31/05/2026
15 dias de férias.
15 dias sem treinar.
15 dias tomando cerveja, comendo fora da rotina e aproveitando cada momento da viagem.
Mas teve uma coisa que eu não deixei de fazer: me manter em movimento.
Todos os dias entre 10 e 12 mil passos.
E quando eu falo que isso faz diferença, não é teoria. É prática.
Voltei da viagem sabendo que teria essa prova de 15km. Consegui uma inscrição praticamente de última hora e decidi fazer.
Sem preparação perfeita.
Sem desculpas.
Fui lá e entreguei o melhor que eu tinha naquele momento.
E, para minha surpresa, foi um dos meus melhores tempos nos 15km.
Isso me lembrou uma coisa que repito para meus alunos o tempo todo:
Você não precisa fazer tudo perfeito.
Mas precisa continuar no jogo.
É muito bom encontrar alunos durante a prova.
Encontrei amigos pelo caminho.
Vi pessoas correndo no seu ritmo, lutando por suas próprias batalhas e fazendo o melhor com as condições que tinham.
E no final das contas, não é sobre pace.
Não é sobre performance.
Não é sobre ser melhor que os outros.
É sobre o quanto você consegue entregar com a condição que você tem hoje.
Quando a cabeça está boa, o corpo responde.
Maio foi um mês diferente, mas está longe de ser um mês perdido.
Agora faltam apenas 6 meses para acabar o ano.
E a pergunta é:
O que você ainda consegue construir até dezembro se parar de esperar o momento perfeito?
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