22/05/2015
Pra infelicidade de muitos, mas pra felicidade da grande maioria, o Eu IUS Brother está de volta. Aliás, nunca esteve distante, estava apenas encontrando mais uma forma para marcar a história do CCJ. E marcamos, marcamos a história mais uma vez.
As especulações não param, pelo contrário, ascendem, para essa que está sendo a maior contratação da história da UFSC, do mundo futebolístico. Cartolas do mundo inteiro já tentaram. Sheiks e Russos megalomaníacos quase conseguiram. Os número são impressionantes, nunca antes vistos, imagináveis.
Durante os quatro anos de fundação do time, várias esquadras do nosso querido Direito apresentaram em seu elenco grandes juristas, professores reconhecidos internacionalmente, doutorandos, mas, nunca, nunca meus amigos, algum time teve um jogador com tamanha importância e poder no país.
Sim, queridos torcedores! Ele é nosso! Teori Zavascki, o carrasco do Cerveró, o relator do Petrolão no STF, o ex-habitante de Faxinal dos Guedes é nosso! É do Eu IUS Brother, do time mais temido, do mais comentado, do mais aclamado e, principalmente, do MAIS QUERIDO!
Antes de ser anunciado oficialmente, Zavascki comentou com os jornalistas que dois momentos que marcaram a sua vida, o primeiro deles for ser nomeado para ministro do STF, o segundo, e com certeza o mais importante, foi ter a oportunidade de vestir o manto sagrado.
Confira a íntegra da entrevista abaixo.
Mas porque o senhor negou tantos outros times e até mesmo um salário muito maior em outras equipes futebolísticas do STJ, STF?
- Bom, sou ministro do STF, estou no auge da minha carreira, tinha condições de conseguir o melhor e consegui. Trata-se de um sonho antigo que dinheiro nenhum compra.
E o que acha de jogar pelo time mais conhecido do CCJ.
O ministro, com sua tranquilidade e serenidade de sempre respondeu:
- Olha, desde que eu sai de Faxinal dos Guedes para estudar Direito em Porto Alegre, eu nunca achei que chegaria tão longe. Agora, felizmente, tenho a oportunidade de treinar com os melhores da UFSC, tanto no que se refere ao futebol como também em relação ao saber jurídico. É um privilégio e uma honra estar nessa equipe.
Conseguirá conciliar a rotina do STF com a de treinos no Eu IUS Brother?
-Será complicado e nada fácil, mas o time e a torcida merecem todo esse meu esforço. Citando um antigo treinador desse mesmo time, de quem sou fã: "aqui é trabalho meu filho!"
Houve inveja por parte dos outros Ministros do STF?
-Nada mais natural. Pessoas como nós, que chegaram onde chegamos, querem sempre mais. Alguns me perguntaram se havia lugar no time. Conversei com o presidente pra ver se era possível, mas é complicado, o plantel é muito forte e competitivo. Tenho certeza, porém, que treinando forte e se dedicando bastante como vêm fazendo, conseguiram lugar no time.
E a torcida, ansioso para ouvi-la gritar seu nome?
-Ansioso. Mas consciente, mesmo sabendo da paixão descomedida e fanática da torcida, de que os gritos só virão com as vitórias dentro de campo.
Por fim, quando perguntado sobre o que achava da rivalidade com o time "Wolkmer Todas" o ministro explicou:
-Eu não sei de que time se trata, pelo nome deve ser algum time do ensino médio, certo? Penso que o número das camisas dos jogadores devem ser todas 69, 69, 69 (risos). Desculpem, não conheço.