Dia de Treino

Dia de Treino Sugestões de exercícios, biomecânica aplicada, suplementação entre outras dicas!!!

Porque devemos comer de 3 em 3 horas???Esse trabalho é no mínimo curioso. A proposta dessa publicação foi avaliar a freq...
03/08/2014

Porque devemos comer de 3 em 3 horas???

Esse trabalho é no mínimo curioso. A proposta dessa publicação foi avaliar a frequência alimentar e sua relação com a eficiência no ganho de massa magra.

BOA LEITURA PESSOAL!!!

De quanto em quanto tempo devemos nos alimentar? Estudos compararam o consumo de uma dieta restritiva fracionada em 2 ou 6 refeições, onde aqueles que consumiram uma dieta restritiva dividida em 6 refeições apresentaram perdas menores que aqueles que consumiram em 2 refeições, sugerindo que a distribuição de nutrientes pode alterar o ganho ou a manutenção da massa magra.

E a proteína, qual a frequência? Recentemente uma pesquisa mostrou que o consumo de proteína em 2 grandes refeições não gerou catabolismo muscular, porém outros trabalhos se destinam a demonstram o anabolismo, apresentando resultados com consumo de proteína divididos em 2, 4 e até 8 refeições... sei que o tema é polêmico, haja vista a quantidade de estudos publicados, mas vamos lá.

Estou apresentando teorias, longe de ser verdade absoluta….voltando ao estudo. Sabemos que a Leucina é o "principal" aminoácido, sendo um estimulante da síntese, sabemos também que a sinalização anabólica de um bolus de 25gr de Whey perdura por até 5 horas, maaasss não quer dizer que quanto mais leucina, maior é o ganho, notem pela figura! Daí vamos a teoria da figura… o autor discuti o fato de que toda síntese demanda energia (ATP) e segundo a literatura, afirma que a "oferta"de ATP cai após 2 a 3 horas da última refeição e correlaciona que a redução da síntese ocorre justamente pela queda no fornecimento de energia. E daí? Daí que ele sugere que a síntese pode ser potencializada quando ofertamos substratos para a geração de energia entre as refeições (pequenas "doses" de CHO + BCAA), reduzindo assim a limitação de síntese pelo baixo aporte energético.

Me ensinou muito sobre treinamento com pesos...
11/04/2014

Me ensinou muito sobre treinamento com pesos...

NÃO FIQUE CONTANDO REPETIÇÕES!- Prof, quantas segundos eu descanso entre cada série? Quantas repetições devo fazer?Walde...
25/02/2014

NÃO FIQUE CONTANDO REPETIÇÕES!

- Prof, quantas segundos eu descanso entre cada série? Quantas repetições devo fazer?

Waldemar Guimarães já dizia:

You are not a Fu***ng number
(Você não é a p*%$ de um número)

Quando você trabalha na sala de musculação, acaba percebendo diariamente que é difícil ensinar as pessoas a não contarem repetições ou mesmo o tempo de descanso. No inicio da fase de treinamento, muitas vezes, a pessoa tem grandes dificuldades para realizar de forma correta os exercícios. Imagina entender que ‘deve buscar a falha’ ou fazer de forma ‘submáxima’.

Quando se trata de atendimento coletivo, ou seja, no caso do instrutor e não de treinador pessoal, muitas vezes tentar explicar alguns princípios pode levar tempo. O que as vezes, em função de outros alunos precisarem de orientação, não é possível fazer. Então a solução é determinar um número que não seja exato - tantas séries de 8 a 15 repetições.

- Mas como vou saber se são 10, 12 ou 9?

- Busque a falha. Se passar das 15, aumente o peso. Se não conseguir fazer 8, diminua a carga.
Não se apegue a um número, certo? ‘8 a 15’ é só pra você ter uma base. Lembre-se: teu músculo não sabe contar.

Para o instrutor funciona, pois nesse momento o aluno já começa entender os princípios corretos de treinamento.

- Mas Junior, se eu não devo contar repetições, como vou saber a hora de parar? E se não contar os segundos, como vou saber o intervalo certo?

Este é uma fato que advém do bodybuilding e é praticamente uma unanimidade entre atletas e treinadores:

USE A SUA INTUIÇÃO!

