Rapeize Página com as novidades da RAPEIZE, o grupo mais tradicional da UFSC Joinville.

06/02/2018

RELEMBRAR É VIVER! Título conquistado em cima do maior rival 🤣🏆🥇💚

05/03/2017

A PANTERA VOLTOU

Muito mais que um time, a Rapeize está de volta, confirmada para a próxima edição da Copa Mobilidade.

O time mais tradicional da UFSC Joinville irá se apresentar possivelmente pela última vez no evento mais tradicional da Atlética Engenharias UFSC Joinville.

A competição não f**a mais movimentada apenas dentro das quatro linhas. Além de um time competitivo para buscar o tão almejado título, a Pantera está com sede de vitória fora das quadras também. Embalada com sua torcida, deve proporcionar um verdadeiro show. Grande espetáculo dos gritos e até fogos pirotécnicos já estão garantidos no repertório.

Sem ver a luz do dia no último semestre, a Pantera foi libertada. Apesar de não possuir mais seu CT, a Panther House, ela deve ser bem representada ao longo do semestre nos diversos eventos da UFSC e região.

O clássico mais esperado da UFSC deve ser também um grande atrativo. Desconhecido pelos últimos calouros o RAPEIZIKA tem o recorde de maior público já registrado em uma partida da Copa e agora ele também estará de volta!

RPZ | VIII COPA MOBILIDADEEsses foram os representantes da família Rapeize inscritos na VIII Copa Mobilidade.Além deles,...
18/08/2015

RPZ | VIII COPA MOBILIDADE

Esses foram os representantes da família Rapeize inscritos na VIII Copa Mobilidade.

Além deles, a torcida da Pantera também representou de forma única o grupo mais tradicional da UFSC - Joinville. Um agradecimento especial a todos que torceram e gritaram o novo canto "Ei, Rapeize, I love you" e também todas as novas músicas criadas durante a competição.

Legenda:

1 - Bandeirão da Rapeize Panther (100m de comprimento - o maior de toda UFSC)

2 - Musas dos times: Carol e Thalita (Eleitas as mais belas musas da Copa Mobilidade)

3 - Rapeize FC (Time mais injustiçado pela arbitragem)
Da esquerda pra direita
Em pé: Daniel, Muca, Gi, Samuca e Guerreirinho
Agachados: Mayckon, Hector, Crippa, Marcelo e Ramon

4 - Rapeize Sedentária (Pantera Preguiçosa)
Da esquerda pra direita
Em pé: Djani, Lucas, Fábio, Gustavo, João e Digo
Agachados: Kalvin, Michels, Robert, Ique e Thales.

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Atenciosamente, Família Rapeize

INTERNACIONALIZAÇÃO DA MARCA No segundo semestre de 2013, a Rapeize para alegria dos adversários, não exibiu a mesma por...
24/01/2014

INTERNACIONALIZAÇÃO DA MARCA

No segundo semestre de 2013, a Rapeize para alegria dos adversários, não exibiu a mesma porção de atletas, fãs e torcedores comparado as outras edições da Copa Mobilidade. Hoje revelaremos os motivos que ocasionaram este recente decréscimo no plantel, um segredo que estava guardado a 7 chaves, que nem o mais pérfido homem vivente poderia apurar.

A cúpula da Rapeize esteve desde a sua propagação local em Joinville, planejando como expandir a sua marca, diversas reuniões foram feitas e um seleto grupo de membros foi escolhido. O Illuminati Alviverde foi formado. Nossos integrantes aguardavam a missão.

A primeira parcela dos discípulos da Pantera, foi enviada no mês de setembro de 2013, a localização de despache foi estrategicamente escolhida pela diretoria. O Estados Unidos além de possuir a maior economia, podendo atrair dezenas de investidores para a Rapeize, possui uma vasta miscigenação de culturas e etnias, podendo propagandear a imagem da Pantera para diversos países do mundo. Para a principal pátria terrestre achou-se necessário o envio de 2 estrelas da Repeize, os artilheiros Fábio Smiderle e Luiz Henrique Dragone f**aram responsáveis pela divulgação da equipe nas principais cidades do país: Washignton, DC e New York City, New York.

Luiz Henrique cumpriu sua missão na América do Norte e foi reforçar a parcela de missionários que se encontravam no Velho Continente. Júlia Griebeler, a primeira musa do time, expandia a marca para os 4 cantos da Itália. Com a chegada de Luiz, a dupla iniciou uma jornada pela Europa, visitando Amsterdam (Holanda), Londres (Inglaterra), Madrid (Espanha) e Paris (França). No mesmo continente encontrava-se Samuel Bassani em Stadt Ilmenau, Thuringen, Alemanha. Samuca, o xodó da torcida, promovia sua equipe de coração quando recebeu uma proposta de contratação para o time local, encaminhou para a diretoria analisar deixando claro sua vontade de permanecer no clube. As cifras de contrato eram milionárias e envolvia a cessão de jogadores de menor expresão como: Thomas Müller, Mario Götze e Bastian Schweinsteiger mas o comitê de gestão optou por permanecer com os direitos da jovem estrela, concedendo apenas o empréstimo para o SV: "Ilmtal" Manebach e.V.

