02/06/2026
Estreei na em 2011 (primeira foto). Minha terceira vez nos 42,2 km da vida e o primeiro índice para Boston, primeiro sub 3h10... Nesses 15 anos, muitas histórias de vida e de transformações, como a prova gaúcha.
Nesse período, foram 10 vezes correndo a maratona e quatro vezes a meia (dois anos do Desafio Gaúcho) e outras acompanhando o evento como jornalista para a e, outras, como treinador.
Muito interessante ver como o evento evoluiu. Não somente a prova. A relação com Porto Alegre. Hoje, a cidade sabe da importância e do pertencimento da prova à Porto Alegre.
De um evento "pequeno" em 2011, sa entrega dos kits em lojas (apertadas), de quase ninguém nas ruas, do já famoso percurso plano, das variações do clima para uma maturidade que vai atingindo agora, em 2026. De histórias felizes e tristes. Da parada pelo Covid. Da destruição da chuva à reconstrução. De erros, acertos, melhorias...
Das conversas com o , da ida para estudar e aprender com a , da história do Paulo Silva... Daria para ficar escrevendo bastante. Mas o que importa, neste momento, é ver que a está, como a corrida, caminhando para frente, com o olhar no horizonte. Sempre há coisas a melhorar (ajustar mais as largadas e as baías, principalmente nos 42,2 km; ter produtos oficiais do evento (regatas, camisas, boné e uma jaqueta pelo menos), um site mais moderno e interativo, um aplicativo melhor... Que a prefeitura melhore o asfalto. Detalhes que vão somando à evolução.
Agora, em termos de percurso, desses 15 anos que vivo Porto Alegre, foram os melhores, planos e rápidos, com bastante gente apoiando e hidratação excelente, além de uma boa expo, a estrutura do shopping, horários mais cedo...
Isso não é motivo para acomodação, muito pelo contrário. Que siga essa evolução e que, futuramente, também, tenha uma data fixa (exemplo, o primeiro final de semana de junho). A de 2026 já deixa saudades e que venha 2027. 💛💙