Por instinto você sabe quando é a hora de voltar pra fazer mais uma serie. Por instinto você sabe quando seu músculo chegou a falha.

- E eu não vou acabar fazendo muitas (ou poucas) repetições?

Você saberá a hora de aumentar ou diminuir a carga ou as repetições. Senão, procure um treinador capacitado para tal necessidade.

Aí, vai vir o teórico afrescalhado dizendo:

- Ai, mas bodybuilding não é científico pra estar tirando conclusões como essa.

Pra você eu deixo as palavras de um treinador que é graduado em Educação física, pós graduado em Cineantropometria e com mais de 20 anos de experiência no treinamento de alto rendimento e com mais de dez livros na área:

“Para nós o bodybuilding competitivo é uma escola de aprendizado, ignorada por alguns desavisados. Sempre procuro me basear no que os melhores no mundo fazem, e não no que diz qualquer doutor de qualquer universidade desconhecida em um canto ignorado do mundo que nunca colocou suas teorias a prova. Para nós o bobybuilding é como a Formula 1, aprendemos e desescalonamos responsavelmente as técnicas e as aplicando para qualquer segmento, da mesma forma que as tecnologias desenvolvidas na Formula 1, são utilizadas em carros de passeio com grande benefício.
Assim, como os atletas treinam, se alimentam e suplementam para nós é um norte inestimável, mesmo que alguém não possa utilizar ou pagar pelo melhor combustível, mas de acordo com suas necessidades e realidade. No livro Are You Ready? (que está esgotado) eu e Rodolfo Peres apresentamos vários casos reais, o mencionado livro estará em breve em sua edição aumentada e revisada com diversos outros relatos de caso. No livro Musculação Intensidade Total também apresento relatos. E você prefere seguir qual orientação?”

Nosso organismo é 100% biológico... nossos músculos não sabem contar! Não somos máquinas! Somos seres mutáveis, o tempo todo nosso organismo muda, se altera. Basta beber mais água e verá que seus músculos ficam mais visíveis e densos... se beber menos água eles ficam murchos e flácidos. Por que diabos então, se nosso corpo muda, se altera a cada momento, forçar ele a se adaptar a um número fixo de repetições? Creio que você, meu amigo, deva estar preparado para MUDAR SEMPRE.

Estudando e pensando….Todos buscam se exercitar intensamente com o intuito de ganhar massa muscular, certo? Mas associad...
23/02/2014

Estudando e pensando….Todos buscam se exercitar intensamente com o intuito de ganhar massa muscular, certo? Mas associado a esse objetivo busca-se reduzir a gordura corporal e para isso dietas restritivas. Então segue a informação; o exercício intenso associado a restrição calórica promove uma espécie de supressão do LH (hormônio Luteinizante). E daí?? Daí que esse hormônio trófico é responsável por estimular as células de Leydig a secretarem testosterona, ou seja, como vou anabolizar fazendo restrição calórica?? Posso dizer que o anabolismo ficará comprometido. Em primeiro, pela ausência de substratos energéticos e construtores para a síntese e em segundo pela redução do principal hormônio anabólico que secretamos.

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Tabela de Resultados dos Mr. OlympiaANO VENCEDOR LOCAL1965 Larry Scott Nova Iorque (EUA)1966 Larry Scott Nova Iorque (EU...
17/02/2014

