Thais Moura Personal Training Treinamento Personalizado de atividades fisicas.

31/12/2025
Eu *adoro* quando os filhos dos alunos participam das aulas com os pais! A diferença dessa foto de João, Maria e Cris, d...
15/10/2025

Eu *adoro* quando os filhos dos alunos participam das aulas com os pais! A diferença dessa foto de João, Maria e Cris, de quando foi tirada em 2019, para hoje, é a envergadura dos braços já que eles cresceram e abraçam a Cris e mais uns mundos, e o coração da mãe que cresce junto com eles, que aliás é o motivo do cardio dela. O espaço que conquistamos desde que ela perguntou se eles podiam participar porque no tempo da aula estavam em casa, é mantido. A aula é um breve porém amplo horizonte construtivista: é permitido permitir! Vem com o que você tem, vamos juntos. É seguro para as experiências com os movimentos, e quanta riqueza tem nos de uma criança. Diria que fazemos um bom trabalho entre gerações, com respeito às particularidades de cada uma: andar de bicicleta sem rodinha, inventar brincadeiras, permitir; abdominais, agachamentos, alongamento das possibilidades; e mais um monte de saúde em forma de alegria que não dá para listar, que constroem memórias e me fazem testemunha de histórias lindas lindas. Teve uma aula quando caiu um dentinho de leite dela. E foi ela que fez a caligrafia do meu cartão hoje. Aos meus alunos, minha admiração, carinho e desejo vitalício da espontaneidade dos movimentos.

16/09/2025
Pedalar no dia a dia compõe importante parte das minhas atividades físicas semanais - para mim a recomendação é de 300mi...
31/08/2025

Pedalar no dia a dia compõe importante parte das minhas atividades físicas semanais - para mim a recomendação é de 300min/ sem. Semana passada não deu pra pedalar, nessa também não vai dar. Acontece por aí também, tem semana que muda, e com ela a organização das nossas atividades físicas (exercícios e modalidades programadas, atividades inseridas no cotidiano). Tava com a Jane Fonda na memória recente, peguei uma aula de step dela para fazer, no youtube. Tenho larga experiência com academias, exercícios e esportes ao longo da vida, mas a aula de step eu pouco frequentei, parecia não convidativa aos iniciantes. Tenho me divertido! A proposta da aula é boa, são 50minutos, dá pra perceber o esforço - até fiquei dolorida no começo da semana! a gente f**a dolorida com aquilo que não é padrão comum de movimento, não caia na cilada de achar que ficou fraca porque cansou com um gesto mais simples do que está acostumada. Quis fazer a mesma aula de novo, para poder reparar mais na estrutura dela, na repetição dos gestos, no tratamento verbal, na imagem. E ainda fazer os exercícios! Diria que o saldo é bem positivo, tem dado destaque à alguns detalhes bonitos, tá legal pra mim. O dia tá uma gostosura, não tá frio, nem quente, sol e tudo, mas hoje vou fazer o sacrifício de f**ar em casa estudando. Me matriculei num curso no Hcor, sobre gerontologia. Primeiro curso EAD que faço, se não me organizar vai dar ruim. Ops! não é que é assim com os exercícios também?! A gente precisa se organizar pra fazer acontecer, e aí dar chance aos bons efeitos que vão deixando mais gostoso o processo - caso você não goste -, não é papo de vendedora. As vezes a gente teve tudo bem organizado, mas como o viver não é uma linha reta, é comum que tenhamos que pensar uma nova organização, passar por uma transição, e isso não precisa vir acompanhado da sensação de fracasso.
Meu filme favorito é Mudança de Hábito! É o hábito da freira mas também ele em si, que tal qual a frase do Veríssimo, relembrada desde ontem, é um desafio. “Quando a gente acha que tem todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas."

Eu não sou trompetista.Toco, gosto, brinco, sei um pouco.Inclusive sei o que não sei.Mas nem por isso deixo de brincar, ...
27/05/2025

