A hora da poesia

A hora da poesia Cultivado a tradição

15/11/2025
Recuperação de casco e  tratamento mensal feito em dois cavalos
05/12/2023

Recuperação de casco e tratamento mensal feito em dois cavalos

Serviço  do dia 09/11
10/11/2023

Serviço do dia 09/11

02/12/2022

O cavalo é animal nobre
fiel amigo e imponente
tem elegância que sobre,
dado não se olha o dente.

O cavalo parece dançar
o seu trote é beleza pura
é sincronizado a galopar
é animal de bela figura.

Altivo com as suas crinas
luzidias e bem entrançadas
pelo liso e com curvas finas
patas elegantes e torneadas.

O cavalo, todo ele elegante
seja a passo ou a galopar
sabe o quão é importante
na arte de bem montar.

01/12/2022

"Ergue-te Alma CampeiraNum missal de sentimentoDai-nos paz, direito à terraDonde brota o firmamentoE abençõe este gaúcho...
23/08/2020

"Ergue-te Alma Campeira
Num missal de sentimento
Dai-nos paz, direito à terra
Donde brota o firmamento
E abençõe este gaúcho
Engarupado no vento"
Eu amanheci tampado com
A bandeira do Rio Grande
Quebrei a pata do cavalo
De tanto pelear
Ergam-se os cavalos
Que se foram ao léu
Enrolado na bandeira do
Oh! De casa na porteira
Pra São Pedro lá no céu
Ergam-se os cavalos
Que se foram ao léu
Enrolado na bandeira do
Oh! De casa na porteira
Pra São Pedro lá no céu
Ouvi orações, lamentos
Gritos de viero e bamo
Vela acesa e o céu se abrindo
De tanto pelear
Ergam-se os cavalos
Que se foram ao léu
Enrolado na bandeira do
Oh! De casa na porteira
Pra São Pedro lá no céu
Ergam-se os cavalos
Que se foram ao léu
Enrolado na bandeira do
Oh! De casa na porteira
Pra São Pedro lá no céu
E ainda vejo cá de cima
A fronteira tão amada
E o meu povo que não cansa
De tento pelear
Ergam-se os cavalos
Que se foram ao léu
Enrolado na bandeira do
Oh! de casa na porteira
Pra São Pedro lá no céu
Ergam-se os cavalos
Que se foram ao léu
Enrolado na bandeira do
Oh! De casa na porteira
Pra São Pedro lá do céu
Enrolado na bandeira do
Oh! De casa na porteira
Pra São Paulo lá do céu
Pra São Pedro lá no céu

nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e comlicença, Patrão CelestialVou chegando, despacito, enquanto cevo o amargo ...
20/06/2020

nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e com
licença, Patrão Celestial
Vou chegando, despacito, enquanto cevo o amargo de
minhas confidências
Porque ao romper da madrugada e o descambar do sol,
preciso camperear por outras invernadas e repontar do
céu
A força e a coragem para o entrevero do dia que passa
Eu bem sei que qualquer guasca, bem pilchado, de faca
e rebenque e esporas
Se não se afirma nos arreios da vida, não se estriba
na proteção do céu.
Ouve, Patrão Celeste, a oração que te faço.
Ao romper da madrugada e o descambar do sol, tomara
que todo o mundo seja como irmão
Ajuda-me a perdoar as afrontas e não fazer aos outros
o que não quero pra mim.
Perdoa, meu Senhor, porque rengueando pelas canhadas
da fraqueza humana
De quando em vez, quase sem querer, eu me solto
porteira afora...
Êtá potrilho chucro, renegado e caborteiro...
Mas eu te garanto, meu Senhor, quero ser bom e direito
Ajuda-me Virgem Maria, primeira prenda do céu
Socorre-me São Pedro, capataz da estância gaúcha
Mas pra fim de conversa vou te dizer meu Deus, mas
somente pra ti:
Que a tua vontade leve a minha de cabresto pra todo o
sempre até a querência do céu.
Amém.