Tabela de Resultados dos Mr. Olympia

ANO VENCEDOR LOCAL

1965 Larry Scott Nova Iorque (EUA)
1966 Larry Scott Nova Iorque (EUA)
1967 Sergio Oliva Nova Iorque (EUA)
1968 Sergio Oliva Nova Iorque (EUA)
1969 Sergio Oliva Nova Iorque (EUA)
1970 Arnold Schwarzenegger Nova Iorque (EUA)
1971 Arnold Schwarzenegger Paris (França)
1972 Arnold Schwarzenegger Essen (Alemanha)
1973 Arnold Schwarzenegger Nova Iorque (EUA)
1974 Arnold Schwarzenegger Nova Iorque (EUA)
1975 Arnold Schwarzenegger Pretória (África do Sul)
1976 Franco Columbu Columbus (EUA)
1977 Frank Zane Columbus (EUA)
1978 Frank Zane Columbus (EUA)
1979 Frank Zane Columbus (EUA)
1980 Arnold Schwarzenegger Sydney (Austrália)
1981 Franco Columbu Columbus (EUA)
1982 Chris Dickerson Londres (Reino Unido)
1983 Samir Bannout Munique (Alemanha)
1984 Lee Haney Nova Iorque (EUA)
1985 Lee Haney Bruxelas (Bélgica)
1986 Lee Haney Columbus (EUA)
1987 Lee Haney Gotemburgo (Suécia)
1988 Lee Haney Los Angeles (EUA)
1989 Lee Haney Rimini (Itália)
1990 Lee Haney Chicago (EUA)
1991 Lee Haney Orlando (EUA)
1992 Dorian Yates Helsinque (Finlândia)
1993 Dorian Yates Atlanta (EUA)
1994 Dorian Yates Atlanta (EUA)
1995 Dorian Yates Atlanta (EUA)
1996 Dorian Yates Chicago (EUA)
1997 Dorian Yates Long Beach, Califórnia (EUA)
1998 Ronnie Coleman Nova Iorque (EUA)
1999 Ronnie Coleman Las Vegas (EUA)
2000 Ronnie Coleman Las Vegas (EUA)
2001 Ronnie Coleman Las Vegas (EUA)
2002 Ronnie Coleman Las Vegas (EUA)
2003 Ronnie Coleman Las Vegas (EUA)
2004 Ronnie Coleman Las Vegas (EUA)
2005 Ronnie Coleman Las Vegas (EUA)
2006 Jay Cutler Las Vegas (EUA)
2007 Jay Cutler Las Vegas (EUA)
2008 Dexter Jackson Las Vegas (EUA)
2009 Jay Cutler Las Vegas (EUA )
2010 Jay Cutler Las Vegas (EUA )
2011 Phil Heath Las Vegas (EUA)
2012 Phil Heath Las Vegas (EUA)
2013 Phil Heath Las Vegas (EUA)

17/02/2014

Treine com um treinador Approved By Waldemar Guimarães!!!

07/02/2014

Superslow

Superslow é uma técnica muito produtiva desenvolvida por Ken Hutchins. Resumindo, um individuo executa reps. em uma velocidade muito baixa. Pesos são erguidos em 10 segundos e abaixados em 5 a 10 segundos.
Superslow oferece três vantagens: executar a repetição lenta assegura a perfeita técnica e elimina qualquer batota; reduz significativamente as forças aplicadas às junções e aos tendões, tornando assim o exercício extremamente seguro; e finalmente, elimina virtualmente o momentum do exercício. Assim, a tensão é mais contínua através do movimento, fazendo o músculo contrair com uma intensidade mais elevada.
As reps Superslow devem ser lentas, constantes. No começo de cada rep, o peso deve mal mover-se. Através de todo movimento, o movimento deve ser suave e constante. Contar é importante. Se uma repetição exceder 10 segundos na parte de levantamento, não apresse o movimento. Um esforço deve ser feito para fazer o peso mover-se continuamente, pois “paradinhas” quebram a tensão. No ponto da falha, deve ser feito esforço para continuar "segurando" o peso por ao menos 10 segundos. Mesmo o peso não se movendo, aumentar-se-á a fatiga do músculo.

Superslow tem desvantagens. Inicialmente você deverá usar até 40% menos peso do que usual, o que poderá desanimar alguns. Entretanto, é importante recordar que o peso será "pesado" com superslow. Além disso, o superslow pode ser muito incômodo. Isto pode fazer o treinamento à falha muito difícil. Naturalmente, a "dor extra" não pode ser considerada uma falha se o individuo estiver interessado em uma intensidade mais elevada.

Na maioria das máquinas, a série deve ser feita em 10/5. O último número varia dependendo da fricção da máquina. As máquinas projetadas para superslow, assim como pesos-livres, devem ser feitas em 10/10. Após treinar à falha em tal modalidade, nenhuma parcial deve ser possível. As máquinas de fricção elevada podem requerer curso negativo mais curto.

Peritos em Superslow recomendam uma série de 4-8 reps. Isto é muito mais longo do que as séries de 6-10 reps proferidas pelo HD. Observando do ponto de vista de duração da série, uma série de 6-10 HD equivale a 2-3 10/10 ou 2-4 10/5 Supersolw.

