02/09/2026
Nove jogos.
12 gols feitos.
10 gols sofridos.
4 vitórias.
3 empates.
2 derrotas.
Classif**ado na Copa do Brasil.
Classif**ado na Sul-americana.
Luta contra o rebaixamento no Brasileiro.
No primeiro jogo contra o Fluminense, o Vasco atuou de forma burocrática, assim como o adversário. O clássico teve poucos bons momentos de futebol. E a bola sofreu.
No segundo jogo contra o Tricolor, o Cruzmaltino contou com o atacante Brenner em um dia inspirado. Ele, ao marcar por duas vezes, foi o diferencial que levou o time adiante na Copa do Brasil.
Ao enfrentar o Bahia, fora de casa, o Vasco viu o placar passar em branco. No Brasileiro, a luta contra o rebaixamento é muito real. E o time não consegue emplacar. Muito menos como visitante.
Contra o Olímpia, um massacre vascaíno. Contudo, sem tradução em gols. Cinco chances claras. Mais de 70% de posse de bola. E uma falta de capricho nos arremates de passar raiva.
Diante do Santos, teve chances de inaugurar o marcador. Não o fez. Até mesmo bola na trave. E aí, em 14 minutos, levou três gols. Vou a imagem de Léo Jardim ruir após um jogo pavoroso.
Na goleada contra o Olímpia, voltou o respeito. Atuação segura do ataque e consistente da defesa. Se recuperou da vergonha anterior e seguiu na Sulamericana.
Segurou o Palmeiras no primeiro tempo. E foi bem. Em dez minutos, jogou o empate pelos ares, levando novamente três gols.
Expulsão de Cauã. Tensão e drama. Gol de Andrés Gomez. Brilho intenso de Léo Jardim. Nada como um dia após o outro. Será que vem uma semifinal?
Cruzeiro poupando jogadores. Vasco agradece. Impiedoso, amassa o Cabuloso. Ganha sem contestação. O moral sobe e a luta contra a degola segue firme.
Agora a decisão é contra o Vitória.