26/01/2026
“O som é algo que leva você na direção de sua origem.”
No final dos anos 90, me aproximava do gigantesco universo do Yoga e da Cultura Védica, através do som, foi o primeiro contato. Pouco me importava se aqueles sons tinham um significado, mas a sonoridade em si significava algo pros meus sentidos e pro meu sentir, parecia que levava em uma direção que me alegrava. Aos poucos é que fui descobrindo os outros aspectos, e me interessando por... bom, quase tudo.
E esse ‘quase tudo’ é tão vasto, e meu potinho um tanto pequeno, que precisei ir beliscando aos poucos as temáticas deste universo. E sigo ainda engatinhando em muitas delas. E no meio disso tudo, esse encontro inicial com o som permaneceu quase como uma necessidade, como se o som sustentasse a própria alegria. Em tudo o mais falhando, confie no som. Experiência pessoal, claro.
Agora, pela primeira vez quero oferecer uma pitada dessa ferramenta que me é tão querida e botei num formato que considerei viável pra um primeiro contato.
A isso sou grata, em especial, a Alba Lirio que primeiro me ensinou a ouvir e a soar; a Swamini Tattvamayananda, que pacientemente me aceita como uma aluna bem mais ou menos de Sânscrito; e ao Paul Harvey, com quem estudo sobre tudo que me interessa, inclusive Canto Védico. Os erros são meus, os acertos são deles. A frase em aspas no início, do TKV Desikachar.
Svāhā!
Abraço, Ana Poubel
Para purificar, para fortalecer, para concentrar, para proteger, para atravessar, para conectar, para entregar-se, para contemplar, para pedir ou para ir além.