07/02/2014

Outras notas de treinamento

Aquecimentos devem ser feitos antes do treino. Não somente ajuda a reduzir a possibilidade de lesões, mas também ajuda a circulação do sangue nos músculos, “aquecendo-os” para o treinamento. Fazer um resfriamento adequado também é muito importante. Você pode andar por 4-5 minutos ou até a taxa de batimentos voltar ao normal.
Ao executar as reps, você nunca deve prender a respiração. Isto compromete a habilidade do músculo de suportar significativamente a alta-intensidade do exercício, assim como aumenta a pressão sanguínea no corpo. Isto pode conduzir a dores de cabeça ou náusea. Embora pareçamos estúpidos, deixar a boca aberta é a melhor política. Utilizar mais oxigênio pode reduzir a "queimadura" ou o acúmulo do ácido láctico, o que é especialmente importante em exercícios para perna. Embora possa ser difícil controlar, evite de grunhir, fazer caretas, ou de flexionar um outro músculo à exceção daquele que está sendo trabalhado. O exercício de alta-intensidade é tão mental quanto físico. Quando fazemos caretas, por exemplo, a atenção é afastada do exercício em si. E a conexão neuromuscular deve ser 100%. Toda a atenção deve ser dirigida para o movimento, especialmente quando se aproxima a falha.
Geralmente, tome tanto descanso entre os exercícios quanto necessitar. Um sessão de treino Heavy Duty não precisa ser uma corrida, e pode-se esperar um ou 2 minutos até recuperar a força outra vez. Sim, treinar rapidamente pode provocar uma resposta cardiovascular substancial; entretanto, o Heavy Duty trata de construir massa, não fortalecer o coração. Aeróbicos são indesejados porque fazem um furo na capacidade de recuperação sem produzir crescimento. A única hipótese em que deve-se fazer dois exercícios sem descanso entre os mesmos é na pré-exaustão.

Os registros de treinamento são críticos para um programa de sucesso. Um registro deve incluir a "data, os exercícios, a ordem dos exercícios, a posição do assento (se aplicável), a resistência, as repetições, as séries, o tempo de treinamento total, e todos os outros específicos tais como o peso, a hora, temperatura exterior, e dores que podem afetar o desempenho." (do HIT FAQ 2.0)

Os aumentos na força são medidos pela dupla progressão - progressão nas reps ou no peso erguido. E os aumentos na massa do músculo são medidos pelos aumentos na força. Esta é a fundação de todo o treinamento de peso. Os registros de treinamento são particularmente importantes para o HD, porque volume e frequência, assim como o uso das técnicas de alta intensidade, devem ser regulados com cuidado.

07/02/2014

Escolhendo exercícios

Mentzer recomenda não alterar os exercícios propostos em suas rotinas. Entretanto, substituições podem ser feitas. É importante manter a mesma ordem dos exercícios. Os exercícios isoladores devem sempre ser feitos antes dos exercícios compostos que estimulam a mesma área. Os exercícios compostos produzem maior massa, e os isoladores servem pra aplicarmos a pré-exaustão. Os crucifixos com halteres, voador e cruzamento de cabos podem substituir-se. O supino e o supino inclinado podem substituir-se. As remadas podem substituir as barras. Mentzer acredita que as máquinas feitas pela Nautilus, pela Medx, e pela Hammer Strenght são superiores aos pesos livres. Quando elas estão disponíveis para um determinado exercício, usa-as, caso contrário, recomenda pesos livres tendo em vista que outros tipos de máquinas são geralmente de qualidade inferior.

Encontrando seu intervalo de repetições e sua 1RM

Um intervalo de rep é realmente um guia para otimizar resultados. Para maioria dos exercícios, Mentzer recomenda 6-10 reps até a falha, exceto para o supino inclinado (1-3), paralelas (3-5), e elevações plantares (12-20.) É claro, o individuo deve sempre treinar à falha dentro de # reps. O importante é não tanto o numero de repetições, mas a total duração do tempo por série. Uma vez excedido este tempo, o peso deverá ser aumentado em 5-10% ou de outro modo apropriado.

