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04/05/2016

A academia M FIT informa aos nossos clientes e amigos, que encerramos nossos serviços temporariamente, foram 11 anos de profissionalismo e dedicação, mas não finda aqui essa caminhada, pois trabalharemos para que possamos retornar, muito obrigada aos alunos fidelidade que sempre estiveram conosco, vcs são a verdadeira parceria!!! Desculpem qualquer coisa, mas sempre tentamos proporcionar o melhor para nossos clientes, que deus possa abençoar à todos nós em nossa caminhada!!! Um grande abraço à todos!!!

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03/05/2016

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Quem se identif**a?
02/05/2016

Quem se identif**a?

Um novo músculo é encontrado no quadrícepsA ciência vive nos pregando peças e mostrando que não existem verdades absolut...
30/04/2016

Um novo músculo é encontrado no quadríceps

A ciência vive nos pregando peças e mostrando que não existem verdades absolutas, pois tudo depende da forma como vemos as coisas. Muito mais do que apenas fomentar o que já sabemos, a ciência vem mostrando novos caminhos e possibilidades. Na última década, tivemos uma produção científ**a na área de educação física que supera todo o período anterior em termos de volume de estudos. Neste sentido, muitas verdades intocáveis passaram a ser questionadas. E para dar mais ênfase a este movimento, recentemente uma pesquisa nos mostrou que o quadríceps tem mais um músculo.

Sabemos que o quadríceps é formado pelos músculos vasto lateral, medial e intermédio e o reto femoral. Porém, a ciência nos mostrou que um pequeno músculo também compõe este grupo muscular. A descoberta de um novo músculo causou grande repercussão no meio acadêmico e muitas discussões sobre a sua implicação em termos de treinamento.

Veja agora o que esta pesquisa nos mostra!

Em um estudo de Grob (2016) publicado na revista clinical anatomy, podemos observar que há a incidência de um novo músculo na região do quadríceps, sendo que este portanto, é formado por 5 e não por 4 músculos.

Mas você deve estar se perguntando, como este músculo não foi descoberto antes? Como é que ele não havia sido visto antes? Aqui, vamos entrar em um ponto mais complexo, que é a classif**ação do que é um músculo. Mas trataremos deste assunto mais à frente.

O novo músculo descoberto foi batizado de tensor do vasto intermédio (TVI) e ele está localizado na porção proximal da coxa, muito próximo a região do quadril entre os músculos vasto intermédio e o vasto lateral.

Desta forma, ele é músculo que provavelmente tenha função em movimentos como extensão do joelho e de flexão do quadril conforme os demais músculos desta região. Porém o artigo citado aqui apresenta uma análise anatômica profunda, sendo que não temos muitos detalhes sobre a função específico deste novo músculo.

Desta maneira, ainda necessitamos de mais estudos aprofundados para que seja possível entender de que forma isso irá afetar no desempenho esportivo.

Porém, para não achar que este é um estudo sem grande aplicação na prática ou que ainda não podemos ter definições claras sobre sua importância, tenho que delimitar algumas situações explícitas no estudo:

O TVI tem um ventre muscular definido (sendo que em alguns cadáveres foi possível observar 2 ventres musculares);
Sua inserção é feita através de uma longa aponeurose (uma espécie de tecido conjuntivo) se que funde a uma camada do tendão do quadríceps;
Ao que o estudo indica, a origem deste músculo parece vir da inserção do glúteo mínimo e de forma conjunta, com o vasto lateral e o vasto intermédio.

É importante ressaltar que este é um estudo inicial, que foi feito com 26 cadáveres (peças dessa região) e encontrou o ventre muscular, apresentando uma inervação separada em 100% dos cadáveres.

Desta forma, podemos dizer com convicção que esta é sim a descoberta de um novo músculo, pois todas as características que são necessárias para classif**armos um músculo, são preenchidas.

Em termos práticos, ainda temos que esperar estudos mais aprofundados, para entender de que forma este músculo interfere no movimento humano e qual a sua real importância em termos de desempenho.

Por enquanto, não podemos afirmar nada de maneira categórica, apenas que a ciência passa por constante evolução e que não podemos ter verdades absolutas. Bons treinos! Bom fim de semana!

Referências:
GROB, K. A newly discovered muscle: The tensor of the vastus intermedius. Clinical Anatomy. 2016. Ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26732825
fonte: Treino Mestre

Vitamina K – Seus benefícios e fontes nos alimentosA vitamina K tem papel fundamental para regular a coagulação e o açúc...
29/04/2016

Vitamina K – Seus benefícios e fontes nos alimentos
A vitamina K tem papel fundamental para regular a coagulação e o açúcar sangue, prevenir a osteoporose e reduzir o fluxo de sangue durante a menstruação. Conheça todos os seus benefícios e alimentos ricos em vitamina K.

Os benefícios para saúde da vitamina K incluem risco reduzido de coagulação do sangue, prevenção de osteoporose, alívio da dor menstrual, proteção de hemorragia interna, prevenção da obstrução biliar e fluxo menstrual reduzido.

A vitamina K oferece um equilíbrio total de 80 nutrientes que são essenciais para o corpo humano. Isto inclui minerais, antioxidantes, neuronutrientes, enzimas, vitaminas, aminoácidos, extratos de ervas, carotenóides, vários elementos vestigiais, bioflavonóides, e outros ingredientes co-fatores complementares.

A vitamina K consiste de um grupo contendo derivados de 2-metil-naftoquinona. As 3 formas notáveis da vitamina K são K1, K2, que é formado por bactérias naturais presentes nos intestinos, e K3. A vitamina K é considerada a ser uma vitamina de gordura solúvel, que é presente nos intestinos do corpo humano.

O papel mais vital que a vitamina K desempenha é em controlar a coagulação do sangue e prevenir perda de sangue durante ferimento. A vitamina K também ajuda em auxiliar a absorção do teor de cálcio a partir do alimento, que ajuda na formação e manutenção dos ossos saudáveis.

Benefícios oferecidos pela vitamina K
Os benefícios para saúde da vitamina K incluem o seguinte:

– Osteoporose

O principal sintoma da osteoporose é a redução da densidade óssea. E tipicamente ocorre após a idade de 50, e é encontrado em muitas mulheres pós-menopausa. E causa muitas complicações, progride silenciosamente quando sem tratamento por anos.

Após anos desta perda gradual óssea, os sintomas e sinais de osteoporose aparecem, como deformidade da coluna vertebral, fraturas, e dor. E é em torno das idades entre 20 e 30 que a diminuição de massa óssea de um indivíduo começa a ocorrer.

Este é o momento quando os ossos começam a atingir sua força e densidade máxima. Após este tempo de pico, a construção óssea começa a diminuir. Para as mulheres, a perda óssea máxima começa a ocorrer após a menopausa, quando os níveis de estrogênio declinam.

A ingestão dos vegetais folhosos, couve, brócolis, espinafre, couve de Bruxelas e alface, todos dos quais são ricos em vitamina K, é essencial para o corpo. Até o leite de vaca é bom e rico em vitamina K.

– Coagulação do sangue

Outra função primária da vitamina K é regular a coagulação do sangue, devido ao papel na fusão de protrombina. Este é um processo automático que acontece no momento da lesão por causa das gotas nos vasos sanguíneos.

A coagulação do sangue consiste de um conjunto de moléculas, que estão continuamente circulando através da corrente sanguínea. A vitamina K ajuda na regulação da coagulação do sangue por transportar cálcio ao redor do corpo.

A proteína Z ajuda em melhorar a ação feita por trombina, de modo a promover uma associação com fosfolipídios que estão presentes nas membranas celulares. A vitamina K2 ajuda em melhorar doenças do sangue chamadas síndromes mielodisplásicas.

– Fluxo menstrual excessivo

Uma mulher vivenciando sangramento excessivo menstrual estaria deficiente de vitamina K. Isto ajudará em reduzir o fluxo de sangue afora do corpo.

– Hemorragia Interna

A vitamina K ajuda em reduzir o risco de sangramento no fígado, má absorção de nutrientes, icterícia ou combinação de uso de longo prazo dos antibióticos ou aspirina.

Alguns dos problemas associados com sistema gastrointestinal, devido a uma redução desta vitamina incluem obstruções, doença de Crohn, e colite, e psilose. Estas são devido a um teor reduzido da vitamina K.