Eu não sou trompetista.
Toco, gosto, brinco, sei um pouco.
Inclusive sei o que não sei.
Mas nem por isso deixo de brincar, ou comparo o que pra mim signif**a o sentir desse contato com o instrumento com a performance de musicistas, ou permito que comparem.
É meu, o que sinto é meu e só meu.
E é gostoso!
Sei um pouquinho da leitura das partituras, gosto de tirar umas músicas de ouvido, e principalmente de sentir como o som responde ao que meu corpo faz, e ele ao que minha mente pensa.
Se aperto demais contra a boca, o som não sai. Se dou suporte com o abdome, a barriga, o tronco, sai gostoso. Se me preocupo se vai sair, me tensiono mais que o necessário, não sai. Se por uns instantes tô só ali, boca, barriga, ar, pulmão, cabeça e coração... é um entra-e-sai reconfortante que f**a. Tem aí uma coisa sobre o condicionamento físico em si, o específico sobre o tocar do instrumento, o aprender de fato. E tem a experiência, ligação, conexão, que prezo muito. Ontem, a caminho de uma aula, esperando para atravessar de bicicleta, tava ouvindo um apito forte. Outras pessoas também ouviam, todo mundo procurava da onde vinha. Achei! Um moço, mudo, apitava pra chamar uma colega, que ouvia, já tinha passado por ele, e correspondia aos sinais que aí sim ele fazia! Achei tão maravilhoso. É como que você tem feito para se conectar? Fiquei pensando. Eu tô com os fones nos ouvidos, não tá tocando nada neles, pra poder prestar mais atenção no som, menos no que tô emitindo, mais no que tá ressoando em mim. São muitas as formas de ouvir e conectar. Quando a gente faz um exercício fisico, aquele da rotina que somos incentivados, é bom poder em alguns momentos identif**ar isso. Não precisa ser uma viagem a cada sessão, afinal tem que haver música pra poder dançar conforme, e não tem dela se alguém não tiver repetido, mecanicamente, inúmeras vezes um gesto, até mesmo desconectado, pra só então poder fazer suas ligações, e dar sequência aos nossos bailes.
Curiosidade, disposição, alguma disciplina, dedicação, firmeza e soltura em proporção, é por onde busco me atualizar e lhe desejo, em nossas práicas cotidianas. 🙌🎺🚲🤸🏼‍♀️🙃🤓✌️🧡

De 20 a 40mil anos atrás, de 1914 a 1918, 1981 e 2025. Essas são as datas dos meus recentes encontros.No meu caminho hoj...
28/04/2025

De 20 a 40mil anos atrás, de 1914 a 1918, 1981 e 2025. Essas são as datas dos meus recentes encontros.
No meu caminho hoje conheci uma família de etnia Waurá (Waujá). Foi breve, aguardávamos nossos ônibus, nos separamos e eu fui perguntar pro youtchube sobre os Waurá. Dei play num video do Sesc do Mato Grosso, sobre suas músicas. Eles cantam por tudo o que alimenta o espírito, batem os pés na terra para reforçar a conexão. Sem terra, não há vida. Enquanto falava com o pai da família, dentro da minha mochila o volume 4 de Em Busca do Tempo Perdido, livro que o francês Marcel Proust escreveu, e que conta histórias da burguesia francesa pré 1o Guerra Mundial. Estou há dias lendo sobre um jantar digno de indigestão, onde a preocupação maior é conquistar status social, julgar o alheio, reforçar o próprio. Infelizmente há tanta herança dessa burguesia no nosso viver cotidiano, tão presente quanto nos capítulos da novela Baila Comigo, que se passa entre o RJ e Lisboa, em 1981 e venho vendo. Agora, os diálogos na novela são muito interessantes, são longos, há pouca música, os personagens conversam longas conversas. No começo das novelas reprisadas há um aviso, de que pode reproduzir falas e hábitos hoje condenáveis. Essa eu acho que envelheceu mais bem que mal, embora ainda seja sobre a azia e queimação que provoca o modelo da burguesia francesa na pele, carne e alma de toda e qualquer pessoa sob sua mira. E aí eu, você, nós, hoje. Conectar-se com a terra não demanda retiro bonito e custoso. Muita zanga da nossa existência vem dos hábitos burgueses muito bem estabelecidos, inclusive os que atravessam a nossa saúde, nossa beleza, nossa idéia de sucesso. Antes de pedir licença e perguntar pro moço Waurá qual era sua etnia, dei uma engolida numa lágrima grossa, misto de honra de estar próxima a nobres indígenas, com pesar pelo reconhecimento faltoso de suas existências. Vi que Francisco, o papa hermano, disse que pedia todos os dias em suas rezas, humor e boa digestão, e ter o que digerir. Me parece fazer sentido diante da herança burguesa, porque se dependesse dos que saúdam a terra como evento, não como apresentação, a digestão é boa, e a alegria é para todos.

Toda vez que a gente pensa em gula-e-preguiça associada à necessidade de dieta-e-exercicio, é o preconceito falando por ...
07/04/2025

Toda vez que a gente pensa em gula-e-preguiça associada à necessidade de dieta-e-exercicio, é o preconceito falando por nós. O preconceito como projeto incomoda e mantém aquecido um mercado gordo para nutrir a insatisfação. Se alimentar de modo equilibrado e levar uma vida fisicamente ativa é bom assim como enfrentarmos o estigma.