“Basicamente a fisiologia diz que o a hipertrofia do músculo é mais eficaz quando este se encontra realizando um exercício entre 30-90 segundos de duração, com aproximadamente 60 segundos sendo o tempo médio requerido. Todo o exercício que for além de 70 segundos será mais aeróbico que anaeróbico, e, a resistência do individuo aumentará em vez de seu tamanho/força. Do mesmo modo, uma série executada por somente 10 segundos tem pouco benefício. A única razão para você executar uma única repetição é se você for um powerlifter, e você estará treinamento apenas para uma certa habilidade." - HIT FAQ 2.0

Isto varia de pessoa a pessoa, músculo a músculo, dependendo do tipo de fibra que compõem certo músculo e a eficiência neurológica do mesmo. Se um individuo tem uma alta proporção de fibras Tipo I nas pernas, ele deve realizar mais repetições para “pegar” as pernas. Por outro lado, se um individuo tem maior predominância de fibras Tipo IIb nas pernas, ele poderá fazer menos de 6 repetições. Aqui está um jeito de estimar isso:

Determine sua 1RM em um exercício e descanse 5 minutos. Pegue 80% do peso usado até a falha em boa forma. Guarde o # de reps. Multiplique o # por 0.15 e arredonde. Para achar o mínimo de repetições, subtraia o # de reps dos 80% com o resultado arredondado. Para achar o limite máximo, some o # de reps dos 80% com o numero arredondado. A mesa extensora corresponde bem para exercícios de perna. A rosca direta corresponde bem para exercícios para a parte superior do corpo.
Descobrir sua 1RM pode ser um processo perigoso. A menos que você seja um powerlifting ou está calculando seu intervalo de reps, tal atitude deve ser evitada. Entretanto, o 1RM pode ser calculado com resultados razoavelmente exatos. A seguinte equação foi derivada da “fórmula Brzycki", criada pelo treinador de força Matt Brzycki.
1RM= Peso Levantado / (1.0278 - .0278X), onde X= o número de reps executadas até a falha.
Esta fórmula é altamente precisa até 10 reps, depois disso a relação entre reps e as curvas de 1RM se afastam significativamente. A medida que se ultrapassam 10 reps., o resultado será cada vez menos preciso.

07/02/2014

Técnicas Especiais de Intensidade

a) Pré-exaustão – é talvez a técnica para aumento de intensidade mais comumente usada. Pré-exaustão é o ato de realizar um exercício isolador antes, sem descanso, de um exercício composto que visa a mesma parte do corpo. A maioria dos exercícios compostos envolvem vários músculos além daquele músculo-alvo. Esta não somente é a razão para produzirem mais massa, mas também por que eles podem não levar o músculo-alvo à falha. Por exemplo, por o supino envolver os braços, o tríceps poderá falhar antes do peitoral, que é o músculo-alvo nesse exercício. Pré-exaustão iria pré-exaurir a parte do corpo, permitindo esta falhar antes dos outros músculos envolvidos no exercício. No exemplo, o crucifixo poderia ser usado para exaurir o peito antes de ser realizado o supino. Mentzer usa esta técnica freqüentemente em suas rotinas. Entretanto, como todas as técnicas de intensidade, esta não deve ser usada toda hora. Evite definitivamente a pré-exaustão quando os ganhos começarem a retardar.

b) Negativas – as negativas são provavelmente a técnica mais intensa e produtiva que existe. Junto com as repetições forçadas, são também a maneira mais rápida de alcançar overtraining, devendo ser usadas raramente. Para entender isso, vemos que há outros dois tipos de falha além da falha positiva. Quando um individuo não consegue mais segurar um peso, a falha estática foi alcançada. Quando esse individuo não consegue baixar o peso controladamente, foi alcançada a falha negativa ou excêntrica. Obviamente, primeiro alcança-se a falha positiva, depois a estática e, por último, a negativa. Na verdade, a força negativa é 40% mais forte que a positiva. As negativas consistem em abaixar um peso por certo número de repetições até a falha, o que causa mais fatiga do que a falha positiva. O aumento na força negativa aumentará automaticamente a força positiva. Há 3 maneiras de fazer negativas:

I) Escolha um peso 30-40% mais pesado daquele normalmente usado. Então, tenha um parceiro para ajudar-lhe a subir o peso. Então, leve 8-10 segundos para descer o referido peso. Continue até o peso não poder ser descido controladamente. Isso deve durar em torno de 6-10 reps.

II) Treine até a falha positiva, então peça para seu parceiro lhe ajudar a erguer o peso por mais 2-3 reps forçadas.

III) Com uma máquina, um indivíduo pode treinar cada lado, ou membro, por vez. Essa espécie de negativa dispensa um parceiro. Use 30% menos peso que o usual. Erga o peso com ambas as partes do corpo (as duas pernas no Leg Press, por exemplo) em 2 segundos, aí desça o peso com uma parte apenas, em 8-10 segundos (no exemplo, desça o peso usando apenas uma perna). Para cada parte, 6-10 reps devem ser feitas.

c) Manuais – Esta técnica é particularmente defendida por Dan Riley, treinador de força do Washington Redskins. Depois de treinar até a falha positiva em um exercício, tenha um parceiro para lhe aplicar uma resistência manual no mesmo músculo. A parte de "levantar" deve ser bem lenta; do mesmo modo, abaixar deve durar muito tempo, sendo aplicada tanta resistência quanto possível. Isto deve ser feito por 2-3 reps, dando aquela sensação de queimadura.

d) Contrações Estáticas – Esta é a técnica favorita do Mentzer. Visto que as negativas se concentram na falha negativa, as contrações estáticas se concentram na falha estática, ou o ponto onde não se pode segurar mais o peso. Para executar uma estática, mande um parceiro levantar o peso na posição "inteiramente contraída". Esta posição é o ponto do exercício onde 100% do músculo é recrutado. Por exemplo, no supino, é um par de polegadas abaixo do alto do movimento. Para a parte superior, use um peso (aproximadamente 30% mais pesado) que possa ser mantido até 8-12 segundos. Para a parte inferior do corpo, 15-30 segundos devem ser usados. Uma vez que o peso não possa ser mais mantido no lugar, execute uma negativa abaixando-o tão controlada e lentamente possível. As contrações estáticas também podem ser feitas com um membro ou parte de cada vez, em uma máquina.

Mentzer usava contrações estáticas com seus clientes e notou resultados muito positivos. Entretanto, ele advoga que elas podem causar overtraining muito depressa. Ele recomenda iniciantes a treinar por 2 meses apenas com falha positiva antes de aplicarem as contrações estáticas. Estáticas devem ser usadas infreqüentemente. Acredita também que as estáticas são melhores realizadas nos exercícios de isolação e barras. Uma contração estática pode ser feita por si, ou após uma série feita à falha positiva. Foram constatados resultados particularmente bons com o última hipótese.

e) Pré-alongamento e alongamento - ao contrário das outras técnicas, esta pode ser usada em cada treino. É uma técnica altamente eficaz que chamou a atenção do Mentzer, do criador, Steve Holman de POF, e de Ellington Darden, da Nautilus. Abaixe o peso lentamente. Em um par de polegadas antes da extensão total, acelere a velocidade até pouco antes da extensão total. Então, rapidamente, mude o sentido e levante o peso outra vez. O pré-alongamento provoca o reflexo miostatico, que emite uma mensagem a seu sistema muscular para trabalhar com intensidade mais elevada. Pré-alongamento somente necessita ser feito em uma ou nas duas últimas repetições de uma série.

Exercício indicados para se usar esta técnica seriam os crucifixos, aqueles com barras, e pullovers. Pré-alongamento é uma técnica simples, mas deve ser feita com muito cuidado. O individuo não deve executar tal técnica em um exercício até que esse exercício possa regularmente ser executado com movimentos contínuos e postura correta. Na posição do estiramento, o corpo é mais vulnerável ao ferimento. Dar impulso, ou seja, roubar, nesta posição, pode “rasgar” ou “puxar”. Assim, pode ser sábio alterar o sentido imediatamente antes da extensão total e executar um alongamento total antes da série. Assim que o sentido do peso for alterado, a repetição deve ser executada lentamente outra vez.