– Dor Menstrual

A vitamina K ajuda no bom funcionamento dos hormônios no momento correto aos períodos regulares, que ajudará em reduzir a dor menstrual.

– Gestantes

As mulheres grávidas que sofrem de vômito e náusea estão muitas vezes deficientes de vitamina K. Esta ingestão da vitamina mostrará bons resultados por oferecer alívio em menos de 72 horas e prevenindo formas leves destes sintomas no futuro.

– Hemorragia em Bebês

Esta vitamina é injetada em recém-nascidos para prevenir hemorragia. A vitamina K é até essencial para crianças asmáticas, e pode ser tratada através da ingestão contínua de gotas orais desta vitamina.

– Intrusão Biliar

O tratamento prolongado com antibióticos orais provoca obstrução biliar, doença celíaca, enterite regional e colite ulcerativa, e é piorada até devido à deficiência da vitamina K. Portanto, a ingestão regular da vitamina K pode prevenir estas complicações de ocorrer.

– Regulação do Açúcar no Sangue

Esta vitamina desempenha um papel importante na regulação do açúcar no sangue. O pâncreas produz insulina e contém o segundo mais alto teor de vitamina K no corpo.

– Outros Benefícios

A vitamina K pode aumentar o fluxo da urina, e aliviar a dor menstrual, cólicas, fluxo menstrual excessivo. E pode também melhorar o funcionamento do fígado, aumentar a longevidade e vitalidade, ajudar na manutenção dos ossos fortes nas pessoas idosas.

Reduzir fraturas, manter os músculos cardíacos, capilares e vasos sanguíneos, e aumentar circulação sanguínea em tecidos e órgãos periféricos. A vitamina K age como uma proteína, que é vista a ser um dos inibidores fortes da calcif**ação arterial.

Fontes da Vitamina K

As bactérias no trato gastrointestinal naturalmente produzem vitamina K. As fontes alimentares da vitamina K incluem vegetais de folhas verdes, couve, alface, brócolis, mostarda, salsa, espinafre, dentre outros alimentos. Outras fontes que são menos ricas em vitamina K incluem carnes, peixe, fígado, ovos e cereais.

– Aipo

O aipo é um vegetal saboroso que é de fácil preparo para um lanche saudável. Um caule médio de aipo oferece 15% da ingestão recomendada da vitamina K, e é também uma grande fonte de ácido fólico, antioxidantes, cálcio, e potássio.

E em apenas 6 calorias por caule, é possível aproveitar em abundância sem ter que se preocupar sobre a cintura. Para 1 caule médio são 11.72 microgramas da vitamina K, e 6 calorias.

– Mirtilos

Os mirtilos são um alimento incrível e saudável para acrescentar na dieta. E são cheios de fibra, potássio, ferro, cobre, zinco e vários antioxidantes. Para obter mais vitamina K na dieta, consumir uma xícara de mirtilos a cada dia e obterá 36% do valor diário recomendado.

Para algumas idéias de receita simples, acrescentar alguns mirtilos ao iogurte, salada ou farinha de aveia para um lanche saudável e saboroso. E para 1 xícara são 28.56 microgramas da vitamina K, e 84 calorias.

– Couve

Uma xícara de couve picada oferece ao corpo essencial vitamina K, quase 700% do total diário recomendado, de fato. É também carregado com outras vitaminas, a incluir A e C, assim como ferro e cálcio. Para uma xícara da couve são 34 calorias e 547.39 microgramas da vitamina K.

– Repolho

O repolho cru ou cozido pode ajudar a tratar colesterol alto, úlceras estomacais, artrite, ganho de peso, e constipação. Uma xícara do repolho picado contém 76 microgramas da vitamina K, ou quase 100% do valor total diário.

Consumir mais repolho para melhorar a ingestão da vitamina K, assim como vitamina C, fibra, vitamina E, cálcio, magnésio, e potássio. Para uma xícara de repolho picado são 22 calorias e 76 microgramas da vitamina K.

– Espinafre

Um dos alimentos mais saudáveis, mais ricos em nutrientes, que é possível de acrescentar para dieta é o espinafre. Se cru ou cozido, espinafre é uma fonte estelar de várias vitaminas, minerais, e antioxidantes, incluindo vitamina C, ferro, cálcio e vitamina K.

Para os que têm dúvidas em como acrescentar mais espinafre na dieta, começar usando como base de folhas para a salada, saltear com azeite e alho, adicionando como cobertura na pizza, ou despedaçando e cozinhando no molho de macarrão favorito. Para 1 xícara do espinafre são 144.87 microgramas da vitamina K, e 7 calorias apenas.

– Brócolis

Quando consumido regularmente, brócolis contribui para saúde do sistema nervoso, olhos, coração, ossos, pressão arterial e pele. Adicionar mais brócolis na dieta para ajudar a suprir necessidades de zinco, cálcio, potássio, vitamina C, e vitamina K todos os dias.

Apenas metade de uma xícara oferece bem mais da quantidade recomendada diária da vitamina K, sendo para meia xícara de brócolis 110.06 microgramas da vitamina K, e 27 calorias apenas.

– Pimenta em Pó

Usar pimenta em pó mais freqüentemente na cozinha para obter mais benefícios da vitamina A, vitamina C, potássio, fósforo, cálcio, zinco, manganês, e selênio.

E se a vitamina K é uma preocupação na dieta, a pimenta é uma grande fonte para isso, também. Apenas uma colher de sopa desta especiaria vermelha contém 11% do valor diário recomendado. Para 1 colher de sopa da pimenta em pó são 2.32 microgramas da vitamina K, e 25 calorias apenas.

– Cenouras

Uma cenoura média oferece mais de 8 microgramas da vitamina K, suficiente para ajudar a alcançar 10% do valor diário recomendado. Esta mesma cenoura acrescenta apenas 25 calorias na dieta, e a abundância de outras vitaminas e minerais faz as cenouras grande fonte para aproveitar em uma base regular.

– Picles

Os picles contêm quantidades diminutas de um número de vitaminas e minerais. Para vitamina K, no entanto, trata-se de uma escolha surpreendentemente saudável. Um picles médio contém 34% do valor diário recomendado.

Os picles são também uma boa fonte de fibra, e contêm um pequeno, mas ainda assim útil fornecimento de antioxidantes como vitamina A, e luteína. O alimento médio apresenta 26.85 microgramas da vitamina K, com 43 calorias.

– Ameixas

Para os que desejam obter mais vitamina K na dieta, as ameixas são uma fonte forte desta vitamina essencial. Uma porção de uma xícara contém 7% da quantidade recomendada da vitamina K por dia, e a pessoa também aproveitará os benefícios da fibra, potássio, cálcio, e vitamina A. Para uma xícara da ameixa são 5.95 microgramas da vitamina K e 24 calorias.

Frutas ricas em vitamina K

Algumas frutas como abacate, banana, açaí, limão, figo, kiwi, romã, amora silvestre e uvas são as principais frutas ricas nessa vitamina.

Deficiência da Vitamina K

Tipicamente, aqueles que sofrem com uma deficiência são incapazes de absorver adequadamente a vitamina K produzida naturalmente no trato intestinal.

As pessoas que têm distúrbios gastrointestinais graves, como doença da vesícula biliar, fibrose cística, doença celíaca ou doença de Crohn são incapazes de adequadamente absorver vitamina K, então elas são mais suscetíveis a estar deficiente. Os suplementos da vitamina K são úteis para estas condições médicas.

Aqueles que tomam antibióticos por um período de tempo prolongado podem também vivenciar uma falta da vitamina K, segundo NLM. Os antibióticos matam as bactérias que criam vitamina K.

Os bebês não nascem com as bactérias que criam vitamina K, e o leite materno não é uma boa fonte da vitamina, segundo University of Maryland Medical Center. Os recém-nascidos em muitos países desenvolvidos recebem doses de vitamina K para prevenir hemorragia interna e externa.

A deficiência pode causar hemorragia excessiva, que pode começar do nariz ou gengivas, segundo University of Maryland Medical Center. Outros sintomas podem incluir contusões fáceis, sangue na urina e fezes. Aqueles vivenciando falta da vitamina K podem ser instruídos pelo profissional da saúde a tomar um suplemento.

Dosagem da Vitamina K

A dose diária recomendada para vitamina K varia dependendo da idade, s**o, peso e vários outros fatores. No entanto, a dose diária recomendada sugerida é tipicamente de 70 a 90 microgramas para adultos, segundo NLM.

O National Health Service of the UK, NHS, afirma que a cada dia, os adultos precisam aproximadamente de 0.001 miligramas da vitamina K para cada quilograma. Então, uma pessoa que pesa 68 kg deve obter 68 microgramas da vitamina K por dia.

Segundo Linus Pauling Institute em Oregon State University, 1 xícara da couve picada e crua tem 472 microgramas da vitamina K, ou cerca de 7 vezes a dose diária recomendada. As pessoas tomando anticoagulantes têm que ser cuidadosas em quanta vitamina K ingerem nos alimentos como folhas verdes, já que pode diminuir a eficácia da medicação.

A vitamina K é uma vitamina solúvel em gordura e é armazenada no corpo por períodos prolongados. Não há dose tóxica clara para vitamina K, e não há efeitos nocivos em tomar vitamina K excessiva através da dieta. NHS apóia isso e afirmou que 1 mg ou menos dos suplementos da vitamina K não farão mais do que provavelmente qualquer mal.

No entanto, aqueles tomando suplementos devem verif**ar com o médico sobre possíveis efeitos colaterais e interações com medicações que eles possam estar tomando. As doses suplementares da classe médica da vitamina K poderiam ser muito prejudiciais, segundo Mayo Clinic.

Apenas tomar a quantidade descrita por um profissional médico. Tomar mais do que prescrito pode levar aos problemas de coagulação do sangue e outros efeitos colaterais.


fonte: Treino Mestre

E hoje a dica é para as meninas: Como treinar durante o ciclo menstrualO fato da mulher prover e tornar possível o desen...
28/04/2016

E hoje a dica é para as meninas: Como treinar durante o ciclo menstrual

O fato da mulher prover e tornar possível o desenvolvimento de uma vida em seu ventre, faz com que seu organismo seja muito mais complexo, principalmente em termos hormonais. Neste sentido, o treinamento físico precisa ser adaptado as diferentes fases do ciclo menstrual, para que não haja prejuízos e os ganhos não sejam prejudicados. Este é um tema complexo, que envolve uma série de variáveis. Afinal, as individualidades das mulheres fazem com que alguns sintomas e características aconteçam com algumas e com outras não.

Neste sentido, nós profissionais da educação física temos alguns parâmetros de trabalho, mas jamais uma fórmula pronta. Desta maneira, é muito importante que o profissional que te acompanha e m***a seu treino, leve isso em conta!

Mas antes de falarmos mais especif**amente sobre isso, precisamos deixar claro o que é o ciclo menstrual e como ele ocorre!

Entendendo o ciclo menstrual
De maneira geral, o ciclo menstrual é dividido em 3 fases:

Fase folicular: inicia-se no primeiro dia da menstruação e tem uma duração média de12 dias;
Fase ovulatória: tem uma duração média de 8 dias, mas apresenta um pico 14º dia a partir do início da menstruação (tendo como base um ciclo de 28 dias);
Fase lútea: tem uma duração média de 10 dias e tem como principal característica a preparação do útero para o início da próxima menstruação.
A menstruação ocorre quando há o descolamento do revestimento do útero, que f**a caracterizado pelo sangramento vaginal. Todo este ciclo marca os anos férteis da vida da mulher e encera-se na menopausa, que é quando a menstruação deixa de acontecer.

Por ser um acontecimento principalmente de ordem hormonal, é muito importante saber quais os hormônios que mais são alterados durante o ciclo menstrual.

GnRH – Hormônio responsável por liberar a gonadotropina, que é produzido pelo hipotálamo;

LH – Hormônio luteinizante, que é produzido pela hipófise;

FSH – Hormônio folículo-estimulante, que é produzido pela hipófise;

Estrogênio e progesterona: ambos produzido pelos ovários;

Progesterona: também produzida pelos ovários.

A atuação destes hormônios tem variações bastante complexas durante todo o ciclo menstrual. Isso afeta diretamente a maneira como a mulher treina e o seu desempenho. Veja agora algumas aplicações práticas de como melhorar seu treino durante todo o ciclo menstrual!

Treinando corretamente durante o ciclo menstrual, os resultados serão potencializados. Mas engana-se quem pensa que isso é algo simples ou que temos uma fórmula pronta. Veja o que alguns estudos nos mostram sobre os treinamentos durante o ciclo menstrual!

Treinamento resistido durante o ciclo menstrual

Em um recente estudo de Sunaga (2014) foram avaliadas de que maneira as frequências semanais distintas tem interação com a fase menstrual. Foram utilizadas neste estudo 14 mulheres em um programa de treinamento resistido de 12 semanas. Neste estudo, dependendo da fase menstrual, elas treinavam 1 dia ou 3 dias por semana, na fase folicular ou na fase lútea, com treinos até a falha.

Foi possível verif**ar um aumento na área transversa do braço de 4,4% na fase folicular e de 4,2% na fase lútea. Já no que diz respeito a força máxima, houve um aumento de 19% na fase folicular e de 14% na fase lútea.

Os autores questionam durante o estudo que as variações nos hormônios femininos que são induzidas pelo ciclo menstrual não tem contribuição signif**ativa em longo prazo, para a hipertrofia muscular.

Já em um estudo de Costa (2013) foram avaliados os parâmetros de força máxima. Deste estudo, participaram 9 mulheres, todas saudáveis e com os parâmetros menstruais normalizados. Além disso, elas não faziam o uso de contraceptivos a pelo menos 3 meses.

Estas foram submetidas a uma avaliação completa, depois passaram a treinar 3 vezes por semana para que fosse possível uma familiarização com os métodos. 2 meses depois, foi realizado o teste de força máxima em diferentes períodos, da seguinte maneira:

Fase Folicular: Entre o 3º e 5º dia;

Fase Ovulatória: Entre o 9º e 10º dia;

Fase Lútea: Entre o 17º e o 21º dia;

Ao final do estudo, foi possível verif**ar que não haviam mudanças signif**ativas em termos de produção de força máxima nas fases folicular e ovulatória. Porém, na fase lútea, foi possível verif**ar um aumento de 25% nos níveis de força máxima, quando comparados as outras fases.

Diversos outros estudos corroboram com estas afirmações, pois na fase lútea, é onde vemos o maior potencial de desenvolvimento de força e hipertrofia. Isso não signif**a que não devamos treinar nos outros períodos menstruais ou que não é possível obter bons resultados nesta fase. Aqui temos que usar a inteligência para que o treino seja o mais eficiente possível!

Como treinar de maneira eficiente durante todo o ciclo menstrual?

Temos aqui uma definição baseada em dados científicos. A fase lútea é onde o desempenho é menos afetado pela questão hormonal. Nas fases lútea e folicular, podemos incrementar treinos mais intensos, com mais ênfase no desenvolvimento das capacidades físicas em questão. Na fase ovulatória, por diversas razões não apenas fisiológicas ou hormonais, o ideal é reduzir a intensidade e usar este período como uma “transição”.

Perceba que este não é um protocolo fechado, que não temos uma definição que se enquadre em qualquer situação. Tudo vai depender de como o ciclo menstrual afeta cada mulher e com isso pode ser integrado ao treinamento resistido.

O que f**a evidente é que em cada fase do ciclo menstrual temos que ter uma atenção específ**a, para que possamos ter maiores ganhos sem que haja prejuízos.

É muito importante também levar em consideração os fatores psicológicos do ciclo menstrual, que podem interferir na qualidade dos treinos. Isso não signif**a que nos dias em que você está “pra baixo” não há necessidade de treinar e que você pode se acabar com o chocolate. O que devemos é buscar estratégias para que isso não altere a qualidade de seus treinamentos! Bons treinos!

Referências:
Sunaga, E. Effects of menstrual phase-dependent resistance training frequency on muscular hypertrophy and strength. 2014.
Costa, P.L. Influência das diferentes fases do ciclo menstrual na força muscular em membros inferiores. EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires, 2013.
fonte: Treino Mestre

Drop Set – Conheça essa técnica de treino e saiba como fazerO Drop-set é uma técnica antiga, mas altamente efetiva para ...
27/04/2016

Drop Set – Conheça essa técnica de treino e saiba como fazer
O Drop-set é uma técnica antiga, mas altamente efetiva para a hipertrofia. Veja neste artigo um guia completo de como utilizá-la em seu treino.

