“Aos seis dias de mil novecentos e cinqüenta e nove, com a presença de associados conformeo livro de presentes, na séde da Associação Comercial, com início ás 21 horas, foi instalada a Assembléia pelo Dr .Raimundo Rezende” – Nasce daí o Aeté Clube.”
A visão Visionário é aquele que possuí a rara habilidade de enxergar não apenas o presente, mas é capaz de prever tendências e de antecipar mudanças, em vez de ser simplesmente engolido por elas. Assim, nasce aos seis dias de março de1959, o Aeté Clube. Raimundo Rezende se junta a alguns amigos e em uma reunião na Associação Comercial de Governador Valadares, assina a primeira ata para consolidar e fundação do Aeté. É constituída a primeira diretoria. Mãos à obra Agora é preciso comprar o terreno. O escolhido é o de uma antiga chácara produtora de cachaça, com cinco mil hectares, no bairro Vila Isa. Raimundo Rezende é o intermediador das negociações com Maria Delfi na da Cruz, dona do terreno herdado após a morte do marido. Com a compra do espaço começa a construção. Sempre acompanhada de perto por Seleme Hilel, que todos os dias comparece ao local para avaliar o andamento dos trabalhos. O Nome O sonho está cada vez mais perto da realidade. Agora é preciso escolher o nome. Que seja forte e simples o bastante para dizer tudo. Simplifique o que uma dúzia de palavras não consegue descrever. Seja eterno, lembrado. A solução: buscar no Tupi-guarani, língua extinta, originária do povo tupinambá e estudada pelos jesuítas, um nome que exprimisse todo aquele sentimento. Aeté “Tudo de bom”. Não precisa dizer mais nada.