Pré-alongamento ajuda a esticar o “fascia”. O fascia situa-se em torno das fibras do músculo agindo como limitador do crescimento dessas fibras. Esticar o fascia ajudará a reduzir esta constrição. Propôs-se que o fenômeno da “memória do músculo" pode ser causado pelo fascia que foi esticado previamente, não deixando o músculo crescer satisfatoriamente. Para esticar o fascia, um bom alongamento deve ser executado após o exercício.

07/02/2014

Aspectos do treinamento

Volume e Freqüência

Volume é definido com o número total de séries por treino. Freqüência é definida como a distância entre os treinos em um determinado período de tempo, normalmente uma semana. Estas são as principais variáveis que um individuo deve usar para prevenir overtraining e maximizar o crescimento. Tradicionalmente, os peritos em HIT recomendavam treinos de corpo-inteiro com 12-20 séries, 2 ou 3 vezes por semana. Mentzer atribui a isso overtraining bruto e recomendou uma rotina dividida em três no seu primeiro livro. Uma rotina dividida, ao contrário de uma corpo-inteiro, prescreve treinos diferentes que enfatizam partes do corpo específicas. Esta relação entre os treinos chama-se ciclo. A rotina dividida, ou split, de Mentzer, era realizada em 3 dias diferentes: peito/costas, pernas, e braços, 7-9 séries por treino, feito em um período de uma semana com 1-2 dias de descanso entre cada treino.
Embora o programa tenha funcionado inicialmente bem, Mentzer estava insatisfeito com os resultados e reduzia gradualmente o volume e a freqüência. Hoje, uma rotina típica de Mentzer é uma split em 4 – peito/costas, pernas, braços, e pernas – com 3 a 5 dias entre treinos, com o ciclo mais freqüente terminando em 16 dias. Seu motivo principal para adicionar treinos de pernas entre rotinas que trabalhavam a parte superior do corpo é baseado no efeito indireto que os primeiros tem sobre os segundos.

Quase todos os exercícios superiores do corpo requerem os músculos do tríceps e do ombro, e o Levantamento Terra requer o corpo inteiro. Assim, na rotina Heavy Duty original, os braços seriam estimulados cada 2-3 dias; as pernas a cada 7 dias. Adicionar um treino extra de perna e tomar ao menos 3 dias de descanso entre treinos retificaram este problema, que garante que cada parte do corpo teria um trabalhado direto ou indireto não mais do que a cada 8 dias.

O ponto crucial a respeito de volume e frequência é que eles devem ser constantemente regulados durante a história de seu treinamento. Como ficamos mais fortes, o stress ou as demandas usadas pelo exercício aumentam. Entretanto, a capacidade de recuperação permanece relativamente constante. Assim, todas as rotinas, mesmo que produtivas agora, conduzirão eventualmente ao overtraining. Mesmo uma rotina Heavy Duty. Se o progresso estagnar sendo que o treino era produtivo previamente, não será ser por undertraining (exercício não suficiente para estimular desenvolvimento). Isto é crucial. Assim, se o progresso estagnar, não se deve usar as variáveis de intensidade, como repetições estáticas, ou executar mais exercícios para, de algum modo, "forçar " o progresso. Mais exercício causará mais overtraining. Assim, quando progresso parar, regule o volume e a frequência de modo a fazer menos exercício e descansar mais.

Mentzer acredita que o ponto onde o progresso pára pode inteiramente ser evitado (a menos que o indivíduo alcançou seu potencial genético) se forem reduzidos a frequência e o volume conformemente. Uma rotina HD2 tem inicialmente 3 dias de descanso entre treinos. Nesse exemplo, com 3 dias, o treino feito em uma segunda-feira realizar-se-ia na sexta-feira. Mentzer recomenda adicionar um dia de descanso entre os treinos a cada ciclo. Eventualmente, aumente para 4 dias de descanso entre cada treino (provavelmente após certos meses.) Então, outra vez adicione um dia de descanso extra, até que hajam 5 dias de descanso entre os treinos. Também, cada 3º treino deixe de fazer 1 ou 2 exercícios de isolação, particularmente no treino de braços. Ou evite o uso da pré-exaustão em determinadas partes do corpo. Ou seja, conforme o progresso retarda, reduza o volume e a frequência para evitar o overtraining.

Endereço

Itajaí, SC
88306725

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