabólicas, e escancara a importância de incluir a higiene do sono em estratégias de mudança de estilo de vida para perda de peso (e manutenção) e melhora metabólica! Ref: Covassin. Effects of Experimental Sleep Restriction on Energy Intake, Energy Expenditure, and Visceral Obesity. JACC 2022

14/04/2022

Ao invés de haver uma soma de cada estímulo isolado, fatores como colesterol elevado e falta de oxigênio nos tecidos agem em conjunto em genes ligados à obstrução de vasos sanguíneos

31/03/2022

with
・・・
✅ Olha a ideia de um amigo e paciente com dor lombar! Mesa que sobe e desce para evitar trabalhar sentado o dia todo! Sensacional! .campos

   with ・・・Um artigo interessante, onde o autor aponta os possíveis efeitos de f**ar sentado o dia inteiro sobre a oxida...
30/03/2022

with
・・・
Um artigo interessante, onde o autor aponta os possíveis efeitos de f**ar sentado o dia inteiro sobre a oxidação de gordura e sobre os triglicerídeos plasmáticos. Com certeza mais artigos serão publicados sobre essa hipótese.

Endereço

Avenida José Tozzi 646/Fátima
São Mateus, ES
29930-220

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 05:00 - 22:00
Terça-feira 05:00 - 22:00
Quarta-feira 05:00 - 22:00
Quinta-feira 05:00 - 22:00
Sexta-feira 05:00 - 22:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Performance Fitness Studio posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar