24/05/2026
A Medicina do Estilo de Vida transformou profundamente a minha atuação profissional.
Mas, antes disso, transformou a minha forma de enxergar saúde, cuidado e até os caminhos que eu queria seguir.
Quando fui em busca da especialização no Hospital Israelita Albert Einstein, eu já carregava uma inquietação muito grande: a vontade de voltar a trabalhar com movimento de uma forma mais integrada e mais coerente com aquilo em que eu acredito.
E foi dentro da MEV que isso ganhou ainda mais força.
Como profissional de Educação Física, perceber que eu tinha nas mãos um dos pilares mais potentes da saúde foi também um reencontro com a minha própria trajetória.
O Urban Pause nasceu muito desse processo.
Era um projeto antigo. Uma ideia que existia há anos, mas que amadureceu durante a pós-graduação e finalmente ganhou forma.
Hoje entendo que a Medicina do Estilo de Vida não ampliou apenas meu olhar clínico.
Ela reorganizou prioridades, fortaleceu propósitos e aproximou, de forma muito clara, tudo aquilo que sempre fez sentido para mim: movimento, saúde, presença, ciência e cuidado.
Encerrar a Semana Mundial da Medicina do Estilo de Vida falando sobre isso é muito significativo.
Às vezes, a MEV não cria um novo caminho.
Ela fortalece aquilo que já existia dentro da gente e traz possibilidades reais para colocarmos em prática.