12/10/2025
Eu aprendi que cada pessoa nasce com uma missão — e junto dela, uma representatividade única.
Alguns aceitam o chamado. Outros tentam fugir. Mas a verdade é simples: ninguém escapa do que nasceu pra ser.
Deus distribuiu dons com precisão.
Uns nasceram pra cantar, outros pra mudar o mundo com a mente.
Uns têm o dom do futebol, do basquete, da arte, da comunicação.
Mas existem os raros.
Os que guiam esses talentos.
Os que vivem nas sombras, mas sustentam o brilho dos outros.
Esses são os treinadores, coaches, técnicos e professores.
Não adianta ter um diamante se você não sabe lapidar.
Não adianta ter um Fórmula 1 se você não sabe conduzir.
O verdadeiro poder está em quem transforma potencial em performance.
Demorei pra entender isso.
Durante muito tempo insisti em ser atleta.
Treinava, me esforçava, buscava o topo — mas sempre algo acontecia: uma lesão, uma barreira, um limite invisível.
Foi quando parei e percebi…
Quando eu fazia o que realmente era o meu propósito, as coisas fluíam.
Quando eu guiava, ensinava, treinava — tudo se encaixava.
Hoje eu entendo minha missão.
E se tivesse percebido isso antes, talvez tivesse chegado mais longe.
Mas não me arrependo.
Porque agora eu vivo exatamente o que nasci pra fazer.
Recentemente tive o privilégio de guiar uma colega, uma atleta nata, num projeto ousado:
correr 10km abaixo dos 49 minutos.
Ela tinha talento, disciplina e garra — só precisava de direção.
E nós fomos.
Treinamos, ajustamos, respeitamos o processo.
Hoje, na prova, ela mostrou o que eu já sabia: ela é um fenômeno.
O detalhe?
Poderíamos ter vencido com um tempo ainda melhor, mas havia um pedido dela: não perder 10kg durante o processo.
Eu respeitei.
E mesmo assim, baixamos o tempo e garantimos o 2º lugar geral feminino.
Isso prova uma coisa:
Quando propósito, técnica e disciplina se unem…
O resultado é inevitável.
Obrigado, Super, por confiar em mim, por se entregar ao processo e mostrar o poder de quem tem missão.
Tamo junto — e que venham os próximos degraus. 👊🏾🔥