A musculação é uma prática que envolve uma série de variáveis e a correta aplicação destas, é fundamental para obter melhores resultados de forma segura. Manipular corretamente estas variáveis exige conhecimento fisiológico e de treinamento. Entender de que forma cada método atua sobre o corpo é fundamental. Neste sentido, para que você tenha maiores conhecimentos e possa aplicar em seu treino de forma mais inteligente, elaboramos este guia completo sobre o drop-set.

Este que é um método da velha escola do fisiculturismo, pode ser considerado muito eficiente para induzir um pump muscular maior e causar mais microlesões teciduais adaptativas. Apesar de ser um método mais antigo, ele ainda pode ser muito utilizado atualmente e tem excelentes resultados, quando colocado no contexto correto!

Mas antes de falarmos mais disso, você precisa entender o que é drop-set

Drop-set, entenda o que é e como funciona
O drop-set nada mais é do que uma adaptação para que seja possível “ir além” da falha muscular momentânea. Basicamente o drop-set funciona da seguinte forma: imagine um movimento qualquer, como a rosca direta. Você executa até a falha este movimento. No momento em que você não conseguir mais executar uma repetição, reduz de 30 a 40% do peso e repete o mesmo movimento até a falha novamente. Ou como cita Ushida (2006) nesse método, realiza-se primeiro um número determinado de repetições ou busca-se a falha concêntrica. Após isso, sem intervalo ou com pausas muito pequenas (no máximo 30 segundos), reduzimos a carga em aproximadamente 20% e realiza-se o maior número de repetições até atingir a exaustão (falha concêntrica).

De uma maneira simples, é desta forma que funciona o drop-set. Mas coo na musculação temos muita coisa envolvida, é importante entender de que forma o drop-set pode ser aplicado, o que a ciência mostra em termos de efeitos e contraindicações e de que forma ele pode ser integrado ao seu treino.

Como a base para qualquer método que seja efetivo e seguro é justamente sua comprovação através de estudos isentos, vamos verif**ar o que a ciência fala sobre o drop set!

Drop set, o que a ciência diz sobre!

Em um estudo de Schutz (2012) em que participou um único voluntário, foram medidas as respostas eletromiográf**as do supino reto, através do método drop-set. os resultados foram bastante conclusivos e mostram com clareza que tivemos, durante a execução da série drop-set, padrões de ativação específicos durante cada fase do movimento, para os músculos tríceps e peitoral maior. Já o deltóide apresentou uma tendência a estar ativado durante todo movimento, não importando a fase. Em termos de microlesões, ficou claro que o drop-set não apenas causou mais desgaste celular nos músculos, como aumentou a circulação local.

Em outro estudo, feito por Santos (2010), foram avaliadas as respostas anabólicas do método drop-set, quando comparado ao método de 10 repetições máximas. Para este objetivo, foram avaliados 10 homens treinados, verif**ando a resposta de hormônios anabólicos (testosterona e GH) e do cortisol, um hormônio catabólicos. Estas respostas foram avaliadas através de exames de sangue em 4 pontos distintos: no pré-treino, imediatamente após o final da sessão, 15 minutos depois e 30 minutos após.

O grupo que realizou o drop-set teve melhora em termos hormonais nos 3 momentos após o treino, que foram superiores ao que aconteceu com o grupo das 10 repetições máximas. No momento após o treino teve um aumento de 22,9% na secreção dos hormônios anabólicos e de mais de 40% nos momentos seguintes.

É lógico que ambos os estudos citados aqui tem limitações e não podem ser tomados como verdades únicas. Porém, em grande parte dos estudos aceca do drop-set encontraremos respostas similares.

O que f**a evidente é que o drop-set induz sim a respostas anabólicas mais acentuadas. A explicação para isso está na fisiologia!

Drop-set, explicação fisiológica

Basicamente o drop-set atua de uma forma clara e definida em termos metabólicos e fisiológicos. Por ser um método onde buscamos um número maior de repetições, através da redução da resistência externa. Desta forma, temos uma maior incidência de microlesões, maior acúmulo de metabólitos e consequentemente, maior potencial hipertrófico.

Além disso, conforme já citado acima, ainda temos outras questões envolvidas. Por ser um treino altamente intenso e envolver estímulos metabólicos de grande magnitude, o drop set ainda traz benefícios em relação a secreção hormonal.

