17/02/2019
Certa vez uma minhoca atravessou a linha do tempo com o intuito de indagar.
Assim foi e ouviu:
- Quanto vale viver?
- Como é viver bem?
Nestas situações, sempre se chega ao inesperado! Questionou-se a duração, sobretudo do aperto. Depois, da insistência do peso. E o ritmo da dor, do gozo, do sorriso? Seguiram-se muitas volumâncias e essências. Um verdadeiro assombro com as variedades e tipos.
Até que a retumbância veio, pintada com as cores mais brilhantes do natural: Tudo isto é, senão, a matéria da minha casa! A Casa maior, não a aquela feita de tijolos ou madeira. A Casa que envolve de Existência o Experienciável.
É feita disto? Pode sim! De todos estes volumes, recheiosos e preencheiros.
Vai! Vai descobrir quais você prefere.
Minha Oca Senhora!!!
Depois deste quase-grito de espântalo, ela descruzou a linha do tempo e voltou para dentro de si, com todas as respostas.
Mim, Oca!