10/12/2025
No dia 30/11, voltei a lutar o Campeonato Sul-Americano de Jiu-Jitsu 2025. Já fazia alguns anos que eu não competia nesse evento, mesmo já tendo conquistado 12 títulos nele. Foram dois anos afastado por causa de uma lesão séria, que só melhorou depois de uma cirurgia bem complicada — e que, para ser sincero, nem ficou 100%.
Mas quando entrei no ginásio naquele dia, eu senti que seria especial. E realmente foi.
Lutei na minha categoria, fiz três lutas, e saí campeão pela 13ª vez! Só que a vontade de competir estava maior que tudo… então decidi entrar também no Absoluto, enfrentando atletas de todos os pesos. Fui vencendo uma luta atrás da outra até chegar à final.
A final foi tensa, mas eu estava confiante. Eu tinha um plano: esperar faltar 30 segundos para aplicar o meu golpe preferido. E foi exatamente o que aconteceu — abri a guarda, encaixei o golpe com precisão, e ele entrou tão justo que o adversário precisou gritar para eu soltar.
30/11 se tornou um dia mágico: 7 lutas, 7 vitórias, e ainda tive a honra de vencer duas vezes o atual primeiro colocado do ranking mundial da minha categoria.
Sou grato demais à minha família, que estava lá torcendo, aos meus alunos — presentes no ginásio e também acompanhando de casa — e, principalmente, a Deus, que certamente estava ao meu lado, conduzindo cada passo que dei.
Como professor, sempre digo aos meus alunos que o Jiu-Jitsu é feito de constância, superação e fé. Nesse dia, eu vivi tudo isso na prática. E é por isso que, mesmo ensinando todos os dias, eu continuo amando competir.
Agradecimento especial a quem está nessa comigo