Voltando para o hemisfério sul, mas não para o Brasil, Júlia Helena e Luis Gustavo ingressaram em uma importante tarefa, a exposição da imagem da Rapeize nas fronteiras latinas. Começaram sua jornada pelo Uruguai e hoje se encontram na Argentina. Percorrerão milhares de km pela América do Sul e toda sua viagem pode ser acompanhada em uma outra página De caminhada, curta e fique por dentro.

A Rapeize através dessa missão abordou uma tática um tanto audaciosa, encerrando as atividades da Repeize, o time B, por tempo provisório, além de perder alguns de seus melhores integrantes, mas o futuro dirá que foi a melhor estratégia já realizada por uma equipe brasileira. A pantera será reconhecida em todo o globo terrestre.

Curta nossa página e acompanhe todas as aventuras dos missionários da propagação alviverde.

A Batalha das Termópilas foi travada entre Esparta e o Império persa de Xerxes I, composto por uma imensa variedade de p...
27/11/2013

A Batalha das Termópilas foi travada entre Esparta e o Império persa de Xerxes I, composto por uma imensa variedade de povos, em grande vantagem numérica. A batalha durou três dias, no desfiladeiro das Termópilas, em 480 a.C.

Com um contingente muito menor, os gregos detiveram o avanço persa durante três dias. Durante dois dias repletos de batalha, os espartanos, em número muito menor, bloquearam a única maneira que o imenso exército persa poderia usar para entrar na Grécia. Entretanto, após o segundo dia, um residente local e traidor, chamado Efialtes, levou aos invasores informações secretas: um pequeno caminho que podiam utilizar para transpor as linhas gregas. O exército perdeu a batalha, mas Esparta jamais foi tomada pelos inimigos.

Escritores antigos e modernos utilizam a Batalha das Termópilas como exemplo do poder que um exército patriótico pode exercer defendendo seu próprio solo com um pequeno grupo de combatentes, tornando-se um símbolo de coragem contra as adversidades.

E em uma fiel reprodução da famosa guerra, a Rapeize lutou nos dias 23, 24 e 26 de novembro, em Joinville, contra um exército furioso, ansioso pela derrocada da equipe mais tradicional do CEM – a única medalhista em todos os esportes.

As equipes, aliadas a sua fiel torcida, lutaram bravamente contra o enorme exército adversário, que assim como os persas, conta com uma grande diversidade de povos, unidos pelo ódio contra o grupo alviverde. No entanto, a raça, a lealdade e a união desse grupo o tornam muito diferente da furiosa massa persa. E assim como os espartanos, em menor número, mas com grandes virtudes, a Rapeize frustrou todas as tentativas de êxito dos adversários – classificou-se para as semi-finais do Vôlei Masculino e Feminino e chegou a grande final do Futebol. Neste último e derradeiro momento do final de semana, o time sofreu uma grande baixa: por detalhes, deixou escapar o tão sonhado título do esporte mais praticado no país.

Chegou terça-feira, que reservava grandes surpresas. A Rapeize reafirmou a força do seu elenco com seus últimos guerreiros no front de batalha - a dupla Thales e Marlon, e o trio Elisa, Nicole e Flávia - que confirmaram a supremacia alviverde, conquistando o bicampeonato no Vôlei Feminino, e o título inédito no Vôlei Masculino.

No entanto, a V Copa Mobilidade não seria tão fiel a famosa Batalha das Termópilas, com a ausência de um traidor. E ele veio, assim como o famigerado Efialtes, no terceiro dia. E numa cópia fiel do antigo algoz de Esparta, levou aos inimigos informações secretas, utilizadas num ataque de ódio e desrespeito, que revelam o caráter do inimigo – assim como os persas, precisou de artifícios traiçoeiros para tentar desmoralizar e vencer. Porém, mais uma vez, a investida fracassou. Como Esparta, a Rapeize perdeu uma das batalhas – contra um exército muito maior, porém menos qualif**ado e virtuoso. Apesar disto, os êxitos logrados, a raça e a união deste grupo superam – e muito – os fracassos e os ataques vis dos adversários. A Rapeize segue marcada na história do CEM como um exército de guerreiros, agora, ainda mais vitoriosos.

Endereço

Joinville, SC

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