14/12/2025
Precisamos falar sobre
Ele provocou o Flamengo na Copa do Brasil vestindo a camisa do Athletico-PR. Pouco tempo depois, o destino resolveu cobrar. E quem diria, né?
Chegou ao Flamengo com a missão ingrata de substituir Mari. Falhou, sentiu o peso, virou símbolo de uma das contratações mais criticadas da era Landim. A coisa ficou tão feia que o William Arão teve que ser recuado pra zaga porque não dava mais pra sustentar.
Na pandemia, sem torcida pra abafar, o Brasil inteiro ouviu o Diego Alves perder a paciência e dar aquele esporro histórico. Em Libertadores, conseguiu ser expulso numa semifinal de forma infantil, saiu xingando, peitando torcedor, como se ainda não tivesse entendido onde estava.
Em 2022, entregou o Carioca pro Fluminense. A paciência acabou. A arquibancada pediu a saída.
Aí o futebol resolveu mudar a história.
Dorival Júnior chegou — e com ele veio o ponto de virada. O mesmo zagueiro desacreditado virou confiável, tomou a vaga que parecia ser do Rodrigo Caio e não largou mais. Foi titular numa Libertadores e numa Copa do Brasil vencidas com autoridade, sem susto, sem vergonha.
Desde então, não saiu do time. Em 2025, escreveu o capítulo que ninguém ousava imaginar: bicampeão da Libertadores como titular, algo que nenhum outro zagueiro do clube conseguiu. E não satisfeito, ainda marcou o gol que carimbou de vez a classificação no mata-mata.
Hoje, é respeito. É segurança. É um dos melhores zagueiros da América do Sul.
Para a eternidade, Léo Pereir4.