Posted • SERÁ QUE UM DIA VAMOS DEIXAR DE PRECISAR DE EXERCÍCIO E DIETA? — Calma! Essa é uma narrativa que, vira e volta, aparece. Mas, como afirma Ted Kyle, em sua coluna Conscienhealth — publicada com exclusividade no Brasil pela revista da Abeso —, a notícia da morte prematura das dietas e do exercício físico por causa dos novos medicamentos contra a obesidade só faz sentido para quem equipara essa doença à preguiça e à gula.

Kyle ainda escreve sobre o medo de alguns de que as pessoas usem essas medicações para continuarem se alimentando mal e levando uma vida sedentária: “Isso nada mais é do que preconceito”, diz ele.

Leitura provocativa que costura argumentos, ressaltando como médicos, nutricionistas e educadores físicos se complementam no cuidado à pessoa com excesso de adiposidade.

Você encontra o texto de na nova edição da “Evidências em Obesidade e Síndrome Metabólica”, que tem o .alexandre.hohl como editor científico.

Ela já está chegando no endereço de assinantes e sócios da Abeso.

O que tem os 150 a 300min de atividade física recomendada por semana a todo adulto, a ver com o carnaval, um evento anua...
03/03/2025

O que tem os 150 a 300min de atividade física recomendada por semana a todo adulto, a ver com o carnaval, um evento anual? O direito! À saúde, ao lazer, à alegria, ao cuidado. Não tem planner individual que funcione se o direito não estiver minimamente ao alcance. Meu *histórico de atleta* é mais recheado que o de foliã. Mas quando o batuque começa, sou mais uma das encantadas que responde aos arrepios e a vontade de ir ver, estar presente nessa celebração do viver! A ligação do carnaval com o condicionamento físico também é o preparo, até rolou por aí a série de ginástica da Ivete, e a gente vé os mais distintos preparos para o dia da apresentação, para quem toca, desfila, dança. Como o futebol o carnaval é uma coisa que envolve o corpo e comumente colocado feito uma coisinha ali, um negocinho inferior em importância, a gente é convidado a escolher entre uma coisa ou outra, e uma certa e uma errada, olha lá: ou é a seriedade ou é a bagunça, ou é o trabalho ou é a brincadeira. Mais prazeres e menos culpas! Disse o Vai Vai em uma de suas alas enquanto amanhecia o samba do Bixiga no Anhembi. Loucos e artistas mergulham no mesmo lago, dizia Nise da Silveira, os artistas voltam. Portanto que os ditos loucos possam ter seus cuidados garantidos. Em dia de indicado ao Oscar com uma história sobre a ditadura, o Vai Vai homenageou Zé Celso, um perseguido por ela pois entre outras enaltecia a libido, a liberdade e o carnaval. Sacramentar o profano, e profanar o sagrado é meio para a liberdade das muitas formas do viver, dos corpos viverem, do conjunto que é um corpo, em sua forma e história, necessidades e vontades. Esse ano estive lá para ver: meu vizinho Blocolândia e o direito à diversão dos marginalizados centrais; o ensaio de meu outro vizinho Vai Vai na rua, que lugar gostoso; minha vizinha tocando em um bloco com direito a chuva de esguicho na rua; o Ilú Obá De Min abrir oficialmente as festividades na rua de trás de casa; e estreei no sambódromo, onde o cortejo não anda e a festa não acontece sem a participação de trabalhadores da rua. 
O carnaval não garante direitos, mas escancara eles.
Escolhi o domingo no Anhembi no maior estilo Fernandinha, deu bom!

150 a 300min de exercícios físicos na semana é a recomendação para todo adulto (é preciso contextualizar para cada um). ...
27/02/2025

150 a 300min de exercícios físicos na semana é a recomendação para todo adulto (é preciso contextualizar para cada um). Para chegar na piscina e nadar, que é uma coisa que eu gosto de fazer, pego um ônibus de 10min, ando 10min. Se tiver sorte como hoje não preciso esperar, senão bote mais 10 para aguardar a chegada dele e começar a jornada. 1/2h para chegar, 1/2 para nadar, 1/2 para voltar. Tem, nessa cidade quem leve o dobro disso só para chegar no trabalho de transporte público vindo de um dos extremos da cidade, e tem quem fique esse tempo dentro do carro para andar um raio de 10km. As vezes vou de bicicleta, aí essa é ligeira, as vezes ganha em tempo de todos. Há no entanto um novo porém! Eu nunca antes havia chego antes que um carro em um ponto comum. Veja bem, as 11:05 eu comecei a subir, as 11:10 tinha chego no topo. Registrei alguns pontos de referência no caminho: o carro com a marca de coisas de bicicleta, Shimano, no começo do trajeto. Ficou para trás. O carro elétrico da 99, no meio, ficou. O carro da FedEx, cujo slogan é "The World on Time" algo como O Mundo na Hora Certa, que é um serviço particular de entregas, já perto do fim da subida, também ficou para trás. Poderia dizer que é meu novo passatempo durante a subida a pé, apostar com carros já cantando vitória pois essa carta é marcada. Que carta? A de que algo de ruim não vai bem quando você chega antes a pé do que alguém que tá num motorizado! E o exercício? Isso não é de responsabilidade individual, mas de um planejamento totoso, amanteigado, do transporte numa cidade giga como SP, que também é de saúde. E patinete elétrico infelizmente não resolve a questão, uma pena mesmo. Toda tentativa de ser disruptivo mas num carro, tá condenado a esperar ✋️ e não é pouco. Carro elétrico, carro que trabalha pra marca de bicicleta, carro da firma que tá se dedicando aos novos padrões de sustentabilidade. Vai esperar, não é pouco e é ruim pacas. E o exercício???

