No final de 2003, Rodrigo Castro retorna para Goiânia-GO, deixando Evanuel Andrade como seu representante em Palmas-TO, passando a “Vanu” a responsabilidade de tocar a equipe de lutadores formada por Rodrigo Castro no Tocantins. “No Jiu-Jitsu existem duas escolhas – competir ou ser professor -, eu escolhi ser professor. No tatame ou na rua, os lutadores que carregam no peito o brasão da Equipe Eva
nuel Andrade têm um código de conduta e de comportamento. “Entendo que o Jiu-Jitsu não forma apenas atletas, ele serve para formar também pessoas de bem e cidadãos comprometidos com sua responsabilidade social. Exijo que todos de minha equipe tenham um comportamento exemplar dentro e fora dos tatames. Aquele que não se enquadra dentro desse nosso código de conduta é convidado a sair da equipe”, diz convicto o faixa preta. Para Evanuel “o Jiu-Jitsu é uma extensão do que somos como cidadãos. Se somos indisciplinados dentro do tatame, seremos também no convívio social, por isso trabalho muito com meus alunos o respeito, a humildade e o companheirismo, ingredientes fundamentais para se aprender uma arte marcial e se transformar num ser humano melhor”. O motivo que ainda leva Evanuel a treinar Jiu-Jitsu todos os dias? “A paixão pelo Jiu-Jitsu, o companheirismo e a amizade de todos da equipe e acima de tudo a vontade ininterrupta de sempre aprender. Digo que ensinar Jiu-Jitsu é uma maneira fantástica de aprender cada vez mais da Arte Suave”, pondera.