09/06/2020

me ensinou os primeiros passos
Hoje caminha tão vacilante
Que até parece que eu é que ensino a caminhar
Quem me deu colo, quem me deu banho
Me amamentou e me deu carinho
Hoje só quer que eu tenha um pouquinho
Para lhe dar

Esta pessoa iluminada é minha mãe
Esta mulher maravilhosa é minha mãe
Em cada ruga do seu rostinho tem uma história de amor
em cada gesto ou movimento
Tem uma história de sofrimento que em alegria Deus Transformou

Estas mãos trêmulas e tão cansadas
São milagrosas, são mãos de fada
Pois já fizeram do quase nada, surgir o pão
Esta voz frágil que só quer rezar
Já cantou tantas canções de ninar
Com a melodia que lhe saia do coração

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e com licença, Patrão CelestialVou chegando, despacito, enquanto cevo o ama...
07/06/2020

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e com licença, Patrão Celestial
Vou chegando, despacito, enquanto cevo o amargo de minhas confidências
Porque ao romper da madrugada e o descambar do sol,
preciso camperear por outras invernadas e repontar do céu
A força e a coragem para o entrevero do dia que passa
Eu bem sei que qualquer guasca, bem pilchado, de faca e rebenque e esporas
Se não se afirma nos arreios da vida, não se estriba na proteção do céu.
Ouve, Patrão Celeste, a oração que te faço.
Ao romper da madrugada e o descambar do sol, tomara que todo o mundo seja como irmão
Ajuda-me a perdoar as afrontas e não fazer aos outros o que não quero pra mim.
Perdoa, meu Senhor, porque rengueando pelas canhadas da fraqueza humana
De quando em vez, quase sem querer, eu me solto porteira afora...
Êta potrilho chucro, renegado e caborteiro...
Mas eu te garanto, meu Senhor, quero ser bom e direito
Ajuda-me Virgem Maria, primeira prenda do céu
Socorre-me São Pedro, capataz da estância gaúcha
Mas pra fim de conversa vou te dizer meu Deus, mas somente pra ti:
Que a tua vontade leve a minha de cabresto pra todo o sempre até a querência do céu.
Amém.

31/05/2020

Que diacho! Eu gostava do meu cusco.
Entendo. Envelheci entendendo.
Bicho não tem alma, eu sei bem,
Mas será que vivente tem?

Que diacho! Eu gostava do meu cusco.
Era uma guaipeca amarelo,
Baixinho, de perna torta,
Que me seguiu num domingo,
De volta de umas carreira.

Eu andava abichornado,
Bebendo mais que o costume,
Essas coisa de rabicho, de ciúme,
Vocês me entendem? Ele entendeu.

Passei o dia bebendo
E ele ali no costado
Me olhando de atravessado,
Esperando por comida.

Nesse tempo era magrinho
Que aparecia as costela.
Depois pegou mais estado
Mas nunca foi de engordá.

Quando veio meu guisado,
Dei quase tudo prá ele.
Um pouco, por pena dele,
E outro, que nesse dia,
Só bebida eu engolia
Por causa dos pensamento.

Foi hoje, agora há poucoEu fiz um mate assim, tão bem feitinhoCevado com tal jeito e tal carinhoQue me lembrei assim, de...
19/05/2020

Foi hoje, agora há pouco
Eu fiz um mate assim, tão bem feitinho
Cevado com tal jeito e tal carinho
Que me lembrei assim, de relancina
Do primeiro mate que tomei
Foi minha mãe que fez
E era tão doce, doce como ela era e ainda é
Eu era piá
Um naquinho de gente
E, pra ganhar um mate, eu esperava
Até que ele não fosse mais tão forte e nem tão quente
No beiral da porta da cozinha
Que era de chão batido
Varridinha com vassoura de guanxuma
Eu me sentava e pedia manhoso
— Mãe, me dá um mate?
E esperava, até que ela achasse
Que já dava pra dar um mate para o seu guri
Quantas lições de vida eu aprendi
No mate doce que minha mãe fez!
Aprendi obediência
Aprendi a ter paciência para esperar a minha vez

19/05/2020

Endereço

Horizontina, RS
98920-000

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Sexta-feira 13:00 - 20:00
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