27/08/2026
Já passamos no meio do ano e, olhando pra trás, dá pra perceber quanta gente diferente já passou por aqui. 🫀
Teve quem chegou com o sonho antigo de construir a própria prancha. Quem queria aprender algo novo, quem veio pelo SUP, quem queria voltar a surfar e quem simplesmente queria viver uma experiência diferente.
Cada um chegou com uma história. E, por 2 dias, todas elas se encontraram na mesma bancada: madeira, ferramentas, conversa, risadas e uma prancha tomando forma pelas próprias mãos.
✨Talvez seja isso que a gente mais goste nos workshops: descobrir o que cada pessoa faz desse sonho quando ele finalmente sai da cabeça e vai para a bancada.
Bora relembrar um pouco de quem passou por aqui?
Em janeiro, a família Esteves veio de Valinhos para viver um presente que já era especial: o Henrique construir a própria prancha para comemorar os 18 anos.
Na véspera do workshop, veio mais uma notícia: ele tinha sido aprovado no vestibular da USP.
O que já seria um marco virou comemoração dupla: maioridade, aprovação e a primeira prancha feita pelas próprias mãos.
🌿 Tudo isso em família, dividindo a construção e vivendo cada etapa juntos.
O Eduardo veio de Alagoas para construir seu primeiro SUP na Caracolí. 🌊
No meio do processo, chamou o irmão, Luís, que mora em São Paulo, para viver esses dois dias com ele.
Foi uma construção compartilhada, um reencontro e muito tempo de qualidade entre irmãos.
Hoje, de volta a Alagoas, o Eduardo já está construindo seu segundo SUP. E a história continua.
O Marco veio pela primeira vez em outubro de 2025, com um objetivo simples: ter um motivo para voltar a surfar.
Construiu uma Mantarraya 8’0” e foi justamente essa prancha que fez o surf voltar para a rotina dele.
Meses depois, voltou esse ano para construir uma Anchoa 6’3”, acompanhando uma nova fase dele dentro d’água.
E essa segunda prancha acabou carregando ainda mais significado — até com mensagens da família escritas dentro dela.
E ele já avisou: a terceira vem aí. 🙃
“O surf me deixa mais corajosa.” 🌊
A Jéssica chegou à Caracolí em um momento de transição. Estava começando a surfar, vivendo uma nova fase e queria que uma prancha feita por ela também fi