10/10/2020
O Dia Mundial da Saúde Mental deste ano (10 de outubro) é celebrado em um momento em que nossas vidas diárias foram significativamente alteradas como consequência da pandemia de COVID-19.
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Os últimos meses trouxeram muitos desafios: para os profissionais de saúde, que prestam seus serviços em circunstâncias difíceis e vão trabalhar com medo de levar a COVID-19 para casa; aos alunos, que tiveram que se adaptar às aulas à distância, com pouco contato com professores e colegas e preocupados com o futuro; aos trabalhadores, cujos meios de subsistência estão ameaçados; ao grande número de pessoas presas na pobreza ou em ambientes humanitários frágeis com muito pouca proteção contra a COVID-19; e para pessoas com condições de saúde mental, muitas das quais estão ainda mais isoladas socialmente do que antes. Sem falar em como lidar a dor de perder um ente querido, às vezes sem poder se despedir.
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As consequências econômicas da pandemia já estão sendo sentidas em todos os lugares, à medida que as empresas demitem funcionários na tentativa de salvar os negócios ou são forçadas a fechar totalmente.
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Com base em emergências anteriores, espera-se que as necessidades de saúde mental e apoio psicossocial aumentem significativamente nos próximos meses e anos. Investir em programas nacionais e internacionais de saúde mental, que há anos não recebem recursos, é mais importante do que nunca.
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Por isso, a campanha do Dia Mundial da Saúde Mental deste ano tem como objetivo aumentar os investimentos em favor da saúde mental.
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Dentro de um monte de de 211 milhões de brasileiros, cerca de 18 milhões estão com ansiedade; 19 milhões com depressão e 90% da população está estressada.
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Nada melhor do que investir em cuidados para não fazer parte ou continuar nessas estatísticas.
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Invista em solitude, autoconhecimento, autoestima, alimentação balanceada, sono de qualidade e prática regular de atividade física. Além da terapia com um profissional qualificado.
Fonte: OPAS, OMS e IBGE.