Reflexões do Budô

Reflexões do Budô Arte marcial japonesa tradicional onde o treinamento busca sobrevivência em situações de perigo reais. Ninpo Ikkan!

O objetivo desta página é divulgar nosso dojo na cidade de Guaratinguetá e principalmente proporcionar aos amigos marciais algumas reflexões independentemente de convicções espirituais e religiosas, pois a verdade é uma só, no Budô e na vida correta que os ensinamentos que a arte marcial nos proprociona.

12/11/2025

Yagyū Shingan-ryū, la espada que no mata y la raíz ética del Aikido

Antes de conocer a Sokaku Takeda o de escuchar la voz de Onisaburo Deguchi, Morihei Ueshiba ya tenía contacto con una escuela que, sin decirlo, anticipaba lo que luego llamaría Aikido. Esa escuela era la Yagyū Shingan-ryū, y no era simplemente un estilo de combate. Era un pensamiento.

La Yagyū Shingan-ryū no es una escuela menor. Surgida en el período Edo, combinaba jūjutsu, kenjutsu y estrategia de campo real, siendo reconocida por su énfasis en el autocontrol y el principio de “no herir si no es necesario”. Su rama Gotō-ha fue la que Ueshiba estudió en 1908, recibiendo incluso un certificado técnico.

Lo que la separaba de otras tradiciones era su visión táctica: la verdadera victoria era resolver sin derramar sangre. En este marco nace el concepto de katsujinken —la espada que da vida— que más tarde Ueshiba asumirá como núcleo del Aikido. Resulta significativo que muchas formas del Aikido recuerden la biomecánica del kenjutsu, pero más aún que reflejen la decisión consciente de preservar la vida incluso cuando se tiene el poder de tomarla.

Cuando años después Ueshiba afirme que el Aikido no es un arte de lucha sino de reconciliación, sus palabras resuenan con una memoria anterior: la de una espada que contiene su filo. Y en esa contención, en ese poder autocontrolado, nace la ética marcial del Aikido.

Gabriel Benitez©

28/10/2025
13/10/2025

Na tradição japonesa, a morte não é o ponto final — é apenas o reflexo de como se viveu.
O guerreiro não busca um fim glorioso, mas uma vida conduzida com honra, disciplina e serenidade. Pois morrer bem é apenas consequência de ter vivido com retidão.

O samurai não teme a morte porque aprendeu, desde cedo, a aceitá-la como companheira silenciosa. Ele caminha ao lado dela, não como inimiga, mas como lembrança de que cada instante precisa ser vivido com presença e propósito.
Enquanto o homem comum se preocupa com o último suspiro, o samurai se preocupa com o sopro de cada amanhecer.

A verdadeira grandeza não está no modo como partimos, mas na forma como cultivamos cada gesto, cada palavra, cada escolha.
A vida de um homem é revelada nos detalhes invisíveis — no modo como ele cumprimenta, treina, silencia e enfrenta o inevitável.
Assim, quando alguém perguntar “como ele morreu?”, a resposta mais nobre será sempre: “vou te contar como ele viveu”.

Pois aquele que viveu com coragem, serenidade e fidelidade a seus princípios, já venceu a morte antes mesmo de encontrá-la.
Seu legado não está em sua partida, mas no rastro de dignidade que deixou ao passar pelo mundo.

— O Samurai Estoico


06/07/2025
30/06/2025

“A LUTA MAIS EFICIENTE PARA BRIGA E AUTO-DEFESA NÃO É O JIU JITSU!” Michael Jai White respeitosamente reflete sobre uma das discussões mais longas das artes marciais:

“O Pessoal do Jiu Jitsu vai falar sem nem pensar que é o Jiu-Jitsu, mas veja bem, nem sempre há tempo para se aplicar grande parte das posições de Jiu-Jitsu, não é eficiente se for contra duas pessoas, não é recomendável ficar no chão em uma briga generalizada e hoje em dia muitas pessoas sabem defender os golpes mais comuns, é claro que é uma excelente arte, mas eu não diria que é a mais adaptada”.

“O Wrestling é quase a melhor luta, por conta do contato curto, aproximado, da tendência a se agarrar para se defender de golpes e ter o que fazer a partir dali”.

“O Boxe é a melhor luta nestas situações, porque você tem os elementos para lidar com as situações que iniciam, se eu lhe acerto com um bom golpe de boxe eu posso resolver a questão em fração de segundos, e se eu resolvo um em fração de segundos, eu posso resolver, dois três, eu posso criar um efeito intimidador com um nocaute ou com socos que deixam o adversário com muita dor, eu posso ganhar espaço, ganhar tempo, eu posso resolver tudo em poucos segundos”

“As pessoas acham que eu responderia Karatê, mas eu não vou responder Karatê, não vou responder Karatê porque demora muito para você ser efetivo com o Karatê, é uma longa jornada de aprendizado e desenvolvimento para seu Karatê ser eficiente nestas situações, o aprendizado do boxe é bem mais curto, mais rápido”.

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