30/08/2020
Será que é tão difícil ensinar qualquer assunto a crianças de 7 a 13 anos de idade? Percebam o seguinte: se tentarem como aprenderam (?) nas faculdades, as crianças não permanecerão mais do que 5 ou 6 meses nas aulas. É o que acontece no Brasil.
No entanto, criamos curso para admitir 300 crianças nessa faixa, na praia, durante 3 - 4 anos; duas aulas semanais. No último ano, acrescemos +100 crianças, inclusive 20 alunos da APAE. Todo o material produzido e oferecido por mim. Mas não parei aí. Em 1993 ou 94, além do evento em Niterói, minha cidade, criamos um outro, com igual número de crianças, na praia de Copacabana, Rio de Janeiro. Assim, funcionaram simultaneamente, duas vezes na semana, em dias alternados. Continuando... visível por milhares de pessoas, sensibilizou o presidente da Confederação Brasileira de Volley-Ball - Ary Graça - que convidou-me a implantar no país o projeto Viva-Vôlei. Em sequência, fui convidado a dar aula sobre o método no 1º Curso de Treinadores de Vôlei de Praia, produzido pela CBV; em consequência, uma das participantes - Isabel Salgado - musa do voleibol brasileiro na década de 1980 -, convidou-me a realizar curso regular no Morro do Cantagalo, Zona Sul do Rio, de acesso perigoso, mas restrito a uma escola pública durante 3-4 meses. Igualmente, produzimos todo o material e coordenamos o evento satisfatoriamente (relatório em www.procrie.com.br/Lições de um Projeto, Perspectivas de Aprendizagem I, II, III). Uma vez mais, em 1991, construí tudo para a CBV realizar cursos em 4 estados do país, simultaneamente, cada um deles com 300 crianças e, inclusive, todas as aulas programadas adrede. Todo material produzido em Niterói e enviado para seus respectivos destinos, com os Supervisores da CBV. Total: 1.200 alunos, sem qualquer deslize, ou reclamação; ao contrário, somente elogios do tipo FANTÁSTICO!