07/06/2017
Fonte: Dicas de Mecânica Automotiva.
Disco de freio.
Ninguém deseja ficar sem freios, seja em qual situação for, então é bom ficar esperto, pois trocar as pastilhas sem avaliar os discos pode ser uma grande fria.
Durante o processo de frenagem de um automóvel, os componentes de atrito são submetidos a altíssimas variações de temperatura e esforços mecânicos, portanto a durabilidade destes componentes depende exclusivamente das condições de uso.
Existem dois tipos de disco de freio que equipam os carros, o disco sólido e o ventilado ambos os discos são feitos de ferro fundido entre outros compostos que formam sua massa.
O disco sólido equipa a maioria dos carros populares com motores 1.0. É dado o nome de sólido a este tipo de disco porque a área que entra em contato com as pastilhas é de aço maciço.
O disco ventilado costuma equipar veículo com motores mais potentes, como os 1.3, 1.4, 1.5, 1.6, 1.8, 2.0 e assim por diante. É dado o nome “ventilado” pelo fato de ele possuir uma câmara interna para a ventilação e melhor resfriamento do conjunto.
Existem vários defeitos que podem demandar a troca dos discos, como:
*Vibração ao frear causada pelo empenamento da peça.
*Chiado quando se freia (em alguns carros é normal um ruído bem agudo devido às partilhas.
*Os freios deixam de atuar com força.
O conjunto de freio deve passar por uma checagem a cada 10 mil quilômetros. Geralmente os discos são substituídos a cada 2 trocas de pastilhas.
TROQUE OS DISCOS QUANDO
• A espessura atingir o limite mínimo ou ultrapassa-lo.
• A face de contato estiver com qualquer ondulação ou imperfeição.
• Faixas rebaixadas ou porosas que indicam que as pastilhas não estão tendo contato total em toda à superfície.
• Discos empenados.
• Trincas.
• Corrosão acentuada (comum em veículos parados ou que sofrem com contato de urina de animais).