Veja agora, de que forma você pode integrar o drop-set em seu treino e como otimizar os ganhos com esta técnica!

Como usar o drop-set de maneira inteligente em seu treino!

O drop-sete é efetivo e disso ninguém duvida. Mas se ele sozinho, trouxesse todos os resultados, todos treinariam sempre desta forma. O drop-sete precisa ser feito nos momentos certos, com as abordagens adequadas. Caso contrário, ele não trará os resultados esperados e ainda, poderá prejudicar seu desenvolvimento.

Veja agora 5 passos para utilizar o drop-set de forma efetiva em seu treino!

1. Escolha os momentos adequados:
Como já deixei claro, o drop-set é muito efetivo em determinadas situações. Por ser uma técnica que faz o número de repetições ser mais alto, é muito importante que você o utilize sempre com o intuito de impor estímulos de ordem metabólica para seu corpo. Ele não é efetivo em fases de estímulos tensionais. Por isso, o primeiro ponto a ser destacado aqui é justamente o momento em que devemos inserir o drop-set. Ele pode ser usado nos treinos de predominância metabólica e nos momentos adequados da sessão. Salvo raros casos, não é muito interessante usar o drop-set durante todo o treino. O mais indicado é utilizá-lo nos momentos adequados. Por exemplo, nas últimas séries de determinado exercícios ele se torna mais efetivo para que o desgaste muscular seja mais acentuado. Da mesma forma, se ele for usado já no início do treino, pode causar uma fadiga desnecessária para o momento.

2. Tente enxergar se você tem capacidade para fazer o drop-set:
Este é um método de treino para quem busca aumentar a intensidade. Iniciantes podem não ter bons efeitos ao utilizar este método em seu treino, pois não tem nem coordenação para manter a qualidade do movimento e nem preparo fisiológico para suportar intensidades mais elevadas. Por isso, tente verif**ar se você precisa de fato do drop set para ter resultados melhores ou se ainda há a necessidade de um treino tradicional por mais tempo.

3. Escolha muito bem os exercícios:
Quanto mais rápida a redução da carga, maior será o efeito do drop-set. Desta forma, usar esta técnica em exercícios que demandem maior tempo para a redução da carga pode não ser muito interessante. Por exemplo, no supino reto com barra, você pode usar o drop-set com um parceiro (a) de treino, mas se você treina sozinho (a), ele se torna pouco prático. Neste caso, prefira movimentos de fácil troca de carga, como aqueles feitos com halteres ou as polias. Isso fará com que você tenha um ganho em termos de intensidade em seu treino.

4. Utilize diferentes técnicas associadas:
Aqui e muito importante salientar algumas coisas. Usar diferentes técnicas não signif**a sair por aí repetindo o que os outros fazem, sem entender o porquê! Alternar o drop-set com técnicas como o rest-pause ou o bi-set pode trazer excelentes resultados, mas precisa ser feito com inteligência e nos momentos certos. Por isso, é muito importante ter clareza que o drop-set precisa ser pensado em um contexto de periodização, para que tenhamos a clareza do momento certo de utilizá-lo.

5. Controle a intensidade:
Por realizar séries mais longas e implementar mais intensidade ao seu treino, o drop-set precisa sempre estar acompanhado de um bom controle de carga. Neste sentido, é fundamental que você utilize treinos intensos e mais curtos quando for fazer o uso desta técnica. Usar o drop-set em treino altamente longos acaba sendo inviável e não traz os resultados esperados!

Veja um vídeo de exemplo da técnica drop-sets sendo realizada na rosca direta:

https://www.youtube.com/watch?v=mFFLLOVS5vQ

Ficou claro que o drop-set é muito eficiente para a hipertrofia, desde que utilizado da maneira correta. E para isso, a periodização e o acompanhamento de um bom profissional são fundamentais. Não treine sem orientação ou de qualquer forma. Além de não alcançar suas metas, você ainda põe sua saúde em risco! Bons treinos!

Referências:
USHIDA, M.C.; Manual de musculação: uma abordagem teórico-prática do treinamento de força. Ed. Phorte.
SCHUTZ, G.R. Análise eletromiográf**a do método de treinamento de força Drop-Set executado no exercício supino reto. EFDeportes.com, Revista Digital. 2012.
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fonte: Treino Mestre

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