Tem um exercício que todo mundo debaixo desse ceuzão divino precisa, que é a condição de poder praticar seus direitos: d...
16/02/2025

Tem um exercício que todo mundo debaixo desse ceuzão divino precisa, que é a condição de poder praticar seus direitos: dormir e acordar em segurança, ter jornada de trabalho boa, salário maneiro, ir-e-vir com preservação da vida. Se divertir sem culpa, ter fases ruins sem precisar apressar a recuperação porque o tempo urge. Noitadas, pizza de fim de noite. Envelhecer, comer bem, e fazer exercícios. Acessar a saúde, antes de uma organização pessoal, é um direito que precisa estar ao alcance de geral. Se tem alguém que não tá dormindo e acordando em segurança, mesmo pra quem tem esses acessos, o progresso é atravessado. E a ordem dos fatores altera essa soma. A física, a sociologia, a antropologia, o Freud, e as crianças da 1a série do Ensino Fundamental explicam :D ali no nosso viver cotidiano, com nossas coisinhas, uma prancha de 1 minuto continua sendo um exercício difícil, o bom era geral poder reclamar da dificuldade da prancha, o que signif**aria que tá todo mundo com acesso à parte da saúde que são os exercícios físicos. Por isso desejo à você neste dia de domingo e sempre, pranchas para reclamar 🥹😁

Existe uma marca de 3 meses que se repete em algumas situações nos cuidados em saúde, por ex: no refazer de exames em um...
12/02/2025

Existe uma marca de 3 meses que se repete em algumas situações nos cuidados em saúde, por ex: no refazer de exames em um tratamento, refazer te**es de esforço, se adaptar à uma rotina de atividades físicas. Antes de 3 meses dá pra se adaptar? 6 meses para estabelecer a rotina. 1 ano para dar diferentes respostas às mesmas perguntas do início: afirmações no lugar de duvidas, por ex. "Será que consigo?" por "Bora!", pra uma caminhada longa, uma viagem ativa fisicamente, uma corrida de rua, uma ladeira de bicicleta, metros de natação, um longo minuto numa prancha! Agachar sem dor, se apoiar nos braços com firmeza, carregar grandes volumes, se levantar bem da cadeira depois de um dia longo de trabalho. Os marcadores do que a gente alcança com 3 meses de rotina de atividades físicas são alguns, após um ano são outros. Só a repetição e o acúmulo da prática é capaz de demonstrar mudanças num exame clínico, num teste de esforço e na nossa percepção. Talvez você tenha me visto brontolar que passei a ter que pensar em fazer exercícios, olha só! Pois num outro momento da vida eles eram mais disponíveis na rotina. Então, desde agosto passado ando mais dedicada. Gosto mesmo é de nadar, mas topo exercícios, caminhada e corrida. Bom, faço o necessário do que gosto menos e não gosto de *ter que* fazer. Hum! É mesmo? Só eu hehe mesmo na piscina, me deixa ali por horas que eu fico que nem um girino, mas me dê quantidade... vou negociar, comigo mesma, e enfim fazer hehe essa semana eu comecei a passar do meu limite básico. Na corrida e nos exercícios isso tem acontecido também. E aí que junta lé com cré, 6 meses ininterruptos, passei por uma adaptação confortável antes de pensar em aumentar algo. Ué, mas não tem que doer tudo, sofrer e tal? Não tem. La garantia soy yo ☝️ o no? 🤨😁 300min na semana, nem um a mais, dedicada mas sem exibição 😅 vamos nessa que vale a pena 🤌🙌🫶 *imagem de Fernanda totalmente indicada & condicionada nada meramente ilustrativa ✨️

Endereço

Jaboatão Dos Guararapes, PE

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