01/10/2020
🕸A rede universal da é arquitetonicamente modelada por uma dominância de esforço tensional, ou biotensegridade, e não por uma dominância de compressão (Scheleip e Muller, 2012).
Dentro dessa rede, há regiões de densificação e um continuum de tecido conjuntivo que envolve todos os músculos e órgão do corpo.
Os seres humanos de fato são oportunistas adaptativos, com um "traje fascial” resiliente, demonstrando uma capacidade impressionante de mudar, adequar-se, reagir e responder a tarefas de demandas fisiológicas ou biomecânicas variáveis, em uma tentativa de estabelecer o equilíbrio interno.
A amostragem constante dos ambientes interno e externo aponta para uma evolução consistente e cada um de nós se torna um ser individual aperfeiçoado pela interação estímulo-resposta. Por isso a importância de variações de estímulos!
Um suporte extrínseco ao músculo é oferecido por intermédio da transmissão de força suplementar fornecida pelo Endomísio, Perimísio e Epimísio, sendo estas três estruturas os componentes fasciais e elásticos dos músculos.
🎯 TORNANDO ASSIM, FÁSCIA + MÚSCULO UMA UNIDADE FUNCIONAL QUE SEMPRE TRABALHAM JUNTOS.
💡 Organizar uma sessão de treinos é organizar forma e função! Dar atenção a tríade: Tecido Nervoso + Tecido Muscular + Fáscia! O treino deve realizar alterações positivas de um estado, físico, motor e cognitivo.
Para se obter uma perfomance como a do Super definitivamente não basta ter força, é uma junção de estímulos para o refinamento de suas valências físicas e habilidades biomotoras. Para torná-lo mais forte, mais ágil, mais veloz, mais móvel, aumentar a capacidade de melhorar um sequenciamento de movimentos e passar a coordenar melhor os seus movimentos.
É melhorar a competência ou capacidade de medir a intensidade do esforço que o aluno irá fazer, é buscar a garantia que ele irá gastar menos energia para realizar uma tarefa.
Meu propósito? Melhorar cada aluno, explorando suas diferentes capacidades, sempre com um olhar global!